HRPL realiza “SIPAT 2025” com foco em prevenção, segurança e cultura de respeito no ambiente de trabalho

HRPL realiza “SIPAT 2025” com foco em prevenção, segurança e cultura de respeito no ambiente de trabalho O encontro buscou sensibilizar os colaboradores, ampliar o entendimento sobre o tema e reforçar a importância de um ambiente de trabalho seguro, ético e respeitoso Por Pedro Amorim 19/11/2025  13h30 Orientação sobre alimentação saudável com a equipe de Nutrição. Foto: Divulgação A gestão do Hospital Regional Público do Leste (HRPL) promoveu, entre 10 e 14 de novembro, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes e Assédio no Trabalho (SIPAT) 2025, organizada pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). A programação foi estruturada para fortalecer a cultura de segurança, saúde e bem-estar entre os colaboradores, por meio de atividades educativas, momentosde diálogo e ações de sensibilização. Nos dias 10 e 11, a SIPAT contou com palestras conduzidas pelos advogados Dra. Tâmara Ferraz e Dr. Leonardo Santos, especialistas em Direito Trabalhista. Os profissionais abordaram, de forma clara e acessível, temas como assédio moral e sexual no ambiente de trabalho, apresentando conceitos, exemplos práticos, implicações legais e estratégias de prevenção. Os encontros buscaram ampliar a compreensão dos colaboradores e reforçar a importância de um ambiente ético, seguro e respeitoso. “O objetivo desses encontros foi sensibilizar os colaboradores, ampliar a compreensão sobre o tema e reforçar a importância de um ambiente organizacional seguro, ético e respeitoso”, pontuou Giselle Matos, presidente da CIPA. A semana continuou com atividades internas conduzidas por diversos setores do hospital. A Comissão de Humanização realizou uma intervenção temática com o setor de Nutrição em alusão ao Dia Mundial do Diabetes (14/11). Já o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT)promoveu diálogos sobre o Dia do Não Fumar (16/11), reforçando orientações de saúde e prevenção. Giselle Matos explica que essas ações consolidaram um espaço de aprendizado contínuo, promovendo o fortalecimento das práticas de prevenção, cuidado e respeito mútuo entre todos os profissionais do HRPL. Para Brenda Allen, nutricionista do HRPL, explicou que a ação sobre o diabetes gerou grande impacto e ajudou os participantes a entenderem, de forma clara, comoescolhas alimentares simples podem influenciar diretamente nos níveis de glicose e na saúde metabólica.  “Como nutricionista, conduzi uma apresentação com foco em educação alimentar e estratégias práticas para reduzir riscos, controlar a glicemia e promover hábitos que previnem o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Abordamos fatores como alimentação inadequada, sedentarismo, rotina, qualidade do sono e comportamento alimentar, reforçando que prevenção e manejo adequado são fundamentais para evitar complicações”. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas, no sudeste paraense. Mais informações: 0800 5803291.

Visita da Imagem de Nossa Senhora de Nazaré leva fé e esperança ao HRPL

Visita da Imagem de Nossa Senhora de Nazaré leva fé e esperança ao HRPL A visita da Imagem de Nossa Senhora de Nazaré proporcionou um momento especial de fé, espiritualidade e acolhimento a usuários, acompanhantes ecolaboradores Por Pedro Amorim14/11/2025 16h00 Padre Lucas Romano abençoando colaboradores, usuários e acompanhantes em diversos setores do hospital. Foto: Divulgação O Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, recebeu na manhã da última sexta-feira (14) a visita da Imagem de Nossa Senhora de Nazaré, proporcionando um momento especial de fé, espiritualidade e acolhimento parausuários, acompanhantes e colaboradores. A visita integra as festividades que antecedem o tradicional Círio da cidade e reforça o clima de devoção vivido ao longo da semana Conduzida pelo padre Lucas Romano, a imagepercorreu os corredores da unidade acompanhada pelo diretores, levando bênçãos e palavras de esperança a todos que encontrava pelo caminho. A iniciativa faz parte programação religiosa local e simboliza um gesto de cuidado emocional e espiritual, oferecendo conforto às pessoas em tratamento e às equipes assistenciais que dedicam diariamente seu trabalho ao cuidado da população. A colaboradora Camille recebeu cartinhas como forma de agradecimento. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica na Rua  Adelaide Bernades, s/n, no bairr Nova Conquista, em Paragominas, no sudeste paraense. Mais informações: 0800 5803291.

