HRPL promove orientação sobre bons hábitos alimentares no projeto “Minuto de Valor”

HRPL promove orientação sobre bons hábitos alimentares no projeto “Minuto de Valor” O projeto acontece todas as segundas-feiras, levando uma dica importante para começar a semana com mais informação, cuidado e qualidade de vida Por Pedro Amorim02/02/2026 10h40 A ação de educação em saúde foi conduzida por Brenda Camelo, nutricionista do HRPL. Foto: Divulgação Com o objetivo de incentivar práticas saudáveis no dia a dia, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL) realizou, nesta segunda-feira (02), mais uma ação do projeto “Minuto de Valor no HRPL”, no auditório da unidade. O projeto acontece todas as segundas-feiras, levando uma dica importante para começar a semana com mais informação, cuidado e qualidade de vida. A iniciativa é organizada em parceria com o Setor de Gestão de Pessoas e a Diretoria Administrativa do HRPL, fortalecendo ações de valorização e cuidado com os colaboradores. Nesta semana, a atividade foi conduzida pela nutricionista Brenda Camelo, que compartilhou orientações sobre bons hábitos alimentares, destacando a importância de escolhas equilibradas para a promoção da saúde e do bem-estar. Para o Diretor Administrativo do hospital, Fábio Grifo, “o Minuto de Valor do HRPL é uma ação rápida, prática e estratégica. Em poucos minutos, toda segunda-feira, nossas lideranças iniciam a semana alinhadas a temas essenciais como segurança, saúde e gestão de pessoas”. Ele acrescenta que “a iniciativa busca gerar consciência, energia e atitude, para que cada líder leve esse cuidado à ponta, junto aos seus colaboradores, fortalecendo a cultura do hospital no dia a dia”. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
HRPL promove ações voltadas a prevenção de acidentes do trabalho aos seus colaboradores

HRPL promove ações voltadas a prevenção de acidentes do trabalho aos seus colaboradores As ações tiveram como foco o fortalecimento de condutas seguras no ambiente hospitalar, reforçando o uso correto dos EPIs e a adoção de práticas essenciais para a prevenção de acidentes de trabalho Por Pedro Amorim02/02/2026 10h00 Equipe do SESMT utilizou o “Carrinho dos EPIs”, como uma abordagem dinâmica para envolver os colaboradores do hospital. Foto: Divulgação Comprometido com a segurança de seus profissionais, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, promoveu durante os dias 27 e 28 de janeiro uma série de ações voltadas às boas práticas de segurança no ambiente de trabalho. As atividades foram conduzidas pelo Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e realizadas em todos os setores assistenciais da unidade. As ações tiveram como foco o fortalecimento de condutas seguras no ambiente hospitalar, reforçando o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a adoção de práticas essenciais para a prevenção de acidentes de trabalho. Com uma abordagem dinâmica, as oficinas ofereceram orientações práticas e interativas, estimulando a conscientização dos profissionais sobre o tema. Responsável pelo setor de Gestão de Pessoas do Hospital, Tays Carvalho explica que iniciativas como essa reforçam o compromisso do HRPL, por meio da Gestão de Pessoas e do SESMT, com a promoção de um ambiente de trabalho mais seguro, consciente e alinhado às boas práticas de saúde e segurança ocupacional. “Durante a atividade, os participantes puderam esclarecer dúvidas, refletir sobre comportamentos seguros e compreender que o cuidado com a segurança é um compromisso diário, essencial para a preservação da saúde, da integridade física e da qualidade do trabalho realizado”, pontuou a gestora. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
HRPL realiza programação especial do Janeiro Branco voltada ao cuidado emocional

HRPL realiza programação especial do Janeiro Branco voltada ao cuidado emocional A iniciativa teve como objetivo reforçar a atenção à saúde mental no ambiente hospitalar, estimulando o autocuidado, a escuta qualificada e a prevenção do adoecimento emocional Por Pedro Amorim01/02/2026 10h00 As atividades envolveram usuários e colaboradores do Regional do Leste. Foto: Divulgação Em alusão à campanha “Janeiro Branco”, dedicada à conscientização sobre a importância da saúde mental e do cuidado emocional, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL) promoveu, nos dias 29 e 30 de janeiro, uma ação especial voltada a usuários, acompanhantes em atendimento e colaboradores da unidade. A iniciativa teve como objetivo reforçar a atenção à saúde mental no ambiente hospitalar, estimulando o autocuidado, a escuta qualificada e a prevenção do adoecimento emocional. Ao longo dos dois dias, foram realizadas orientações em saúde mental, incluindo uma palestra na recepção central, que contou com a participação de cerca de 100 usuários. A programação também contemplou a oferta de uma sala de descompressão, proporcionando momentos de pausa e relaxamento em meio à rotina hospitalar. As atividades incluíram meditação guiada, conduzida pela psicóloga clínica Maria Luiza e pelo psicopedagogo Gustavo Silva, além de musicoterapia, aromaterapia e sessões de