Ações no Hospital Regional do Baixo Tocantins garantem a segurança do paciente e a qualidade da assistência oferecida

Ações no Hospital Regional do Baixo Tocantins garantem a segurança do paciente e a qualidade da assistência oferecida Comunicação efetiva foi fundamental em capacitações voltadas ao setor de Pré-Parto, Parto e Pós-Parto Por Wellington Hugles18/03/2026 14h37 Momento em que a coordenação de obstetrícia realizou uma atividade lúdica e interativa com uso de metodologias ativas de ensino e aprendizagem. Foto: Divulgação Ao completar seis anos de funcionamento, o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, localizado em Abaetetuba, ultrapassou a marca de 13 mil nascimentos vivos neste mês de março, com uma média mensal de 180 partos de bebês. Com o objetivo de atualizar a capacitação dos profissionais que atuam no Centro de Parto Normal – PPP (Pré-Parto, Parto e Pós-Parto), a coordenação de obstetrícia realizou na terça-feira, 17, uma atividade lúdica e interativa com uso de metodologias ativas de ensino e aprendizagem. Esta iniciativa faz parte de um projeto maior de humanização do atendimento obstétrico do Hospital Santa Rosa, garantindo que as mulheres tenham todo o apoio necessário para um parto seguro. Toda a equipe multiprofissional, que abrange obstetras, enfermeiros e técnicos, recebeu as orientações necessárias para oferecer um atendimento respeitoso e personalizado. Foto: Divulgação A coordenadora Patrícia Muniz foi quem orquestrou toda a dinâmica, conduzindo a orientação de forma lúdica e cativante, através de metodologias ativas de aprendizagem. Os profissionais atuaram diretamente em uma dinâmica prática, em que uma colaboradora vendada tinha que reproduzir um desenho apenas com as instruções orais de uma colega, que descrevia a imagem que a coordenadora mostrava. Esta abordagem favorece a aprendizagem por meio da experiência e estimula habilidades como pensamento crítico, comunicação, tomada de decisões e trabalho em equipe. A abordagem lúdica estimulou o envolvimento ativo dos profissionais, favorecendo a partilha de experiências, a colaboração e a reflexão sobre suas rotinas de trabalho. Os integrantes conseguiram perceber a relevância de: transmitir informações de maneira clara e direta; validar a compreensão das mensagens e manter uma comunicação assertiva entre os membros da equipe. Com isso, a atividade também ajudou a conscientizar os profissionais sobre como uma comunicação eficaz pode ser uma ferramenta para reduzir riscos, reforçar a cultura de segurança e fomentar a melhoria contínua no processo de assistência. Foto: Divulgação De acordo com a coordenadora Patrícia Muniz, a comunicação clara é essencial para que todos os integrantes da equipe recebam as informações de maneira precisa, objetiva e que sejam plenamente compreendidas. Sua aplicação adequada contribui diretamente para a redução de falhas, prevenção de eventos adversos e fortalecimento do trabalho em equipe. Com esse propósito, foi realizada a dinâmica lúdica, proporcionando um momento de aprendizado interativo e reflexivo. “A atividade permitiu que os participantes vivenciassem, na prática, como a comunicação influencia diretamente na compreensão das informações e na execução correta das atividades. Durante a dinâmica, ficou evidenciado que mensagens incompletas, interpretações equivocadas ou falta de clareza podem gerar erros e comprometer a assistência”, explicou. Foto: Divulgação “A proposta da dinâmica foi demonstrar, de forma prática e vivencial, como a comunicação impacta diretamente no nosso trabalho. Quando a informação não é transmitida com clareza, aumentamos o risco de falhas. Por outro lado, quando a equipe se comunica bem, conseguimos garantir mais segurança, qualidade na assistência e melhores resultados para o paciente”, destacou Patrícia Muniz. A enfermeira Werly Machado, que esteve entre os profissionais que se capacitaram, elogiou a ação. “A dinâmica foi muito enriquecedora, pois mostrou de forma prática a importância da comunicação efetiva no trabalho em equipe. Mesmo com desafios na interpretação, conseguimos perceber que, quando há alinhamento, escuta e clareza nas orientações, a equipe consegue alcançar resultados satisfatórios. Isso reforça o quanto a comunicação é essencial para o cuidado seguro”. Toda a equipe do Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa tem como foco central ressaltar a comunicação eficaz como um dos pilares essenciais para a segurança do paciente e a qualidade da assistência prestada. Foto: Divulgação
Dia Mundial do Rim: Hospital Regional Santa Rosa promove atividades para os usuários

Dia Mundial do Rim: Hospital Regional Santa Rosa promove atividades para os usuários O objetivo foi sensibilizar e reforçar a necessidade do diagnóstico e tratamento precoces da doença renal Por Wellington Hugles13/03/2026 19h18 Foto: Divulgação Em alusão ao Dia Mundial do Rim, o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa (HRBT) organizou diversas ações para os pacientes da unidade nos dias 12 e 13 de março. O objetivo foi sensibilizar a comunidade e reforçar a necessidade do diagnóstico e tratamento precoces da enfermidade que pode levar à doença renal crônica. Durante a ação foram entregues folders educativos aos pacientes, acompanhantes e usuários, com orientações de autocuidado, como manter-se bem hidratado, ter uma alimentação balanceada, reduzindo o consumo de sal, e monitorar regularmente a pressão arterial e os níveis de glicose no sangue. Foto: Divulgação Com o apoio dos acadêmicos do curso de Enfermagem e da equipe multiprofissional, o setor de Humanização organizou palestras com o tema “Cuidar de pessoas e proteger o planeta”. Essas palestras foram realizadas tanto no ambulatório de especialidades quanto no Centro de Hemodiálise. Isso possibilitou, um diálogo educativo e de conscientização para os pacientes e usuários presentes, além de abordar a relação entre meio ambiente e saúde renal. Entre as recomendações para a saúde dos rins, tanto os profissionais quanto os acadêmicos enfatizaram a necessidade de todos serem agentes de divulgação de informações e cuidados relacionados à saúde renal. Além disso, é fundamental manter os exames de rotina em dia, como o exame de urina e o teste de dosagem de creatinina no sangue, que podem ser feitos nas unidades básicas de saúde e são importantes para a detecção precoce de doenças renais. Ao longo de toda a programação, foi oferecida a ‘Estação da Saúde’, em que os participantes puderam medir seus sinais vitais e realizar testes de glicemia. Foto: Divulgação Doenças renais – A campanha do Dia Mundial do Rim trouxe um alerta crucial da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN): a Doença Renal Crônica afeta 1 em cada 10 pessoas em todo o mundo. Aproximadamente 50 mil pessoas com doenças renais morrem anualmente no Brasil antes de conseguir se submeter à diálise ou ao transplante, conforme as estimativas da Sociedade Brasileira de Nefrologia. Neste ano, o foco é informar sobre as doenças renais, especialmente em relação à prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado e sua relação com o meio ambiente. Esses objetivos encontram-se condensados no tema central da campanha: “Cuidar de pessoas e proteger o planeta”. Foto: Divulgação Evitar doenças renais está, em grande parte, associado a manter um estilo de vida saudável e controlar os fatores de risco. Uma alimentação equilibrada, com baixo teor de sal, manter-se bem hidratado durante o dia, exercitar-se regularmente, evitar fumar e o consumo excessivo de álcool são todas medidas importantes. Certos medicamentos, particularmente anti-inflamatórios, podem prejudicar os rins quando usados regularmente sem