No Hospital Oncológico Infantil, a gentileza vira cura e transforma jornadas

No Hospital Oncológico Infantil, a gentileza vira cura e transforma jornadas No Dia Mundial da Gentileza, ‘Correio da Gratidão’, ‘Elogiados do Mês” e mural com fotos e cartas reuniram manifestações de carinho de usuários, acompanhantes e colaboradores da unidade Por Ellyson Ramos14/11/2025  14h57 Durante ações alusivas ao Dia Mundial da Gentileza, a coordenadora de Humanização do Hoiol, Natacha Cardoso, destaca o “Canto da Experiência do Paciente”, com alguns dos elogios recebidos durante o mês. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A gentileza já foi tema de músicas de artistas como Marisa Monte, Gonzaguinha, Kell Smith e até já ganhou uma data no calendário internacional, o dia 13 de novembro. O Dia Mundial foi instituído formalmente em 2000 e, há cerca de 20 anos, é promovido também em terras brasileiras, por meio da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV). No Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, a data foi marcada por elogios, cartas, abraços e muitos gestos simbólicos. A coordenadora de Humanização da unidade, Natacha Cardoso, conta que a data, idealizada para promover a empatia, o respeito e a generosidade nas relações humanas, adquire especial significado no ambiente hospitalar. “Quando nós trazemos o tema para um ambiente hospitalar, esse dia nos remete à importância da relação baseada em comunicação afetiva, empatia e confiança, essenciais para um tratamento eficaz e uma melhor experiência para todos. O profissional de saúde deve oferecer escuta ativa, respeito e compreensão, considerando as necessidades tanto do paciente quanto de seus familiares”, destacou. Reconhecimento – O “Correio da Gratidão” proporcionou um momento de troca de mensagens carinhosas, agradecimentos e elogios entre pacientes, familiares e colaboradores. Já no “Canto da Experiência”, um mural colocou em exposição algumas das fotos e cartinhas com relatos de pacientes e familiares em gratidão à instituição e aos colaboradores durante o tratamento. Com a interação, houve também o reconhecimento. “Essas iniciativas fortalecem a relação terapêutica, o atendimento humanizado e os vínculos entre pacientes e profissionais durante o tratamento oncológico, que frequentemente se estende por um longo período. E, isso nos remete também ao acolhimento e outras diretrizes da Política Nacional de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS)”, ressaltou Natacha. A colaboradora Camille recebeu cartinhas como forma de agradecimento. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A valorização do trabalho e do trabalhador também é uma diretriz fundamental, como destaca Natacha. “Por meio da atuação do Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU) e com o projeto ‘Elogiados do Mês’, há reconhecimento e valorização do profissional”, frisou. Um exemplo é o da técnica de enfermagem Camille Santos, que desenvolveu um forte vínculo de amizade com o paciente Luís Vasconcelos, de 13 anos. A mãe do adolescente, a dona de casa Fernanda Nascimento, 34 anos, agradece a atenção e o acolhimento dos profissionais. “Hoje, por exemplo, recebi um abraço e uma mensagem dizendo ‘estou aqui com você, o que precisar me