massagens relaxantes, beneficiando aproximadamente 92 colaboradores da unidade. “Trabalhar o ‘Janeiro Branco’ no ambiente hospitalar é fundamental. A campanha reforça a importância do cuidado com a saúde mental, estimulando o autoconhecimento, a prevenção do adoecimento emocional e a busca por ajuda quando necessário”, enfatizou Érica Amador, enfermeira do Núcleo de Educação Permanente (NEP) e membro da Comissão de Humanização do Hospital. Ela acrescenta que a iniciativa promove informação, acolhimento e redução do estigma em relação aos transtornos mentais, fortalecendo o cuidado integral aos pacientes. Já para os profissionais de saúde, a campanha alerta para a sobrecarga emocional vivenciada no dia a dia, incentivando o autocuidado, a escuta qualificada e ambientes de trabalho mais saudáveis. “Cuidar da saúde mental de quem cuida também é essencial para garantir uma assistência mais humana, segura e de qualidade”, finalizou a profissional. Aprovação – Maria Iraneide Gonçalo, de 56 anos, destacou a importância de iniciativas voltadas ao cuidado com a saúde mental dentro do ambiente hospitalar. No dia da ação, Maria Iraneide esteve na unidade para a realização de um exame de ultrassom e aproveitou a programação educativa promovida na recepção central. Ela avaliou de forma positiva tanto o atendimento recebido quanto a proposta da campanha. “A saúde mental influencia na saúde como um todo”, ressaltou. Maria Iraneide também destacou o aprendizado adquirido com a ação, reforçando a importância de buscar apoio profissional quando necessário. “Aprendi que devemos buscar ajuda quando precisar e que existem profissionais preparados para isso, inclusive aqui no hospital tem atendimento”, completou a diarista. Dados – Entre janeiro e dezembro de 2025, o HRPL contabilizou exatos 2.999 atendimentos por psicologia. Serviço – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Complexo Hospitalar de Tucuruí encerra campanha com foco na saúde mental dos profissionais

Complexo Hospitalar de Tucuruí encerra campanha com foco na saúde mental dos profissionais Dia “D” em Tucuruí e na Unacon promove dinâmicas de acolhimento sob o tema “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental” e reforça a urgência do autocuidado Por Wellington Hugles30/01/2026 20h53 Foto: Divulgação A campanha Janeiro Branco 2026 foi concluída na manhã desta sexta-feira (30), com a realização do Dia “D” do Janeiro Branco, promovido no Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT) e na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). Durante a ação, foram realizadas dinâmicas de grupo e atividades de psicoeducação, com o objetivo de incentivar a reflexão e o autocuidado em relação à saúde mental. O Janeiro Branco é considerado o maior movimento do mundo em prol da conscientização sobre a saúde mental. Em 2026, a campanha teve como tema “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”, destacando a importância de tornar a valorização da saúde mental um compromisso cotidiano e compartilhado por todos. No HRT e na Unacon, a campanha foi desenvolvida de forma integrada, com foco no acolhimento humanizado e no fortalecimento do bem-estar emocional. O setor de Humanização, por meio do projeto Qualidade de Vida no Trabalho, realiza diversas ações ao longo do ano, como palestras, workshops, Diálogos de Segurança (DSS), sessões de terapia em grupo e atendimentos psicológicos individuais aos colaboradores. Em 2026, a temática central teve como foco “Quem cuida, precisa de cuidado”, priorizando, em sua primeira vertente, a saúde mental dos profissionais. Foto: Divulgação Dia “D”Ao longo de todo o mês de janeiro, o HRT e a Unacon promoveram ações internas de conscientização, além de palestras e distribuição de materiais informativos sobre a Campanha Janeiro Branco para colaboradores, pacientes e acompanhantes. O Dia “D” marcou o encerramento das atividades, que incluíram dinâmicas de grupo, psicoeducação e o momento do “Abraço Fraterno”, com o objetivo de estimular a reflexão e o autocuidado em relação à saúde mental dos servidores. “Este ano, a campanha trouxe como tema ‘Paz, Equilíbrio e Saúde Mental’ e, ao longo do mês, foram organizadas palestras e atividades que permitiram a cada participante refletir sobre seus hábitos, relacionamentos e prioridades para o ano de 2026. Quando a mente é cuidada, fortalecemos nossos colaboradores, pacientes, equipes e toda a comunidade”, destacou a assistente social Amanda Cavalcante. Foto: Divulgação Janeiro BrancoA campanha Janeiro Branco foi criada em 2014 e recebeu reconhecimento oficial como Lei Federal (Lei nº 14.556/23). O movimento utiliza o início do ano como um convite a novos começos e à reflexão sobre o estado emocional das pessoas. A campanha propõe que todos reflitam sobre a construção de vidas e relações sociais mais sinceras, autênticas, sustentáveis e saudáveis. Dados do Brasil e de outros países evidenciam a relevância da iniciativa. O Brasil possui a maior taxa de transtornos de ansiedade do mundo e apresenta índices elevados de transtornos depressivos. Além disso, os casos de autolesão e suicídio, especialmente entre jovens, têm aumentado de forma alarmante. “Esses números mostram que falar sobre saúde mental não é uma opção, é uma urgência. É fundamental ampliar as redes de apoio e incentivar o cuidado coletivo”, afirmou a coordenadora de enfermagem da Unacon, Samara Nunes. Foto: Divulgação