supervisão médica. Fazer exames de rotina e consultas regulares ao médico são medidas que permitem detectar mudanças logo no início e começar o monitoramento apropriado, e são essenciais para quem tem hipertensão ou diabetes. “Nossa atividade durou dois dias, em comemoração ao Dia Mundial do Rim, e serviu como um alerta à população sobre o problema da doença renal, uma condição bastante comum que leva muitos pacientes a avançarem para a doença renal crônica, necessitando de hemodiálise. É por isso que esse movimento é tão crucial”, ressaltou Antonilda Pinheiro, presidente da Comissão de Humanização. Foto: Divulgação A acadêmica de enfermagem Rita de Cássia esclareceu aos presentes que a Organização Mundial da Saúde reconhece que as mudanças climáticas impactam diretamente a nossa saúde. “O risco de doenças renais aumenta devido ao calor intenso, à poluição e à falta de acesso à água potável. Para que o rim opere de maneira eficiente, é fundamental que haja água, e tanto o planeta quanto o nosso corpo enfrentam as consequências da falta desse recurso’, disse. Ela destacou ainda que o tratamento de hemodiálise consome muitos recursos naturais, em especial a água tratada, o que torna ainda mais importante adotar práticas sustentáveis para assegurar que os pacientes que precisam desse tratamento possam continuar recebendo. O nefrologista do Centro de Hemodiálise, Saulo Pinheiro abordou com os presentes as formas de prevenir, diagnosticar e tratar a doença renal crônica. “A doença renal crônica, muitas vezes, evolui de forma silenciosa. Por isso, a informação e o diagnóstico precoce são fundamentais. Por meio de exames simples, é possível identificar alterações precocemente e iniciar o acompanhamento adequado. Momentos como este são essenciais para conscientizar a população sobre a importância do cuidado com a saúde renal”, declarou. Foto: Divulgação A paciente Benedita Simone, do Centro de Hemodiálise, também relatou sua experiência e agradeceu pelas orientações recebidas. “Essas ações são muito importantes, porque ajudam as pessoas a entenderem melhor a doença e a importância do tratamento. A informação nos empodera e auxilia os outros a prevenirem problemas de saúde”, opinou a usuária. A coordenadora do Centro de Hemodiálise, Elvira Fonseca, ressaltou a importância da ação. “O Dia Mundial do Rim é uma data muito importante para reforçarmos a conscientização sobre a prevenção das doenças renais. Momentos como este permitem levar informação aos pacientes e à comunidade sobre a importância do diagnóstico precoce, do acompanhamento da saúde e do cuidado contínuo com os rins. Além disso, ações educativas como essa fortalecem o compromisso da unidade com a promoção da saúde e a qualidade de vida dos nossos pacientes”, afirmou.
Hospital Octávio Lobo celebra 400 histórias de fé, superação e cura

Hospital Octávio Lobo celebra 400 histórias de fé, superação e cura Quadringentésima paciente a tocar o ‘Sino da Vitória’ da unidade, Vitória Moreira, de 15 anos, comemorou a cura ao lado da mãe e de colaboradores Por Ellyson Ramos12/03/2026 17h00 Colaboradores comemoram as centenas de histórias de cura na unidade de saúde. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol O que começou como um simples inchaço no rosto de uma menina se transformou em uma longa jornada de fé e superação. Após mais de cinco anos de tratamento e acompanhamento especializado, a estudante Vitória Moreira, de 15 anos, tornou-se a quadringentésima paciente a tocar o “Sino da Vitória” no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém. A celebração, realizada na tarde de quarta-feira (11), emocionou colaboradores, pacientes e acompanhantes e marcou o 400º sino tocado na unidade. Aos 15 anos, Vitória entra para a história do hospital como a paciente número 400 a tocar o “Sino da Vitória”. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol Em 2019, Vitória tinha apenas 7 anos quando ela e a mãe, a dona de casa Keli Trindade, de 40 anos, perceberam o aumento na região da mandíbula. A suspeita inicial era papeira, infecção viral também conhecida como caxumba, que provoca inflamação das glândulas salivares. “Mas, com o tempo, o inchaço foi aumentando e comecei a sentir que poderia ser algo mais sério”, recordou a mãe. Ao lado da mãe, Keli Trindade, Vitória toca o “Sino da Vitória” e celebra a cura após anos de tratamento no Hospital Octávio Lobo. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol Determinada a entender o que motivou a alteração no rosto da filha, Keli procurou um especialista, que identificou a presença de três nódulos. Vitória passou por uma série de exames e, em cerca de três meses, um novo nódulo surgiu, desta vez, próximo ao olho direito. Após a biópsia, a criança foi diagnosticada com uma doença linfoproliferativa e encaminhada para o Hoiol. “Eu morava em Igarapé-Açu (município localizado no nordeste paraense) e fui descobrir o que era a doença e como seria o tratamento quando cheguei ao Hospital Octávio Lobo”, afirmou a dona de casa. Os médicos Fabíola Puty e Antônio Morerira celebram o sucesso do tratamento. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol O diagnóstico marcou o início de um período desafiador para a família. Logo no começo do tratamento, Keli precisou reorganizar completamente a vida pessoal e profissional para acompanhar a filha nas consultas e sessões de quimioterapia. A rotina intensa acabou contribuindo para o fim do relacionamento com o pai da menina. “Precisei mudar tudo. Minha prioridade era apoiar minha filha e estar com ela no hospital. Isso gerou muitos conflitos, e decidi seguir sozinha para preservar a tranquilidade dela. Meu maior medo era o de não ser suficiente, mas, desde o início, Deus estava presente”, contou. A cerimônia do Sino representa o fim de uma jornada e o começo de um novo capítulo na vida de crianças e adolescentes que receberam a alta definitiva. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol No Hospital, Keli afirma ter encontrado o acolhimento de que precisava. Colaboradores e outras mães de pacientes se tornaram uma rede de apoio durante o tratamento. Entre os profissionais que marcaram a trajetória da família está a médica Fabiola Puty, que acompanhou o caso e deu a notícia da cura, celebrando também o marco dos 400 sinos tocados na unidade. “Quero parabenizar a todos por tanto trabalho, amor e dedicação. Essas altas só foram possíveis porque todos nós formamos um grupo lindo, cheio de gás e amor aos pequenos. Parabéns e muito obrigada por tanto”, afirmou a oncopediatra. Equipe multiprofissional participa da celebração que marca 400 histórias de cura na unidade. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol Durante o tratamento, Vitória também fez amizade com outras crianças e enfrentou o adoecimento com determinação. O início da quimioterapia, no entanto, foi um dos momentos mais difíceis para mãe e filha. Keli lembra da preocupação com alguns efeitos. “Ela sentia muito sono, tinha vômitos e dores. Mesmo assim, sempre demonstrou muita força. Minha filha é carinhosa, obediente e muito forte”, disse a genitora orgulhosa. Para distrair, a menina desenhava, pintava e fazia pulseirinhas de miçangas. “Foi a forma que ela encontrou para enfrentar o momento”, ressaltou a mãe. Colaboradores celebram o sucesso do tratamento da quadringentésima paciente a tocar o Sino da Vitória no Hospital Octávio Lobo. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol Marco – A cerimônia do “Sino da Vitória” reúne etapas cheias de simbolismos, como o desfile com a placa comemorativa, o toque do sino e o carimbo da mão na “Árvore da Vida”. Para acompanhantes e pacientes que ainda estão em tratamento, o momento costuma ser de muita emoção. E por trás de cada conquista, está o trabalho dedicado de profissionais que acompanham de perto a trajetória de pacientes e familiares ao longo de todo o processo. Uma dessas colaboradoras é a assistente do Escritório de Experiência do Paciente (EEP), Elizabeth Cabeça, que há 10 anos presencia e compartilha histórias de superação e cura na unidade. Para carimbar o mural da Árvore da Vida, Vitória teve a mão pintada pela mãe. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol Para a assistente, chegar ao marco dos 400 sinos tocados e fazer parte da trajetória de centenas de pessoas é motivo de gratidão. “É fantástico pensar que participei disso e que conheci cada criança que tocou esse sino. Eu costumo dizer que fiquei com a melhor parte, a de anunciar boas novas”, disse emocionada. Beth, como é carinhosamente chamada por todos, resume o sentimento que permanece após cada badalar do sino do Hoiol. “É a sensação de dever cumprido, uma tarefa concluída com sucesso, pois quando uma criança ou adolescente toca o ‘Sino da Vitória’, quem está iniciando ou já está em um tratamento se sente mais confiante na cura também. Ao ouvirem o sino tocar, outras famílias renovam suas esperanças e pensam: meu filho também pode ser curado”, destaca a colaboradora. Elizabeth Cabeça, assistente do Escritório de Experiência do Paciente do Hoiol e idealizadora do projeto na unidade. Foto: Ellyson Ramos/Ascom Hoiol Memórias
HRPL promove ação de conscientização sobre sedentarismo

HRPL promove ação de conscientização sobre sedentarismo Ação orientou sobre a importância da prática regular de atividades físicas para a promoção da saúde e da qualidade de vida Por Pedro Amorin12/03/2026 14h00 Ação de conscientização na recepção central da unidade. Foto: Ascom HRT Em alusão ao “Dia Mundial de Combate ao Sedentarismo”, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, realizou nesta quarta-feira (11) uma ação de conscientização na recepção central da unidade. A iniciativa foi voltada a usuários, acompanhantes e colaboradores, com o objetivo de orientar sobre a importância da prática regular de atividades físicas para a promoção da saúde e da qualidade de vida. A atividade foi conduzida pela profissional de educação física Tays Carvalho, integrante da Comissão de Humanização (CH) do hospital, que dialogou com o público sobre os impactos do sedentarismo na saúde e destacou a importância de incorporar hábitos mais ativos no dia a dia. “Como educadora física, acredito muito na importância da orientação em saúde. Muitas vezes as pessoas sabem que precisam se movimentar mais, mas não sabem por onde começar ou acham que atividade física é algo difícil. A orientação é justamente para mostrar que pequenas mudanças no dia a dia já fazem diferença”, afirmou a profissional. Tays Carvalho destacou que atitudes simples no dia a dia podem fazer grande diferença para a saúde. Segundo ela, caminhar, alongar o corpo e diminuir o tempo em que permanecemos parados são práticas que ajudam a prevenir doenças e contribuem para uma melhor qualidade de vida. EUsuária Maria de Nazaré Alves de Moura e condutora da ação, Tays Carvalho. Foto; Ascom HRPL Aprovação – A técnica de enfermagem Maria de Nazaré Alves de Moura, de 50 anos, esteve no HRPL para uma consulta com o neurocirurgião e também acompanhou a ação de educação em saúde realizada na unidade. Para ela, a iniciativa é positiva e contribui para incentivar hábitos mais saudáveis entre pacientes e acompanhantes. “Eu achei muito bom. É um incentivo à prática de atividade física para melhorar a nossa saúde”, afirmou. Maria contou ainda que já mantém uma rotina ativa e acredita que abordar o tema é fundamental para conscientizar mais pessoas. “Eu ando de bicicleta, faço caminhada, academia, tudo”, relatou. Serviço – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Regional de Tucuruí e Secretaria Municipal de Saúde realizam ação alusiva ao Março Lilás

Regional de Tucuruí e Secretaria Municipal de Saúde realizam ação alusiva ao Março Lilás A programação aconteceu na UBS do bairro Beira Rio, em Tucuruí, com palestra e serviços destinados à população feminina da cidade Por Wellington Hugles11/03/2026 19h16 Unidade Básica, palco da ação voltada para as mulheres, em Tucuruí. Foto: Divulgação A Unidade Básica de Saúde (UBS) “José Sebastião Fonteles Rios”, no bairro Beira Rio, em Tucuruí, recebeu na terça-feira (10) uma ação voltada à saúde feminina, promovida pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) em parceria com o Hospital Regional de Tucuruí (HRT) e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon). A iniciativa marcou a abertura da campanha Março Lilás no município, dedicada à conscientização e prevenção do câncer do colo do útero. Durante a programação, foram ofertados exames preventivos (PCCU), consultas médicas, encaminhamentos para mamografia e atendimento com ginecologista. As participantes também receberam acolhimento da equipe de saúde, participaram de palestra educativa e foram recebidas com café da manhã e distribuição de brindes. Conscientização e diagnóstico precoce Segundo a secretária municipal de Saúde de Tucuruí, Nilda Ferreira, a ação busca reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer do colo do útero, especialmente no mês dedicado às mulheres.“O câncer de colo de útero tem afetado cada vez mais mulheres jovens, e, por isso, é essencial falar sobre como combater e prevenir essa doença. A vacina contra o HPV, disponibilizada pelo SUS, é uma das principais formas de prevenção. Além disso, há o exame preventivo, que é simples e pouco invasivo, conhecido como Papanicolau”, ressaltou a secretária. Ela também destacou a importância da realização periódica do exame preventivo.“É fundamental que todas as mulheres façam esse exame regularmente, a partir do início de sua vida sexual. Ele é capaz de detectar precocemente alterações pré-cancerígenas que, quando tratadas, têm quase 100% de chances de cura. Isso evita o câncer e salva milhares de vidas”, concluiu Nilda Ferreira. Evento conjunto levou informações e serviços à população feminina do município. Foto. Divulgação Orientação e cuidado integralA equipe multiprofissional do Hospital Regional de Tucuruí e da Unacon também conduziu a palestra “Cuidados e prevenção do câncer do colo do útero”. Durante a atividade, foram distribuídos folhetos informativos e as participantes puderam esclarecer dúvidas sobre prevenção, exames e hábitos saudáveis. A enfermeira Samara Nunes, coordenadora da Unacon em Tucuruí, destacou que as orientações ajudam a ampliar o acesso das mulheres aos serviços de saúde. “Falamos sobre autocuidado, estilo de vida, atividade física e a importância da realização de mamografias. Os exames servem para que essa mulher permaneça ativa, buscando sempre cuidados na UBS. Isso possibilita o rastreamento de doenças cardiovasculares e a inclusão delas em todos os programas da Estratégia de Saúde da Família”, afirmou. As palestras também contaram com a participação da assistente social Amanda Cavalcante e da psicóloga Thauana Cristine. “Neste mês de conscientização sobre o câncer de colo do útero, é importante destacarmos que ele pode ser prevenido com vacinação contra o HPV e até eliminado a partir de rastreamento precoce que temos disponíveis hoje”, disse Thauana Cristine. Palestra proferida pela equipe do HRT e Unacon. Foto: Divulgação Participação da comunidadeMoradora do bairro Beira Rio, a dona de casa Fátima Fernandes Serrão, de 42 anos, aproveitou a ação para atualizar os cuidados com a saúde. “Nós, mulheres, precisamos de apoio. Foi uma experiência muito enriquecedora. Faço todos os meus exames em dia no posto de saúde e agradeço o convite para a palestra”, comentou.