chame’. Pode parecer pouco, mas isso marca a gente, pois todos nós gostamos de ser bem atendidos e respeitados. Gentileza gera mais gentileza e um ‘bom dia’, ou um ‘muito obrigado’ é importante tanto para quem atende quanto para quem é atendido”, destaca Fernanda, que há mais de um ano acompanha o filho em tratamento na unidade. Homenagens – De acordo com dados do SAU do Oncológico Infantil, foram aplicadas 1.004 pesquisas de satisfação na unidade durante o mês de outubro. A consulta permite que o usuário registre impressões e sugestões sobre o serviço. Dentre essas devolutivas, foram formalizados mais de 140 elogios diretos aos profissionais e setores, e apenas 20 reclamações.  “As reclamações são encaminhadas à diretoria para que sejam dadas as devidas tratativas e todas as mensagens de gratidão são reunidas e divulgadas por meio do projeto ‘Elogiados do Mês’, que leva, na íntegra, a fala, o elogio, o agradecimento do nosso usuário aos profissionais e setores. É muito emocionante, pois essa gratidão é algo que dinheiro algum pode comprar e faz com que o profissional se torne cada vez mais pertencente, feliz e comprometido em promover uma assistência acolhedora, segura, empática”, garantiu Natacha. O copeiro do Hoiol, Luciano Nunes, coleciona elogios dos usuários. Cada recado é recebido com muito carinho por ele, que, por vezes, se fantasia de super-herói para alegrar a rotina dos pacientes. Para o colaborador, que distribui refeições e sorrisos, gentileza é carinho que se dedica ao próximo sem esperar nada em troca. O copeiro Luciano Nunes coleciona elogios e por vezes se veste de super-herói para alegrar a rotina hospitalar. Foto: Divulgação “A alegria dos pacientes me emociona e sinto que já estou imerso nessa missão (vestir-se de super-herói para amenizar a rotina de quem está em tratamento contra o câncer). Levar alegria é fazer com que esqueçam, ainda que por instantes, a situação que estão vivenciando por conta da doença. Ouvir de um paciente que sou ‘o melhor tio’ e receber um sorrisão me toca profundamente. A gentileza transforma meus plantões e, se pararmos para pensar, ser gentil é colocar em prática o que Jesus Cristo nos ensinou e amar ao próximo como a nós mesmos”, disse. O psicólogo do Oncológico Infantil, Thiago Pinheiro, garante que a gentileza contribui para a redução do estresse e da ansiedade e fortalece o vínculo terapêutico. “As atitudes gentis, tanto da equipe de saúde quanto da família, exercem um impacto psicológico significativo no tratamento e na recuperação da criança, pois reduzem o estresse, a ansiedade e podem influenciar na percepção da dor. Também influenciam no fortalecimento do vínculo terapêutico, na adesão ao tratamento e na promoção dos recursos de enfrentamento da doença. A gentileza pode ser entendida como uma ‘tecnologia’ de cuidado integrada à linha terapêutica”, frisou.  Beatriz Pinheiro é auxiliar de Recursos Humanos no Oncológico Infantil e diz se surpreender pela gentileza e espontaneidade dos pacientes que a presenteiam com desenhos coloridos. As ilustrações cheias de cores e sentimentos já ganharam um cantinho especial. “Recebo cada um (desenho) com muito amor e guardo todos com carinho. A minha parede já se tornou um mural. Eu gosto de olhar e lembrar desses