Hospital Santa Rosa finaliza campanha Janeiro Branco com foco no acolhimento e na conscientização

Hospital Santa Rosa finaliza campanha Janeiro Branco com foco no acolhimento e na conscientização Para encerrar a campanha no HRBTSR, foi realizado um evento que reuniu colaboradores e pacientes Por Wellington Hugles30/01/2026 20h21 Foto: Divulgação O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa (HRBTSR) encerrou, nesta sexta-feira (30), a campanha Janeiro Branco, que contou com atividades de conscientização sobre a saúde mental, por meio de ações voltadas tanto para os colaboradores quanto para os pacientes. As iniciativas tiveram como foco promover a saúde mental, estimular o autocuidado e proporcionar momentos de diálogo e escuta no ambiente de trabalho. Elas enfatizaram que a saúde mental é parte essencial da saúde como um todo, especialmente para aqueles que lidam diariamente com desafios, responsabilidades e situações complexas. O diretor-geral do Hospital Santa Rosa, Claudemir Guimarães, expressou sua gratidão a todos os profissionais pelo comprometimento com o cuidado humanizado e psicológico, destacando a dedicação e a sensibilidade no acolhimento de cada paciente e de suas famílias. “Esse cuidado também começa em nós, porque, se não nos cuidarmos, não seremos capazes de cuidar dos outros”, afirmou. Guimarães reforçou ainda que “o autocuidado é essencial”. Foto: Divulgação A campanha Janeiro Branco foi finalizada de forma integrada no Hospital Santa Rosa, sob a coordenação da Comissão de Humanização, do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA). Com um quadro branco interativo e imagens que retratavam as emoções do filme Divertida Mente, foi possível promover, de forma lúdica e acessível, reflexões sobre as emoções dos participantes. A iniciativa proporcionou momentos de conscientização sobre a importância de zelar pela saúde mental, fortalecer o autocuidado e estimular o diálogo sobre emoções e sentimentos no ambiente de trabalho. A psicóloga Elizabeth Silva compartilhou uma reflexão sobre o valor das emoções na vida pessoal e profissional, destacando que todas merecem ser reconhecidas e acolhidas. Ela também realizou a leitura dos relatos escritos pelos colaboradores em post-its, dando atenção a cada expressão emocional registrada no mural e garantindo um ambiente seguro para a escuta. Foto: Divulgação Segundo a psicóloga Elizabeth Silva, a campanha é essencial no ambiente hospitalar. “Todas as emoções têm um papel importante em nossa vida e nenhuma deve ser ignorada. O medo, por exemplo, nos protege e nos alerta diante de situações de risco. A ansiedade, quando em equilíbrio, nos impulsiona, mas, em excesso, pode nos adoecer. A tristeza nos permite elaborar perdas e momentos difíceis. A alegria nos fortalece, motiva e traz leveza para o dia a dia. Já a raiva, quando reconhecida e bem direcionada, pode nos ajudar a estabelecer limites. Reconhecer o que sentimos é o primeiro passo para cuidarmos de nós mesmos e também do outro. Quando acolhemos nossas emoções, fortalecemos nossa saúde mental e nossas relações no ambiente de trabalho.” No decorrer da ação, a equipe de Segurança do Trabalho realizou um Diálogo Diário de Segurança (DDS) de conscientização, com a participação dos técnicos de Segurança do Trabalho (TST) Keven Gonçalves Cardoso, Kássia Ferreira Nunes e Júlio Inácio Rodrigues Silva. O DDS abordou a saúde mental no ambiente de trabalho e a importância de cuidar do bem-estar emocional, além de ouvir, apoiar e respeitar os limites de cada pessoa. Foto: Divulgação Na dinâmica do espelho, a TST Kássia Ferreira Nunes propôs uma reflexão aos colaboradores, ressaltando que, muitas vezes, ao focarmos apenas em nossos defeitos, deixamos de reconhecer nossas qualidades e, assim, não conseguimos nos ver como realmente somos. Kássia Nunes enfatizou a necessidade da auto-observação. “Quando paramos de olhar para nossas qualidades e passamos a enxergar somente os defeitos, perdemos a capacidade de nos reconhecer. Um ambiente de trabalho saudável é aquele em que existe interação social, acolhimento e atenção ao outro. Quando percebemos que um colega apresenta um comportamento diferente do habitual, é importante acolher, ouvir e oferecer ajuda. Cuidar da saúde mental também envolve buscar atividades e hobbies que nos façam bem e ajudem a aliviar as tensões do dia a dia.” Durante toda a atividade, foi disponibilizado, de forma lúdica e simbólica, o “Abraço Grátis”, como gesto de acolhimento, empatia e cuidado, reforçando a mensagem central da campanha Janeiro Branco: “Paz, Equilíbrio e Saúde Mental”, contribuindo para a criação de um ambiente mais leve, humano e acolhedor. O encerramento da campanha foi além do término das ações do mês, reforçando uma mensagem que deve acompanhar o trabalho na unidade hospitalar ao longo de todo o ano: cuidar da mente é cuidar da saúde.