HRPL promove ação de educação em saúde para prevenção da obesidade

HRPL promove ação de educação em saúde para prevenção da obesidade O objetivo foi ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos de vida mais saudáveis Por Pedro Amorim11/03/2026 14h24 Ação educativa na recepção central do HRPL. Foto: Divulgação. Em alusão ao “Dia Mundial da Obesidade”, lembrado neste mês, pacientes e acompanhantes do Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, participaram de uma ação de educação em saúde voltada à conscientização sobre a obesidade, com o objetivo de ampliar o acesso à informação e incentivar hábitos de vida mais saudáveis. A ação, que foi organizada pela Comissão de Humanização (CH) do HRPL, foi realizada na Recepção Central do hospital. Durante o encontro, foram abordados temas como alimentação equilibrada, importância da prática regular de atividades físicas e a necessidade de compreender a obesidade de forma ampla, levando em conta fatores biológicos, sociais e comportamentais. De acordo com a nutricionista Brenda Allen, que conduziu o momento, a obesidade é uma condição complexa que exige cuidado contínuo e acompanhamento multiprofissional. “Mais do que falar apenas sobre peso, buscamos dialogar sobre qualidade de vida, prevenção e escolhas possíveis no dia a dia. Pequenas mudanças de hábitos podem trazer impactos significativos para a saúde ao longo do tempo”, destacou. Usuária Elizângela Borges de Souza e a nutricionista Brenda Allen.Foto: Divulgação Aprovação – A dona de casa Elizângela Borges de Souza, de 51 anos, participou da ação e destacou a importância de abordar o tema da obesidade de forma mais ampla. Segundo ela, iniciativas de orientação são fundamentais para ampliar o conhecimento das pessoas sobre a condição. “É um tema muito importante. Muitas pessoas não fazem o tratamento adequado porque não têm conhecimento. Às vezes a obesidade não acontece só pelo fato de comer ou por descuido. O ser humano precisa ser visto de forma completa, porque pode estar relacionado à saúde, ao sono irregular ou ao estresse”, afirmou. Elizângela também compartilhou sua própria experiência na busca por uma vida mais saudável e reforçou que o processo de perda de peso pode ser desafiador. “Ninguém está obeso porque quer. Eu, por exemplo, estou lutando: faço hidroginástica, caminhada e procuro me alimentar bem, mas é difícil perder peso, e muitas pessoas acham que é apenas descuido”, relatou. Ao final, Elizângela destacou o principal aprendizado do encontro. “Aprendi que o ser humano precisa ser visto como um todo. Os profissionais precisam avaliar tudo que está relacionado com a obesidade, e não apenas o fato de comer”, finalizou. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Em Abaetetuba, Hospital Regional Santa Rosa comemora 6 anos de funcionamento com mais de 1 milhão de atendimentos

Hospital Regional Santa Rosa comemora 6 anos de funcionamento com mais de 1 milhão de atendimentos Ao celebrar seis anos de operação, o Hospital Santa Rosa comemora mais de 1 milhão de atendimentos, 13 mil nascimentos de bebês e 94,56% de satisfação dos usuários Por Wellington Hugles25/02/2026 18h07 Foto: Divulgação O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa (HRBTSR), vinculado à Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), celebra seis anos de funcionamento no município de Abaetetuba, garantindo atendimento de média e alta complexidade à população da Região de Saúde do Baixo Tocantins. A unidade atende mais de 740 mil moradores de 11 municípios, oferecendo serviços gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com foco em qualidade e atendimento humanizado. Instalado em uma área de 5.878 metros quadrados, o hospital é composto por oito blocos e conta com 97 leitos, sendo 72 operacionais, 10 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta e 10 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) neonatal, além de cinco salas destinadas ao pré-parto, parto e pós-parto. O titular da Secretaria de Estado de Saúde Pública, Ualame Machado, destacou a importância estratégica da unidade para ampliar o acesso da população aos serviços especializados. Foto: Divulgação “Hoje nós celebramos seis anos do Hospital Regional de Abaetetuba, que fortalece a estratégia de descentralização dos serviços de saúde pública, atendendo pacientes de Abaetetuba e também dos municípios do Baixo Tocantins como Cametá, Moju, Acará, Igarapé-Miri, Baião, Mocajuba, Barcarena, Oeiras do Pará e Limoeiro do Ajuru. São serviços de média e alta complexidade disponibilizados mais perto da população dessa região, evitando que precisem se deslocar até a Região Metropolitana. Parabenizamos todos os profissionais que atuam no hospital e reiteramos que vamos seguir trabalhando para garantir sempre assistência em saúde com qualidade e humanização”, afirmou. Mais de 1 milhão de atendimentos Ao longo de seis anos de funcionamento, o hospital acumula mais de 1.095.836 atendimentos, entre consultas, exames, cirurgias e procedimentos de urgência e emergência — uma média de 186 mil atendimentos por ano. Em 2025, a unidade alcançou índice de aprovação de 94,56% entre os usuários, consolidando-se como referência em atendimento humanizado, inovação e excelência na região. O hospital realiza atendimentos obstétricos com porta aberta 24 horas e oferece atendimento referenciado em pediatria, cirurgia geral (urologia e ortopedia) e clínica geral para casos mais graves que necessitem de cuidados intensivos. A unidade também disponibiliza serviços de apoio em Nutrição, Farmácia, Fisioterapia, Serviço Social, Psicologia e Fonoaudiologia, além de exames diagnósticos como análises clínicas, anatomia patológica, métodos gráficos, raio-x, ultrassonografia com Doppler, endoscopia digestiva, mamografia, eletrocardiografia e ecocardiografia. No ambulatório, são ofertadas consultas especializadas em áreas como ortopedia, mastologia, urologia, cardiologia, anestesiologia, ginecologia geral, obstetrícia de alto