Arteterapia ajuda a acolher pacientes de longa internação no Hospital Santa Rosa

Arteterapia ajuda a acolher pacientes de longa internação no Hospital Santa Rosa A unidade do Governo do Pará busca complementar o cuidado e o acolhimento com uma abordagem psicoterapêutica que combina arte e escuta ativa Por Wellington Hugles 12/11/2025  10h30 Foto: divulgação Em Abaetetuba, o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa (HRBT-SR) implementou a arteterapia como forma de aprimorar o atendimento aos pacientes internados. A prática é uma ferramenta que auxilia os pacientes a encontrar meios de enfrentar dificuldades, além de favorecer a humanização do cuidado, ao possibilitar a expressão pessoal e oferecer um ambiente propício ao lazer, atenuando o clima hospitalar. A hospitalização, para os pacientes, é um momento muitas vezes difícil, repleto de estresse emocional, isolamento social, desconforto físico, perda de controle e impacto na qualidade de vida. Além disso, a ausência da rotina diária e o afastamento de entes queridos podem gerar ansiedade e solidão. Diante desse cenário, o Hospital Santa Rosa ressalta a importância de abordagens complementares para minimizar os impactos da internação e oferecer uma experiência mais humanizada. Dessa forma, surgiu o Projeto Arteterapia, uma intervenção psicoterapêutica que alia a estimulação criativa — por meio de atividades de coloração e pintura — à escuta atenta da equipe de saúde às crianças internadas na ala pediátrica da clínica médica. A arteterapia, voltada especialmente a pacientes em tratamento prolongado, tem como objetivo promover atividades artísticas manuais que ajudem a criar laços e resgatar a singularidade de cada pessoa. Os desenhos e as atividades são escolhidos conforme as preferências individuais, buscando resgatar aspectos da identidade de cada paciente. Essa atividade criativa tem demonstrado resultados positivos, como a redução do estresse, o aumento da coordenação motora, o fortalecimento do convívio social, a elevação do ânimo e a diminuição da ansiedade. Para Claudemir Guimarães, diretor-geral do Hospital Santa Rosa, ações como essa fortalecem a missão da unidade de aprimorar a vivência do paciente. “Todo esforço investido em projetos de humanização visa criar um ambiente que transcende o tratamento tradicional, com o genuíno propósito de humanizar o cuidado em saúde, reconhecendo a singularidade de cada pessoa. É uma ação simples, mas que transforma completamente a forma de cuidar do paciente”, afirma Guimarães. Foto: Divulgação A importância da arteterapia – De acordo com Antonilda Pinheiro, do setor de Humanização, a arteterapia no HRBT-SR é uma ferramenta essencial para promover a humanização durante internações longas. O serviço de psicologia resgata parte da história de vida de cada paciente, utilizando, nos desenhos, imagens e símbolos que os representam. A assistente administrativa do setor de Humanização ressaltou: “A arteterapia é um recurso valioso no cuidado humanizado, pois oferece momentos de leveza, distração e expressão criativa, auxiliando as crianças a lidarem com o período de internação de maneira mais tranquila e positiva.” Antonilda complementa: “É considerado um recurso psicoterapêutico eficaz, particularmente em situações de hospitalizações prolongadas. O serviço de psicologia busca restaurar a subjetividade do paciente, enfocando os níveis motor, cognitivo e psíquico. A escolha dos desenhos, baseada nas histórias, interesses e simbolismos pessoais de cada criança, visa à humanização do atendimento e a uma assistência integral durante a hospitalização.” No Santa Rosa, a arteterapia tem sido fundamental para tornar o tratamento dos pacientes mais humano. Ray Henrique Cardoso, de 8 anos, um dos participantes do projeto, compartilha sua experiência. “A arteterapia no hospital vai além de uma simples atividade; trata-se de um processo de transformação pessoal. Quando me dedico à arte, percebo que consigo afastar minhas preocupações e me concentrar completamente no desenho. Isso me oferece uma saída dos dias de internação e tem um efeito muito bom no meu bem-estar”, relata Ray. Ações como essa evidenciam o comprometimento do Hospital Santa Rosa em oferecer uma assistência que vai além do tratamento médico convencional, destacando a importância de abordagens que integrem o cuidado emocional e psicológico à saúde física.