No Hospital Octávio Lobo, dinâmica lúdica fortalece boas práticas e prevenção de infecções

No Hospital Octávio Lobo, dinâmica lúdica fortalece boas práticas e prevenção de infecções Profissionais da unidade gerenciada pelo Instituto Diretrizes, em Belém, participam de “Copa Infecção Zero”, ação nacional que visa prevenir Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde Por Ellyson Ramos30/01/2026 15h11 Hoiol aderiu à iniciativa do Hospital Albert Einstein, que utiliza gamificação e desafios diários para reforçar a segurança do paciente em unidades de terapia intensiva. Foto: Divulgação Com foco na segurança do paciente e na prevenção de infecções hospitalares, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, aderiu, neste mês, ao “Desafio da Copa Infecção Zero”, uma dinâmica nacional de gamificação idealizada pelo Hospital Israelita Albert Einstein. A iniciativa reúne hospitais de diferentes regiões do Brasil em uma competição colaborativa, que aborda protocolos rigorosos de segurança em atividades educativas práticas. A ação integra o projeto “Saúde em Nossas Mãos”, iniciativa do Ministério da Saúde (MS) desenvolvida por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). A enfermeira Adrielle Monteiro é coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do Hoiol e está à frente da coordenação das atividades na unidade. Segundo a profissional de saúde, a proposta do desafio é sair do modelo tradicional de treinamentos extensos e apostar em “micro momentos educativos”, adaptados à rotina intensa da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “A UTI é um setor extremamente dinâmico. Retirar o profissional da assistência para longos treinamentos é difícil. Por isso, trabalhamos com momentos curtos, de até 15 minutos, focados em temas específicos e essenciais para a prática diária”, explicou. A dinâmica da “Copa Infecção Zero” ocorre diariamente no “Oncológico Infantil”. Os desafios são lançados pela manhã e trabalhados ao longo dos turnos, inclusive o noturno, envolvendo toda a equipe multiprofissional. Para tornar o aprendizado mais leve e atrativo, as ações utilizam elementos lúdicos inspirados no universo esportivo, como troféus simbólicos, pompons e interações em grupo. “As equipes já ficam esperando o desafio do dia. É um momento rápido, descontraído, mas com conteúdo técnico muito relevante”, destacou a coordenadora. Ao todo, serão quatro semanas de “missões” diárias. Na primeira, o foco foi a adesão à higiene das mãos, abordando desde a técnica correta até o uso adequado de luvas e os cinco momentos para a higienização, preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de ser uma medida simples, a higienização das mãos segue sendo um dos maiores gargalos na segurança do paciente em todo o mundo. “Não existe hospital sem micro-organismos circulando. O que existem são barreiras, e a higiene das mãos é uma das principais. É algo simples, mas que faz toda a diferença”, reforçou Adrielle, especialista em gestão e controle de infecção hospitalar. Equipe multiprofissional se mobiliza para realizar rodas de conversa, discussões de casos clínicos e checagens práticas de protocolos que previnem infecções. Foto: Divulgação Na segunda semana da Copa, atual etapa do projeto no Hoiol, os desafios estão voltados à prevenção da infecção de corrente sanguínea, um dos principais riscos em ambientes de alta complexidade, como as UTIs. De acordo com Adrielle, o grande desafio é conciliar a complexidade do cuidado a pacientes graves com a execução rigorosa das boas práticas. “Segurança do paciente é fazer bem feito o simples: higiene das mãos, cuidado com acessos, comunicação com a família e sensibilização da equipe. Em um ambiente tão complexo, garantir o básico é fundamental”, afirmou. Além de contribuir diretamente para a redução de infecções, a experiência gera aprendizados importantes para a instituição. A principal lição, segundo a coordenação, é a eficácia da comunicação em pequenos blocos, com temas objetivos e próximos da realidade da equipe. “Após o término da ‘Copa do Einstein’, a ideia é manter essa rotina de desafios, ouvir mais os profissionais e aprimorar continuamente as boas práticas. Afinal, esses momentos fortalecem a comunicação, geram reflexão e aumentam a adesão às práticas de segurança”, disse Adrielle. A técnica de enfermagem Luana Almeida atua há 2 anos na UTI do Hoiol e acredita que desafios práticos e rodas de conversa sobre protocolos de segurança são tão eficazes quanto os treinamentos tradicionais. Ela menciona que o formato de “Copa” integra a equipe e permite a participação de colaboradores de todos os horários. “A dinâmica interativa promove engajamento, aplicação imediata dos conceitos e aprendizado experiencial, facilitando a memorização e a adaptação dos protocolos na prática diária”, frisou Ainda segundo Luana, os desafios diários propostos promovem a colaboração e o trabalho em equipe. “Os participantes sentem que estão jogando no mesmo time, pois a dinâmica estimula a cooperação e a comunicação entre os membros, fortalecendo o espírito de equipe e a unidade no ambiente de trabalho. No final do dia, além de cumprir a tarefa, o sentimento é de empoderamento e responsabilidade, sabendo que essa dinâmica pode prevenir infecções graves e salvar pacientes ao melhorar a adesão aos protocolos de segurança e cuidados, resultando em melhores práticas clínicas e redução de riscos”, completou. O paciente Kassio Ryan, 13 anos, e o pai José Baratinha, 43 anos. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Experiência – Na manhã desta sexta-feira (30), o coordenador pedagógico José Baratinha, de 43 anos, comemorou a última quimioterapia do filho, Kássio Ryan, de 13 anos. Eles são de Curralinho, arquipélago do Marajó e, há quase um ano, o adolescente iniciou o tratamento contra um câncer ósseo. Naquele primeiro momento, receber a notícia de que o filho precisaria ser internado em uma Unidade de Terapia Intensiva foi impactante para José. “Foi muito difícil saber que meu filho estava com câncer e que precisaria ficar na UTI. A gente nunca tinha vivido algo similar. Mas com o apoio da equipe do hospital, a gente conseguiu superar. Kássio ficou cinco dias internado na UTI, se recuperou e hoje está bem, graças a Deus”, afirmou. Durante o período de internação na UTI, o pai de Kássio conta ter se sentido mais seguro ao notar os cuidados prestados ao filho e destaca a postura responsável e atenta da equipe. “Sem dúvida, é notável a preocupação e a responsabilidade de toda
Hospital Oncológico Infantil celebra Dia do Mágico com ações de humanização e sorrisos

Hospital Oncológico Infantil celebra Dia do Mágico com ações de humanização e sorrisos Iniciativa busca reforçar o cuidado integral, utilizando a ludicidade como ferramenta para aliviar a tensão do tratamento e fortalecer o bem-estar emocional das crianças Por Leila Cruz31/01/2026 14h41 Truques e brincadeiras prenderam atenção do público. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) promoveu, nesta quinta-feira (29), uma ação especial em alusão ao Dia do Mágico, a ser celebrado neste sábado (31). A iniciativa, promovida pela equipe de Humanização, buscou criar situações de encantamento dentro do ambiente hospitalar, proporcionando bem-estar, socialização e alegria para os pequenos pacientes. Por meio da mágica, a ação ajudou a transformar a rotina hospitalar em um momento lúdico, reforçando a importância do cuidado integral, que vai além do tratamento clínico e valoriza o emocional e o imaginário infantil. Nathan Correia, 29 anos, foi o responsável por levar a magia até as crianças, na brinquedoteca. Mais conhecido como Mágico Nathan ou Tio Nathan, o produtor cultural destaca que a motivação para realizar um trabalho voluntário no hospital é a certeza de que todos merecem recreação, participar de brincadeiras. “A mágica tem esse poder de trazer alegria, diversão e encanto. Estar no hospital é uma condição muito delicada, e com a mágica a gente consegue ultrapassar um pouco essas barreiras e levar mais alegria para um momento tão sensível”, afirmou. Durante o espetáculo, crianças eram tratadas com as estrelas do show. Foto: Jaíne Oliveira/ AscomHoiol O voluntário explicou que o espetáculo é pensado especialmente para o público infantil, respeitando as condições clínicas de cada criança. “Quando percebemos que a criança não pode ir à frente ou ficar em pé, adaptamos para que, mesmo sentada, participe usando a varinha mágica, falando a palavra mágica e fazendo a mágica acontecer. A grande estrela não é o mágico, mas o público. As crianças precisam se sentir heroínas do espetáculo. Eu sou apenas um intermediador, porque o mais importante é que elas se sintam parte da mágica”, destacou. Renata Nunes, 32 anos, é mãe do Miguel Clésius, de 6 anos, diagnosticado com leucemia. Para ela, é um privilégio o filho estar recebendo tratamento em um espaço acolhedor. “A cada dia é um motivo para agradecer, a cada dia ele alcança a cura. Sou muito grata por poder dar boas gargalhadas, fico feliz em saber que existem pessoas que se dedicam a amenizar as nossas preocupações diárias e oferecer alegria para as crianças”, disse. A ludicidade cria um ambiente mais acolhedor, de troca e aproximação. Foto: jaine Oliveira/AscomHoiol Luiz Felipe Dias, de 10 anos, morador do município de Primavera, no nordeste paraense, contou qual foi o truque que mais o encantou durante a apresentação. “Eu gostei mais da mágica do cubo”, disse. Segundo ele, o que chamou atenção foi o momento em que o mágico mostrava o cubo vazio, virava para um lado, depois para o outro, e, ao abrir novamente, não havia nada dentro. “Depois, o cubo apareceu dentro da caixa. Foi tipo um teletransporte”, explicou, empolgado. Membro da equipe de Humanização do Hoiol, Jucinara Gaia, 35 anos, destacou que a mágica tem um papel fundamental no processo de humanização do atendimento hospitalar. “A mágica proporciona à criança um momento de lazer e distração durante a internação. É um espaço em que ela pode interagir com o mágico, brincar e sair, ainda que por um instante, da rotina do leito. Os pacientes que recebem liberação conseguem participar da atividade em um ambiente diferente, o que contribui para que esqueçam um pouco o lado da doença. Esse momento é extremamente importante para o bem-estar da criança”, afirmou. Segundo ela, atividades como a mágica também ajudam a fortalecer os vínculos entre pacientes, familiares e a equipe do hospital. “Essas ações promovem a interação entre as crianças, acompanhantes e profissionais, criando um ambiente mais acolhedor, de troca e aproximação. E esse vínculo é essencial para tornar a experiência hospitalar mais leve e humanizada”, destacou. Renata Nunes, 32 anos, é mãe do Miguel Clésius, de 6 anos, diagnosticado com leucemia. Para ela, é um privilégio o filho estar recebendo tratamento em um espaço acolhedor. “A cada dia é um motivo para agradecer, a cada dia ele alcança a cura. Sou muito grata por poder dar boas gargalhadas, fico feliz em saber que existem pessoas que se dedicam a amenizar as nossas preocupações diárias e oferecer alegria para as crianças”, disse.