risco, ginecologia oncológica cirúrgica, cirurgia geral, coloproctologia, cirurgia vascular, bucomaxilofacial, neurocirurgia e gastroenterologia. Foto: Divulgação Marco de 13 mil nascimentos A clínica obstétrica do Hospital Regional Santa Rosa alcançou um marco histórico ao registrar mais de 13 mil nascimentos desde o início das atividades. A unidade contabiliza média de 180 bebês por mês, ultrapassando 2.100 nascimentos por ano. A coordenadora da Obstetrícia, Patrícia Muniz, destacou que o resultado representa o compromisso do Governo do Pará com a assistência materno-infantil na região. “Quando olhamos para trás e vemos que, ao longo de seis anos, o Governo do Pará, por meio da Sespa, possibilitou o nascimento de 13 mil novas vidas, sentimos muito orgulho. O parto humanizado é, acima de tudo, o respeito à mulher, ao seu tempo, às suas escolhas e à sua história. Aqui entendemos que o nascimento não é apenas um procedimento, mas um momento único para toda a família. Nossa equipe atua de forma integrada para garantir segurança clínica e acolhimento emocional”, ressaltou. Moradora de Abaetetuba, Crícia Almeida Rodrigues, de 21 anos, deu à luz Henry Mathias Almeida, que entrou para a história da unidade como o bebê de número 13 mil. “Desde o momento em que cheguei ao hospital, fui acolhida com muito respeito e carinho. A equipe me proporcionou segurança em todos os instantes, explicando cada procedimento e oferecendo suporte emocional. Estou muito feliz por meu filho fazer parte desse marco tão importante para o hospital”, contou. A gestante Jhennifer Castro, de 20 anos, também celebra a marca alcançada pela unidade. “Desde as consultas até os exames, sempre fui bem orientada e acolhida. Saber que mais de 13 mil bebês já nasceram aqui me traz tranquilidade e alegria para a chegada do meu filho”, disse. Foto: Divulgação Gestão reconhecida A unidade já recebeu diversos reconhecimentos em nível nacional, entre eles a Certificação de Acreditação da Organização Nacional de Acreditação (ONA 1), o primeiro lugar no Projeto de Boas Práticas em Ouvidoria do SUS e destaque na captação de órgãos para transplante na região do Baixo Tocantins. O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa integra a rede pública estadual de saúde, sob gestão da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), e é administrado pela Organização Social Instituto Diretrizes (ID). Serviço: O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa funciona na Rua Joaquim Mendes Contente, nº 1360, bairro Santa Rosa, no município de Abaetetuba.
Hospital Octávio Lobo homenageia acompanhantes e profissionais da saúde

Hospital Octávio Lobo homenageia acompanhantes e profissionais da saúde Ações incluíram entrega de rosas, palestra sobre saúde mental, apresentação musical e homenagem a pacientes, acompanhantes e colaboradoras Por Ellyson Ramos06/02/2026 23h13 Pacientes, acompanhantes e colaboradoras prestigiaram a programação musical dedicada oa Dia da Mulher. Foto: Jaíne Oliveria./Ascom Hoiol Nesta sexta-feira (6), o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, promoveu uma programação especial voltada a usuárias, acompanhantes e colaboradoras da unidade. A iniciativa, alusiva ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, teve como objetivo proporcionar momentos de acolhimento, valorização e bem-estar para todas as mulheres que fazem parte da jornada de cuidado de crianças e adolescentes em tratamento oncológico. Logo nas primeiras horas do dia, as acompanhantes dos pacientes foram surpreendidas com a entrega de rosas, gesto simbólico que emocionou a dona de casa Ana Tessia Rodrigues, de 28 anos. Natural de Eldorado dos Carajás, no sudeste paraense, ela acompanha a filha Ana Liz, de 2 anos, em tratamento contra a Leucemia Mieloide Aguda (LMA). A homenagem trouxe um momento de leveza em meio à rotina hospitalar. “Para ser bem sincera, hoje eu não estava em um dia muito bom, estava me sentindo cansada, mas receber essa flor me deixou muito feliz. São gestos simples que fazem a diferença e nos lembram o quanto nós, mulheres, somos importantes”, afirmou. Em clima de acolhimento, mulhers foram homenageadas com entregas de rosas. Foto: Divulgação. A dona de casa Dafne Lima, 22 anos, é moradora de Bonito, no nordeste paraense. Em Belém, ela acompanha a filha Cecília, de um ano, internada no Hoiol. Para a jovem, o atendimento humanizado e a atenção da equipe ajudam a enfrentar o momento de incerteza durante a investigação do diagnóstico da criança. “O hospital é bem organizado, (os colaboradores) são todos gentis, bem educados, atendem a gente muito bem. E essas ações alegres e homenagens vêm pra nos dar força para continuar confiando em Deus e acreditar que tudo vai dar certo. É um alívio”, disse. Autocuidado – A programação seguiu com a palestra “Saúde Mental e Cuidado Feminino”, conduzida pela psicóloga Júlia Maciel, que abordou a importância do autocuidado, da escuta e de discutir a saúde mental das mulheres que vivenciam a rotina hospitalar, seja como profissionais de saúde ou acompanhantes de pacientes. Segundo ela, muitas mulheres acabam assumindo múltiplas responsabilidades de cuidado e, diante das exigências sociais, frequentemente colocam as próprias necessidades em segundo plano. “Quando a mulher se dedica intensamente ao cuidado do outro, o autocuidado pode ser negligenciado. A sociedade muitas vezes espera que ela esteja sempre pronta para cuidar, mas é preciso refletir: quem cuida dessa mulher?”, questionou. A psicóloga também alertou para sinais que indicam a necessidade de atenção à saúde mental, como dificuldade em realizar atividades cotidianas, estresse persistente, ansiedade e depressão. Para ela, além do cuidado individual, é fundamental pensar em soluções coletivas. “Saúde feminina também envolve políticas públicas e a criação de espaços onde as mulheres possam expressar suas emoções, falar abertamente e buscar apoio. É preciso promover condições e ambientes que considerem o contexto social e