Hospital Regional Público do Leste supera 98% de aprovação entre os pacientes

Hospital Regional Público do Leste supera 98% de aprovação entre os pacientes Unidade do Governo do Pará investe em atividades interativas, acolhimento e excelência técnica para amenizar o tratamento no ambiente hospitalar Por Pedro Amorim 11/11/2025  16h24 Foto: Divulgação/Ag. Pará Uma assistência que prioriza o cuidado humanizado se reflete diretamente na satisfação dos usuários e na melhoria dos indicadores de saúde. No Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, a gestão alia excelência técnica e acolhimento, promovendo ações que tornam o ambiente hospitalar mais confortável, e menos traumático. O compromisso com a qualidade e o bem-estar dos pacientes influencia diretamente no atendimento ao usuário. De janeiro a outubro de 2025, o HRPL alcançou 98,4% de aprovação no índice de satisfação. Conceito ampliado – Uma das ações de destaque é a “Oficina do Autocuidado”. Idealizada pela Comissão de Humanização (CH), em parceria com o Núcleo de Educação Permanente (NEP) e a equipe multiprofissional da unidade, a iniciativa visa ampliar o conceito de cuidado em saúde, além do tratamento físico para contemplar aspectos mentais, sociais e espirituais que envolvem o processo de hospitalização. Por meio de atividades interativas, momentos de reflexão e dinâmicas de autocuidado, o projeto convida profissionais e pacientes a vivenciarem experiências que estimulam o autoconhecimento, o equilíbrio emocional e o fortalecimento de vínculos no ambiente hospitalar. A proposta integra a política de humanização do HRPL, contribuindo para um cenário mais saudável para todos. Foto: Divulgação. Assistência integral – O Hospital Regional do Leste conta com uma Comissão Hospitalar de Cuidados Paliativos, que promove, organiza e fortalece práticas de cuidados paliativos, assegurando assistência humanizada e integral aos pacientes com doenças crônicas, progressivas ou em estágio avançado. O tema foi abordado no II Simpósio de Cuidados Paliativos, em alusão ao Dia Mundial dos Cuidados Paliativos – celebrado no segundo sábado de outubro, que reuniu cerca de 230 alunos e profissionais da área da saúde na Faculdade Anhanguera. A gestão da unidade também realizada, durante o ano, campanhas, ações educativas em saúde, dinâmicas e eventos envolvendo usuários, acompanhantes e profissionais, a fim de ampliar a satisfação do público atendido. Entre as atividades interativas do Projeto “Oficina do Autocuidado”, o HRPL promoveu um bingo na área externa, oferecendo a oportunidade de mudar a rotina do ambiente hospitalar. O aposentado Manelito Soares, 67 anos, aprovou a iniciativa. “Gostei muito do bingo. Foi animado, divertido. Sair um pouco, pegar um ar, ajuda bastante”, disse o paciente. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas, no sudeste paraense. Mais informações: 0800 5803291.

Hospital Regional de Tucuruí realiza 4ª edição de Campeonato Interno de Futebol

Hospital Regional de Tucuruí realiza 4ª edição de Campeonato Interno de Futebol Após três meses de torneio, o time da Administração foi coroado campeão de 2025 Por Wellington Hugles11/11/2025  16h08 Foto: Divulgação Durante três meses, equipes de diversos setores do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT), incluindo Serviço de Higiene e Limpeza (SHL), Administração, Manutenção, Pronto-Socorro (PS), Unacon e UTI, se enfrentaram em partidas empolgantes realizadas na arena Fort Club. E no último sábado (8), o time da Administração levou a melhor e sagrou-se campeão do torneio. Cerca de 150 pessoas participaram diretamente da competição, entre atletas das categorias masculina e feminina, técnicos, auxiliares e equipe de arbitragem. Além disso, um grande número de torcedores marcou presença semanalmente, levando energia e apoio às suas equipes favoritas. Após intensos 90 dias de disputas, as equipes da Administração e da Limpeza (SHL) chegaram à grande final. Ao longo de toda a programação, o melhor jogador de cada partida foi premiado com uma medalha em reconhecimento ao desempenho individual. Na noite de 8 de novembro, a arena do Fort Club recebeu a grande decisão entre os times da Administração e do SHL. A equipe da Administração sagrou-se campeã de 2025, graças a uma jogada coletiva decisiva que resultou no gol de Paulo, o herói da partida. O time do Serviço de Higiene e Limpeza (SHL) garantiu o título de vice-campeão, enquanto a equipe de Manutenção conquistou as medalhas de 3º lugar. Com espírito esportivo e muita emoção, o campeonato se encerrou deixando no ar a sensação de “quero mais”. O reencontro já tem data marcada: 2026 promete novas disputas, novas histórias e mais uma celebração da integração e do talento dos colaboradores do HRT.