Janeiro Branco: Saúde Mental no enfrentamento do câncer infantojuvenil

Janeiro Branco: Saúde Mental no enfrentamento do câncer infantojuvenil Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) promove a saúde mental como eixo fundamental para aliviar internações prolongadas e mudanças na rotina Por Leila Cruz29/01/2026 11h38 Em Belém, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) alia a oncologia clínica à psicologia como suporte a pacientes. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol O câncer na infância e adolescência ocasiona uma ruptura drástica na trajetória de desenvolvimento nessa faixa etária. Olhar para além de protocolos médicos é crucial para promover a adesão ao tratamento, a partir do suporte psicológico oferecido desde o momento do diagnóstico do paciente. Em Belém, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) promove a integração entre a oncologia clínica, os cuidados paliativos e a psicologia com a finalidade de promover suporte indispensável para que os pacientes infantojuvenis não percam a identidade e as ferramentas de enfrentamento, mesmo com a rotina de procedimentos médicos. Apesar dos avanços na medicina ter elevado as taxas de cura, as mudanças sociais, físicas e emocionais podem deixar sequelas, caso não sejam manejadas de forma precoce. Um balanço realizado pelo Hoiol apontou que o Serviço de Psicologia realizou cerca de 15.350 atendimentos no ano de 2025 para pacientes hospitalizados, em tratamento ambulatorial, em cuidados paliativos e em fora de tratamento (fase de monitoramento para identificar se ainda há vestígios de câncer no organismo). Para o psicólogo hospitalar do Hoiol, Henrique de Abreu, a saúde mental “atua como um regulador biológico, em que os pacientes emocionalmente amparados apresentam menores índices de psicossomatização e cooperam mais com a equipe médica”. Segundo ele, ferramentas como a ludoterapia e o suporte psicossocial personalizado, conforme a faixa etária, funcionam como pontes que conectam o ambiente hospitalar ao mundo lúdico e seguro a que pertencem. “A ludicidade é usada para acessar e favorecer a expressão de sentimentos. As crianças, diferente dos adultos, não expressam os desdobramentos emocionais do processo de adoecimento por meio de uma linguagem verbal. Utilizam-se de recursos lúdicos para externalizar a percepção, a compreensão e as repercussões emocionais advindas do diagnóstico e tratamento. Nesse sentido, o ato de brincar é fundamental para que possamos dar borda e sustentação à angústia de um processo de saúde-doença e favorecer recursos de enfrentamento para lidarem com o contexto de hospitalização”, disse o psicólogo do Hoiol. A estratégia também é utilizada para acolher o adolescente durante a perda de autonomia e os impactos na autoimagem causados pelo tratamento. Contudo, segundo Henrique, é usado como um canal para acessar o universo dos adolescentes e promover a construção de vínculo para a continuidade de um trabalho terapêutico. Segundo o médico Thiago Gama, do Hospital Oncológico Infantil, emoções positivas não curam o câncer, mas ajudam o corpo a suportar melhor o tratamento. Foto: Divulgação “Compreender as séries, filmes, grupos musicais e os contextos nos quais esses sujeitos estão inseridos é fundamental para fazê-lo expressar o lugar psíquico e social que o adoecimento ocupa para ele. Escutar o sujeito adolescente sobre o seu tratamento e contribuir para que ele seja ouvido pela família e pela equipe acerca de suas percepções sobre o próprio processo, favorece a autonomia no cuidado, bem como pode potencializar a adesão ao tratamento”, esclareceu o psicólogo. Dados da literatura científica internacional, como os do Journal of Pediatric Psychology – revista científica internacional de prestígio, publicada pela Oxford University Press, reforçam que o suporte estruturado aumenta em 25% a adesão a tratamentos complexos. E, de acordo com estudos em Psico-oncologia Pediátrica e dados de suporte multidisciplinar em centros de referência, o amparo emocional pode reduzir em até 30% a percepção de sintomas físicos como dor e náuseas durante o tratamento quimioterápico. O suporte emocional também auxilia em momentos críticos, como cirurgias e quimioterapias. A equipe recorre a técnicas de preparação psicológica a fim de transformar o ambiente hospitalar, muitas vezes percebido como hostil, em um espaço de maior segurança e previsibilidade. “A escuta ativa, o acolhimento e a psicoeducação favorecem a expressão de sentimentos, a percepção e a compreensão de procedimentos complexos. O suporte psicológico auxilia no enfrentamento do contexto de adoecimento e promove o acesso a recursos funcionais durante a intervenção terapêutica”, destacou Henrique. O papel da família – A família é imprescindível durante o acompanhamento psicológico, visto que esta também repercute os efeitos de um processo de adoecimento de um membro e exerce função ativa ao longo do tratamento e pós-tratamento. Do ponto de vista clínico, um estado emocional fortalecido e um ambiente familiar acolhedor influenciam diretamente a resposta biológica do paciente ao tratamento e na redução de intercorrências psicossomáticas durante a quimioterapia. Atualmente com 18 anos, Vitória Carolina, foi diagnosticada com Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) aos 11 anos. “A gente acaba se isolando um pouco, principalmente quando a imunidade está baixa, porque não pode receber visitas. Ficar muito tempo no hospital não é confortável. A gente sente falta de casa, da comida, do próprio espaço. Outro momento marcante foi a recidiva da doença, foi um baque forte, porque eu estava há dois anos e meio fora de tratamento. Mas, graças a Deus, consegui lidar bem.” A mãe de Vitória, Marcicleia Damasceno, relata que o maior desafio emocional desde o diagnóstico da filha foi aceitar a doença. “No começo foi muito difícil. Qualquer mãe sente, é algo muito difícil de enfrentar”, afirma. Cristã, ela conta que encontrou forças na fé. “Procuro sempre buscar força em Deus e acredito que vou sair daqui com a minha filha curada.” Ela também destaca a importância do apoio recebido no hospital. “O suporte dos médicos, enfermeiros e técnicos faz toda a diferença. Temos pessoas maravilhosas ao nosso lado, e isso ajuda muito no tratamento. Os psicólogos estão sempre presentes, conversando, dando força para todos nós”, ressaltou. Conforme explica o médico paliativista do Hoiol, Thiago Gama, quando uma pessoa está em tratamento oncológico, corpo e emoções caminham juntos. “Um paciente que se sente amparado, seguro e acolhido pela família tende a responder melhor ao tratamento. Isso acontece porque o estresse constante, o medo e a sensação de abandono mantêm