garantam acesso digno ao cuidado”, ressaltou. Foto: Jaíne Oliveira/ Ascom Hoiol Autoestima – O clima de celebração também contou com a apresentação musical do saxofonista Harley Bichara de Souza, que emocionou as homenageadas com um repertório dedicado às mulheres. Outro destaque da programação foi o workshop de automaquiagem, conduzido pela assistente administrativa do Núcleo de Gestão de Pessoas (NGP), Charlene Santos. Maquiadora, ela ensinou etapas e técnicas simples para valorizar a beleza das participantes. “Abordei o preparo da pele, a importância da hidratação diária e a escolha de produtos que auxiliem na durabilidade da maquiagem, sem esquecer do foco em soluções simples e acessíveis para o dia a dia. A maquiagem não se restringe à correção ou à tentativa de disfarçar sinais do tempo, mas pode ser uma ferramenta que empodera e encoraja a mulher a se sentir mais confiante”, afirmou. Workshop de automaquiagem reuniu participantes em um momento de aprendizado e valorização da autoestima. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Valorização – O “Canto da Experiência”, espaço dedicado à exposição de mensagens de carinho de usuários e acompanhantes aos colaboradores do Hoiol, recebeu uma cerimônia especial de reconhecimento às profissionais mais elogiadas no último mês. A auxiliar administrativa da recepção da unidade, Paula Silva, esteve entre as homenageadas, e recebeu destaque pelo cuidado e atenção dedicados aos pacientes. Paula conta que o gesto representa a confirmação de que o cuidado, a dedicação e o carinho presentes em cada atendimento realmente fazem a diferença na vida dos pacientes e de suas famílias. Para ela, trabalhar no Hoiol significa exercer diariamente um compromisso com a dedicação, respeito e empatia, buscando oferecer acolhimento e tranquilidade, especialmente às mães que acompanham os filhos em tratamento. “Acredito que a capacidade de se colocar no lugar do outro é fundamental para quem trabalha com cuidado”, ressaltou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol
Hospital Materno-Infantil de Barcarena realiza ação alusiva ao Dia Internacional da Mulher

Hospital Materno-Infantil de Barcarena realiza ação alusiva ao Dia Internacional da Mulher A iniciativa proporcionou às mães de bebês internados na UTI e UCI Neonatal momentos de relaxamento, autocuidado e valorização PorAscom Sespa 06/02/2026 18h47 Iniciativa trouxe momentos de cuidado e bem-estar para as mulheres que acompanham o tratamento dos filhos nas unidades. Foto: Divulgação. Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, o Hospital Materno-Infantil de Barcarena (HMIB) promoveu, nesta sexta-feira (6), uma ação especial voltada às mães de bebês internados na UTI e na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) Neonatal. A iniciativa, organizada pela Comissão de Humanização Hospitalar (CHU), proporcionou momentos de acolhimento, relaxamento e valorização para mulheres que acompanham o tratamento dos filhos na unidade. Durante a atividade, as participantes tiveram acesso a um verdadeiro “dia de beleza”, com serviços de massagem relaxante, cuidados com a pele (skincare), maquiagem, arrumação de cabelo e design de sobrancelhas. A proposta foi oferecer uma pausa na rotina intensa de acompanhamento hospitalar, permitindo que essas mulheres pudessem cuidar de si mesmas enquanto aguardam a recuperação dos bebês. A ação contou com a mobilização dos integrantes da Comissão de Humanização, que organizaram um ambiente acolhedor e respeitoso, incentivando também momentos de escuta, troca de experiências e fortalecimento emocional entre as mães. Cuidado humanizado – A iniciativa segue os princípios da Política Nacional de Humanização (PNH) do Sistema Único de Saúde (SUS), que incentiva práticas voltadas ao cuidado integral, considerando não apenas a dimensão clínica, mas também os aspectos emocionais e sociais de pacientes e familiares. Segundo a enfermeira Flavine Gonçalves, presidente da Comissão de Humanização do hospital, ações como essa reforçam o compromisso da unidade com um atendimento mais sensível e acolhedor. “Essas mães chegam aqui carregando muito amor, mas também medo e cansaço. Vivem um dos capítulos mais intensos de suas vidas ao lado dos seus bebês. A Humanização nos ensina sobre o valor do acolhimento, e momentos como este são uma forma de lembrar a cada mãe: você também importa e também merece ser cuidada”, destacou. Momento de fortalecimento – No contexto de uma unidade neonatal, onde muitas mães permanecem longos períodos acompanhando o tratamento dos filhos, iniciativas como essa ganham um significado ainda mais especial. A mãe Rayssa Barbosa, que acompanha o filho na UTI neonatal, relatou a emoção de participar da atividade. “Eu aproveitei tudo: cabelo, limpeza de pele, sobrancelha, maquiagem, massagem relaxante e até as fotos. Foi um momento muito especial, porque no meio de tudo que a gente está vivendo aqui, consegui me olhar no espelho e me ver não só como mãe, mas também como mulher”, contou. Para Ducilene Ferreira, a ação representou um momento de pausa em meio à rotina hospitalar. “Foi um momento para relaxar, para rir um pouco e receber um cuidado diferente. A gente vive dias de muita tensão e preocupação por ter um filho na UTI, então poder parar um pouco, se cuidar e receber esse carinho foi uma alegria no meio de tudo isso”, afirmou. A Comissão de Humanização do hospital destaca que promover momentos como esse reforça o compromisso com um cuidado cada vez mais humano, sensível e integral, valorizando não apenas o paciente, mas também os familiares que acompanham o tratamento. Serviço: O Hospital Materno-Infantil de Barcarena Dra. Anna Turan é gerenciado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa), e é referência estadual na área de saúde materno-infantil.A unidade está localizada na Rua José Pinheiro Rodrigues, nº 258/380, no município de Barcarena, nordeste paraense. Serviço de maquiagem elevou a autoestima das participantes. Foto: Divulgação.