Hospital Regional de Tucuruí ultrapassa 430 mil atendimentos em 2025

Hospital Regional de Tucuruí ultrapassa 430 mil atendimentos em 2025 Unidade oferece atendimento a pacientes de todas as idades em diversas especialidades, e alcança 98% de satisfação entre os usuários Por Wellington Hugles21/01/2026 14h51 Foto: Divulgação O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí, formado pelo Hospital Regional de Tucuruí (HRT) e pela Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), no município de Tucuruí, sudeste do Pará, alcançou um recorde de produtividade em 2025. A unidade realizou 431.479 atendimentos, e atingiu o índice médio de satisfação entre os usuários de 98% durante todo o ano. O reconhecimento dos pacientes demonstra a capacidade de acolhimento dos pacientes e o fortalecimento das áreas estratégicas de média e alta complexidade. Também reafirma o compromisso com o atendimento humanizado que o Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), garante à população dos municípios da Região de Integração Lago de Tucuruí, no sudeste paraense. Foto: Divulgação Foram realizados, em 2025, entre outros procedimentos, 297.107 exames laboratoriais; 39.140 de imagem; 21.147 atendimentos de urgência; 6.976 internações e 3.840 cirurgias. Na Unacon foram realizadas 7.955 consultas oncológicas; 6.356 sessões de radioterapia e 6.084 de quimioterapia, além de 1.224 biópsias. No ambulatório, 17.313 pacientes foram atendidos em várias especialidades. Satisfação – As equipes do Hospital Regional de Tucuruí e da Unacon alcançaram alta taxa de aprovação, que chegou à média de 98%, segundo pesquisas realizadas pela equipe do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU/Ouvidoria). Foto: Divulgação Segundo o diretor-geral da unidade, Junior Souto, as conquistas são frutos do trabalho dos profissionais e do fortalecimento da estrutura da unidade. “Os números expressivos mostram a força do nosso trabalho coletivo e a confiança da população no serviço que prestamos. Ultrapassamos a marca dos 430 mil atendimentos ao longo de 2025, além de recebermos dos nossos usuários a média de 98% de satisfação ao longo do ano”, ressaltou. O Hospital possui UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) Adulto, Pediátrica e Neonatal, e um serviço de pronto atendimento para urgências e emergências 24 horas. Foto: Divulgação Apoio – Mais do que estatísticas, 2025 foi um ano repleto de histórias de pessoas que descobriram no Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí e na Unacon o tratamento, o acolhimento e o apoio essenciais para iniciar uma nova etapa. Aos 69 anos e morador de Breu Branco (município da região), Paulo Ferreira dos Santos procurou atendimento devido a uma forte dor na bexiga, que o estava impedindo de trabalhar. Com o diagnóstico de câncer de próstata, ele fez o tratamento na Unacon, desde 2019, passando por todas as etapas. Ao final, Paulo recebeu alta após a confirmação da cura. “Cheguei aqui com muita dor e preocupado, mas fui bem atendido desde a entrada. Foram cinco anos de batalha, mas eu venci. Não tenho palavras para expressar minha gratidão ao pessoal daqui pelo cuidado”, acrescentou. Maria das Graças Oliveira, 61 anos, mora em Goianésia do Pará, outro município da Região de Integração Lago de Tucuruí. Ela foi atendida no ambulatório de especialidades por um cardiologista, e destacou o bom atendimento, desde a recepção até a consulta. “Tudo impecável e organizado, com uma equipe atenciosa. Tenho apenas gratidão”, reforçou. O aposentado Paulo Agripino Costa, 55 anos, que mora no município de Novo Repartimento, passou por cirurgia ortopédica na unidade. “Acho tudo ótimo, desde os exames até o pós-operatório. Eu me senti seguro e acolhido durante todo o tempo, e isso faz toda a diferença quando a gente está doente”, afirmou. Elias Sodré Paulino, aposentado de 77 anos que mora em Rondon do Pará (na Região de Integração Rio Capim), também procurou o HRT com dor na bexiga e dificuldade para urinar. Na Unacon, a equipe de médicos e enfermeiros ofereceu a Elias todo o apoio possível após a descoberta de metástase. “Não sou de me sentir mal ou de ir a hospitais, mas, desta vez, foi necessário. Aqui fui recebido e cuidado com muito carinho desde o começo, e agora estou em tratamento, mas logo estarei curado. Todo o time da Unacon merece parabéns”, disse o paciente Serviço: O Instituto Diretrizes (ID) e a Sespa administram o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí. Oferece diversos serviços de saúde, laboratoriais e de múltiplas especialidades, garantindo que a comunidade receba um atendimento integral e especializado, sem custos, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Atuação integrada de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais garante cuidado resolutivo no HRPL

Atuação integrada de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais garante cuidado resolutivo no HRPL Com foco na reabilitação e qualidade de vida, serviço especializado alcança expressiva marca de atendimentos e reforça o compromisso da rede estadual com a saúde da região Por Pedro Amorim20/01/2026 15h29 Foto: Divulgação No mês que celebra as categorias de fisioterapia e terapia ocupacional, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, no Sudeste do Estado, destaca esses serviços como fundamentais para a reabilitação e a recuperação funcional de seus usuários. Reforçando o compromisso com o cuidado integral, a unidade registrou, no último ano, mais de 20 mil sessões realizadas nessas especialidades. A fisioterapeuta Patrícia Costa, responsável pelos serviços de fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia, explica que, “no contexto hospitalar, esses profissionais trabalham de forma integrada com médicos, enfermeiros e outros profissionais de saúde, garantindo um atendimento integral ao paciente. A atuação em equipe permite um cuidado mais resolutivo, com intervenções específicas para acelerar a recuperação e melhorar a qualidade de vida dos usuários, considerando suas necessidades físicas e emocionais”. Foto: Divulgação Internado no HRPL após um acidente de moto, o paciente Adamor Farias de Almeida, 58 anos, destacou, especialmente, o cuidado prestado pela fisioterapeuta. “Fui muito bem atendido. Ela foi prestativa, educada e atenciosa com os pacientes”, afirmou. Adamor reforçou que o Hospital oferece um acolhimento diferenciado. Dados – Entre janeiro e dezembro do último ano, o HRPL registrou exatos 18.577 sessões de fisioterapia e 2.027 de atendimentos por terapia ocupacional. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste integra a rede de saúde do governo do Pará. É administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Hospital Regional do Leste investe em capacitação contínua e alcança mais de 98% de satisfação

Hospital Regional do Leste investe em capacitação contínua e alcança mais de 98% de satisfação Os conteúdos adotados nos treinamentos são alinhados à realidade da instituição, às metas estratégicas e à segurança dos profissionais e pacientes Por Pedro Amorim15/01/2026 18h13 Foto: Divulgação A capacitação contínua dos profissionais envolvidos no atendimento em saúde é essencial para assegurar, cada vez mais, segurança, humanização e eficiência aos usuários. Nesse contexto, a gestão do Hospital Regional Público do Leste (HRPL), no município de Paragominas, sudeste paraense, reforça seu compromisso com o desenvolvimento permanente das equipes, investindo na atualização sobre protocolos, tecnologias, práticas assistenciais e fluxos de trabalho. Um dos resultados dessa diretriz é a média superior a 98% de aprovação, alcançada em 2025. A estratégia reflete o empenho da equipe multiprofissional da unidade na qualificação do atendimento, no fortalecimento das boas práticas e na promoção da segurança do paciente. De janeiro a dezembro do último ano, o HRPL promoveu diversas ações educativas, incluindo 219 treinamentos, 224 orientações e 22 campanhas institucionais. As iniciativas somaram 33.624 horas de capacitação. Critérios e conteúdo – Responsável pelo setor de Gestão de Pessoas do Hospital, Tays Carvalho informa que “os treinamentos são definidos a partir da análise de indicadores institucionais, registros de ocorrências, auditorias internas, demandas legais, necessidades apontadas pelas lideranças e oportunidades de melhoria identificadas no dia a dia operacional. Esse processo garante que os conteúdos estejam alinhados à realidade da instituição, às metas estratégicas e à segurança dos colaboradores e pacientes”. Ela acrescenta que, para promover o engajamento das equipes, foi adotada uma abordagem participativa e dinâmica, utilizando metodologias práticas, linguagem acessível, integração com as lideranças, ações educativas no próprio local de trabalho, campanhas temáticas e acompanhamento contínuo dos resultados. “O envolvimento ativo das equipes fortalece a cultura de aprendizado, responsabilidade e melhoria contínua”, enfatiza Tays Carvalho. Foto: Divulgação Aprovação – A usuária Vera Nice Pereira de Almada, 47 anos, passou por consulta com o neurologista. Ao avaliar a experiência, ela ressalta que “o atendimento foi satisfatório e realizado de forma adequada. Desde a chegada, os profissionais demonstraram educação, respeito e muito profissionalismo. Senti-me bem acolhida durante todo o atendimento. Os profissionais transmitiram segurança e confiança nos procedimentos, o que fez toda a diferença”. Para ela, o cuidado ofertado pelo HRPL é marcado pelo compromisso com o bem-estar dos pacientes. “Acredito que o atendimento é humanizado. Sem dúvida, eu indicaria o serviço a quem precisa. O Hospital representa um serviço de grande importância para a saúde da população. É um apoio essencial para quem precisa de atendimento especializado”, diz Vera, que trabalha como auxiliar de Saúde Bucal. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes (ID), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Regional do Leste celebra a marca de cerca de 5 mil procedimentos cirúrgicos em 2025

Regional do Leste celebra a marca de cerca de 5 mil procedimentos cirúrgicos em 2025 Unidade em Paragominas amplia a oferta de cirurgias eletivas e de urgência, e contribui diretamente para a redução de filas e do tempo de espera Por Pedro Amorim13/01/2026 11h14 Foto: Divulgação Desempenhando um papel fundamental na descentralização dos serviços essenciais de saúde no nordeste paraense, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, disponibiliza uma ampla gama de especialidades à população. Em 2025, entre os serviços de maior relevância da unidade, destacam-se os procedimentos cirúrgicos, que totalizaram quase 5 mil cirurgias realizadas no período de janeiro a dezembro, evidenciando a capacidade assistencial e a eficiência do hospital. Com isso, o HRPL garante à população acesso a atendimentos especializados mais próximos de sua realidade, reduzindo a necessidade de deslocamento para outros municípios ou para a capital, Belém. Além de salvar e melhorar vidas, o serviço contribui para a redução de filas e do tempo de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). Karla Negrão, diretora assistencial do HRPL, explica que o HRPL desempenha papel estratégico na descentralização da assistência cirúrgica no Pará, ao ampliar o acesso da população a procedimentos de média e alta complexidade fora dos grandes centros. “Por meio da ampliação da oferta de cirurgias eletivas e de urgência, o HRPL contribui diretamente para a redução de filas e do tempo de espera, garantindo maior resolutividade, agilidade no atendimento e cuidado mais próximo da realidade dos usuários da região”. Além disso, ela enfatiza que a atuação do HRPL fortalece a regionalização da saúde, promovendo equidade no acesso, melhoria dos desfechos clínicos e uso mais eficiente da rede assistencial: “Isso consolida a nossa unidade como referência para o Leste do Pará”, finalizou a gestora. Foto: Divulgação Aprovação – O corretor de imóveis Antoniel Costa, 32 anos, deu entrada na unidade para realizar uma cirurgia para remoção da vesícula biliar (colecistectomia). “Minha estadia no Hospital tem sido ótima. Oferecem um atendimento de qualidade, humanizado, pois os profissionais são muito atenciosos conosco. A instituição está de parabéns pelo serviço prestado à população”, disse Antoniel. Dados – O Regional do Leste, de janeiro a dezembro de 2025, totalizou 4.949 procedimentos cirúrgicos realizados. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Sespa. O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