Música cristã emociona pacientes, acompanhantes e colaboradores da Unacon em Tucuruí

Música cristã emociona pacientes, acompanhantes e colaboradores da Unacon em Tucuruí Apresentação de músicos voluntários levou fé, esperança e momentos de espiritualidade ao ambiente hospitalar, promovendo conforto emocional aos pacientes em tratamento Por Wellington Hugles05/02/2026 16h00 Apresentação na sala de espera da Unacon. Foto: Divulgação Uma melodia de fé e esperança ecoou pelos corredores e salas da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), em Tucuruí, na manhã desta quinta-feira (5). Músicos voluntários do Departamento de Assistência Religiosa para Evangelização da Congregação Cristã no Brasil (DARPE) realizaram uma apresentação especial, levando música cristã e palavras de conforto aos pacientes, acompanhantes e profissionais da unidade. Com instrumentos clássicos executados com sensibilidade e dedicação, os integrantes do grupo entoaram louvores que despertaram nos ouvintes sentimentos de paz, esperança e fortalecimento espiritual.A ação foi acompanhada pelo diretor administrativo do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí, Davi Câmara, e pela coordenadora de enfermagem da Unacon, Samara Nunes. Participaram da iniciativa os cooperadores Valdiones Almeida Ferreira e Wanderley Ferreira Silva, juntamente com os músicos Andrei dos Santos Alves, Mizael Borges de Almeida, Victor Samuel Dias Tavares, Cleiton Gabriel Alves, Lucas de Sousa Rocha e Paulo dos Santos Silva, integrantes da Congregação Cristã no Brasil (CCB). Esta foi a primeira apresentação do grupo na Unacon, e a expectativa é que a ação passe a fazer parte da rotina da unidade. Segundo Valdiones Almeida Ferreira, integrante do DARPE, a música é uma forma de levar conforto espiritual a diferentes públicos. “Por meio da música compartilhamos o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo com aqueles que mais precisam. Realizamos esse trabalho em presídios, clínicas de reabilitação, albergues, instituições de longa permanência para idosos, hospitais e também junto às forças de segurança”, explicou. A musicoterapia traz benefícios físicos, psicológicos e emocionais para o paciente. Foto: Divulgação. Para a coordenadora de enfermagem da Unacon, Samara Nunes, iniciativas como essa são especialmente importantes para pacientes em tratamento oncológico. “Esse momento de música e espiritualidade traz tranquilidade ao ambiente hospitalar e contribui para o bem-estar emocional dos pacientes. A música tem um poder muito grande de tocar as pessoas. É uma maneira de se comunicar diretamente com Deus”, destacou. O cooperador Wanderley Ferreira Silva também ressaltou a receptividade da equipe da unidade. “Ficamos muito felizes com a forma como fomos acolhidos pela equipe da Unacon. Nosso objetivo é tornar essas visitas cada vez mais frequentes”, afirmou. De acordo com o diretor administrativo, Davi Câmara, a iniciativa promove integração e benefícios para todos os envolvidos na rotina hospitalar. “Projetos como esse contribuem para o bem-estar de pacientes, acompanhantes e colaboradores. A musicoterapia traz benefícios físicos, psicológicos e emocionais para o paciente, contribuindo para os processos de cura”, assegurou. Paciente da Unacon e morador de Goianésia do Pará, Erivaldo Silva ficou emocionado com a apresentação. “É simplesmente inesquecível para mim ouvir estas músicas religiosas ao som de instrumentos de sopro e de cordas, além da pregação dos cooperadores da igreja. Parabéns pela iniciativa”, declarou.
Hospital Oncológico alcança índice de 97,75% de satisfação dos usuários

Hospital Octávio Lobo registra 97,75% de satisfação de usuários Índice supera meta de 90% estabelecida no planejamento estratégico; avaliação considera toda a jornada do paciente na unidade Por Leila Cruz 04/03/2026 11h55 Maria Joana, mãe de Mikaelly, sente-se acolhida no hospital. Foto: Jaíne Oliveira. Ascom Hoiol O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) registrou em janeiro 97,75% de satisfação global dos usuários, índice que se mantém dentro da meta estabelecida de 90% no planejamento estratégico. Em 2025, a unidade encerrou o ano com 95,8% de satisfação. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (04/03) O resultado considera não apenas a avaliação do atendimento assistencial, mas toda a jornada do paciente, da entrada à alta, conforme dados coletados pelo Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU). O canal funciona como elo de comunicação entre famílias, equipes e alta gestão, atuando na resolução de demandas apresentadas pelos pacientes. Por meio do SAU, a unidade hospitalar busca reforçar o compromisso com a valorização e o protagonismo do usuário e dar resolutividade aos apontamentos em tempo hábil, por intermédio da política transversal de humanização. Segundo a gestão, o índice de satisfação é resultado de um trabalho contínuo centrado no paciente e na qualidade do atendimento, alinhado às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS). Capacitação e orientação fortalecem atendimento humanizado Para sustentar os resultados, o Hoiol, por meio do Núcleo de Educação Permanente (NEP), mantém ações de orientação aos pacientes e familiares sobre direitos, deveres e normas institucionais. Paralelamente, os colaboradores passam por capacitações obrigatórias com foco na Política Nacional de Humanização (PNH), estratégia que busca consolidar o acolhimento e a escuta qualificada durante toda a jornada assistencial. Segundo a diretora-geral, Sara Castro, alcançar e manter um índice tão elevado de satisfação é reflexo de uma gestão comprometida com as pessoas. “Trabalhamos com processos bem estruturados, monitoramento de indicadores e com uma equipe que entende que cuidar vai além do tratamento clínico. Nosso compromisso é oferecer uma jornada segura, transparente e humanizada, em que cada paciente e cada família se sintam respeitados”, afirmou a diretora Sara Castro. A coordenadora do SAU, Natacha Cardoso, destaca que a experiência do paciente também é monitorada por meio de pesquisas internas e avaliação pós-alta. “Além da satisfação global, também monitoramos a experiência do paciente por meio de pesquisas internas e avaliação pós-alta, utilizando indicadores como o Net Promoter Score (NPS) e outros instrumentos de mensuração da qualidade. Ao ouvirmos o usuário, fortalecemos o sentimento de pertencimento, porque ele se sente mais seguro e contribui diretamente para um atendimento mais qualificado”, afirmou. SAU recebe sugestões, elogios e reclamações O Serviço de Atendimento ao Usuário é estratégico para além da aplicação de pesquisas de satisfação. É um canal direto no qual as famílias realizam sugestões, elogios e reclamações, que possibilitam a identificação de oportunidades de melhorias. “Temos uma equipe preparada para acolher cada demanda com assertividade e sensibilidade, garantindo que o usuário se sinta ouvido e respeitado durante toda a sua jornada no hospital”, destacou Natacha. Pamela Ramos é a mãe do Ravi Júnior, 2 anos. Foto. Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Usuários destacam acolhimento durante o tratamento A cada mês, o hospital realiza uma pesquisa com mais de 1.000 exemplares preenchidos do Formulário de Satisfação do Paciente em todos os setores assistenciais. “Um dos diferenciais do Hoiol é a Comissão de Experiência do Paciente para que o nosso usuário possa relatar a vivência dentro da instituição de saúde, satisfações e insatisfações para gerarmos gráficos, indicadores e encontrarmos soluções junto à gestão durante reuniões mensais”, ressaltou Natacha Cardoso. “O atendimento tem sido muito bom. Meu filho iniciou o tratamento logo após o diagnóstico, pensei que fosse demorar, mas foi imediato.Sempre fui orientada e ouvida pela equipe quando estava com alguma dúvida ou precisei resolver algum problema. Tanto os médicos quanto os demais profissionais são muito atenciosos conosco”, disse Pamela Ramos, mãe do Ravi Júnior, 2 anos, em tratamento contra a Leucemia Mielóide Aguda (LMA). A dona de casa Maria Joana Pereira, de 34 anos, relatou ter se sentido bem acolhida durante o tratamento da filha Mikaelly Karolina, de 10 anos. A família veio do município Abaetetuba para acompanhar o atendimento da criança, que está em tratamento de um tumor agressivo desde o mês de dezembro de 2025. “O bom atendimento faz a diferença durante o período de internação. Desde o início me senti acolhida, recebi atenção. Tanto a alimentação, quanto a higiene e o atendimento são bem organizados”, disse. Ela contou ainda que ficou apreensiva em relação à demora para a realização da cirurgia da menina. “Fiquei preocupada porque estava demorando demais, cheguei a procurar o bloco cirúrgico para entender o que estava acontecendo, mas a equipe médica explicou que o procedimento exigia cautela por se tratar de uma cirurgia delicada na região do pescoço, mais especificamente na cervical esquerda. Eles explicaram que era muito arriscado fazer de qualquer jeito. Precisavam avaliar a melhor forma, então eles (os profissionais) optaram por dividir o procedimento em duas etapas, realizadas no mesmo dia, como forma de reduzir riscos. Depois disso, me senti mais tranquila”, relatou. Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), o Hoiol é referência na região amazônica no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária entre 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Classe hospitalar garante direito ao ensino no ‘Oncológico Infantil Octávio Lobo’

Classe hospitalar garante direito ao ensino no ‘Oncológico Infantil Octávio Lobo’ Desenvolvido por meio de cooperação técnica com a Secretaria de Educação, Projeto assegura que crianças e adolescentes continuem os estudos, reafirmando a educação como direito fundamental mesmo em meio ao tratamento do câncer Por Leila Cruz02/023/2026 10h57 O cronograma das aulas é individualizado de acordo com os atendimentos de saúde a fim de evitar impactos na rotina clínica e favorecer a adesão às atividades pedagógicas. Foto: Jaíne Oliveira/ Ascom Hoiol As alterações originadas pelo diagnóstico e tratamento do câncer em diferentes aspectos da vida dos pacientes, especialmente de crianças e adolescentes, fazem emergir a necessidade de readaptação na rotina familiar, social e educacional. Porém, mesmo longe da escola, o direito de continuar aprendendo é garantido pela Constituição Federal de 88 e pela Lei de Diretrizes de Base da Educação Nacional (LDB) nº 9.394. Mais que conteúdo escolar, essa garantia é um instrumento de cuidado, dignidade e perspectiva de futuro, e se afirma como política pública no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém. O Hoiol é habilitado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) e atua como referência para pacientes, de 0 a 19 anos incompletos, oriundos dos 144 municípios paraenses. Muitos deles necessitam permanecer semanas e até meses em cuidados médicos. Nesse período, contam com acompanhamento pedagógico que assegura a continuidade ao processo de escolarização. As atividades da Classe Hospitalar Professor Roberto França, do Hoiol, são desenvolvidas a partir do convênio de cooperação técnica com a Secretaria de Educação do Estado do Pará (Seduc), mediante a parceria entre o Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Hospital e a Coordenação Pedagógica da classe, por meio da Coordenadoria de Educação Especial (COEES)/Seduc. As aulas são ministradas por um corpo docente formado por duas pedagogas e 11 professores de diversas áreas de conhecimento, como Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Biologia , Química , Filosofia e Sociologia. A visita ao planetário com uma aula de campo que integra o projeto anual e engloba todos os componentes de ciência da natureza e de matemática. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol As modalidades de ensino e os conteúdos são ajustados às condições clínicas, ao ritmo de recuperação e às necessidades, com foco no bem-estar integral de cada estudante. O hospital disponibiliza os recursos e insumos necessários para que as aulas sejam transmitidas com qualidade: computadores, acesso à internet, material escolar por meio da doação de voluntários, enquanto o material didático é oferecido pela Seduc. Em 2025, o hospital conseguiu a doação de tablets para todos os alunos matriculados. Atuamos com modalidade presencial na sala de aula do 5º andar, com c“ronograma individualizado de acordo com os atendimentos de saúde a fim de evitar impactos na rotina clínica e favorecer a adesão às atividades pedagógicas enquanto o aluno-paciente estiver na unidade. Mas também oferecemos o atendimento à beira-leito para aqueles impossibilitados de comparecer à sala. E ainda o atendimento pedagógico em domicílio, conforme estabelecido pela educação especial, para aqueles que não estão internados, mas não apresentam condições de frequentar a classe”, informou a coordenadora do NEP, Natacha Cardoso. Histórias de Superação Crislane Silva, 22 anos, hoje é aluna do 7º semestre do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas, da Universidade Estadual do Pará (Uepa), fez tratamento contra leucemia no hospital e foi aluna da classe até ingressar no ensino superior. Para ela, a Classe Hospitalar exerceu um papel fundamental na conclusão do ensino médio, seja no leito, em sala de aula, ou de forma virtual. “Lembro que na época de pandemia, não haveria aula, então criei um e-mail e os professores se disponibilizaram a ministrar aula online. Sou muito grata por todo apoio pedagógico recebido para que eu pudesse estudar mais e aprender mais”, disse Crislane. “Olhando para minha trajetória vejo que a classe hospitalar contribuiu muito para a minha trajetória acadêmica. Os professores sempre me apoiaram no meu sonho de fazer faculdade e, quando passei, eles comemoraram junto comigo e esse sempre será um momento muito importante e especial para mim. A classe me deu apoio no momento mais difícil da minha vida e através dela eu pude concluir o ensino médio e entrar na faculdade. Sou muito grata mesmo a todos os professores que sempre me apoiaram e me motivaram a seguir meus sonhos e só tenho a agradecer por tudo que fizeram por mim. Cauã Nogueira afirma que o apoio dos profisisonais do hospital foi essencial durante o período de internação. Foto: Arquivo Pessoal Cauã Nogueira, 18 anos, reside na cidade de Baião. Em 2023, foi diagnosticado com um sarcoma de Ewing – um tumor maligno raro e agressivo que se forma nos ossos ou tecidos moles, e foi submetido a rotinas de quimioterapia e radioterapia. Na metade daquele ano entrou na Classe e saiu somente em 2024. Mesmo submetido a intervenções complexas, que o mantiveram internado por um longo período, os professores sempre que possível, ministravam as aulas. O adolescente afirma que isso permitiu continuar estudando e, finalmente, terminar o ensino médio sem interromper o tratamento. “Meus planos para o futuro é me tornar médico psiquiatra. Desde que passei a viver essa rotina hospitalar, sempre observei o medo das pessoas de que algo ruim acontecesse com seus filhos e filhas. A ansiedade e o medo criavam um clima tenso, quando deveria ser o contrário: um ambiente de esperança, força e coragem para enfrentar a doença, com a certeza de que buscamos a cura”, afirmou. Ele conta que nunca teve grandes dificuldades com isso, porque sempre acreditou que iria superar essa situação. “Acredito que, por meio da fé, podemos enfrentar qualquer situação e sair dela mais fortes e vitoriosos. Foi assim que consegui seguir em frente , com fé, com o apoio da minha família e dos meus amigos, e com a ajuda de vários profissionais do hospital, que tornaram tudo isso possível. E é por isso que eu quero me tornar um médico psiquiatra, para mostrar que a luta externa é inferior à luta que temos em nossas mentes”, declarou.