Pacientes do Oncológico Infantil visitam o Museu das Amazônias, em Belém

Pacientes do Oncológico Infantil visitam o Museu das Amazônias, em Belém Atividade pedagógica destacou a importância da preservação ambiental e da valorização das culturas tradicionais da região amazônica Por Ellyson Ramos04/11/2025  15h14 Educadores da Classe Hospitalar do Hoiol acompanham os alunos durante atividade pedagógica no Museu das Amazônias. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Na tarde de segunda-feira (3), alunos da Classe Hospitalar Professor Roberto França, do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), participaram de uma atividade pedagógica no recém-inaugurado Museu das Amazônias (MAZ), localizado no Porto Futuro II, em Belém. A visita à instituição integrou o componente curricular de artes e linguagens e teve como objetivo ampliar o conhecimento dos estudantes sobre cultura regional, sustentabilidade e diversidade. De acordo com a professora Ana Elvira dos Santos, a atividade ofereceu aos alunos uma vivência integradora. “Foi uma iniciativa da Coordenação-Geral do Atendimento Educacional Hospitalar e Domiciliar da Seduc (Secretaria de Estado de Educação) e envolveu todas as classes. Os objetivos pedagógicos da visita incluem a aplicação prática dos conteúdos de artes e a temática da sustentabilidade. Já os objetivos terapêuticos visavam proporcionar uma experiência fora do hospital, com contato com o meio ambiente e pontos turísticos de Belém, especialmente para os alunos que não são da cidade”, explicou. Os estudantes da classe hospitalar do Hoiol exploram a exposição “Ajuri”. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Implementado pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG) em parceria com o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), o MAZ faz parte do Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIMM) da Secretaria de Estado de Cultura do Pará e busca unir ciência, arte e tecnologia em experiências imersivas e sensoriais. Durante a visita, os estudantes conheceram a exposição “Ajuri”, composta por instalações de onze artistas. A mostra, cujo nome vem do tupi e significa “mutirão, ajuda mútua”, propõe uma reflexão coletiva sobre a preservação ambiental e o respeito aos saberes tradicionais da Amazônia. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Para os alunos, a visita foi um momento de encantamento e descoberta. Lucas Carvalho, 17 anos, se impressionou com a arte indígena. “Gostei muito da representação, a forma como a pintura era feita, diferente de tudo que eu já tinha visto, me marcou bastante”, contou. Juliana Rodrigues, 9 anos, destacou o caráter interativo da exposição. “Achei muito interessante. Tem uma esfera gigante e muitas outras coisas que representam a história da Amazônia, a nossa história”, disse.  O estudante Nilson Marques também não poupou elogios e definiu a experiência como “extraordinária e enriquecedora”. “Aprendi sobre diferentes culturas e percebi a importância de respeitá-las. As fotografias e os quadros me impressionaram bastante. Tudo foi muito enriquecedor e nos proporcionou ampliar a mente e o conhecimento”, relatou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Segundo a professora Ana Elvira, a experiência complementa os conteúdos sobre povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos estudados em classe. “A visita permitiu aprofundar a discussão sobre os povos tradicionais e despertar o interesse dos alunos pela vivência cultural da região. Trabalhar com espaços imersivos ajuda a compreender os impactos do desmatamento e da poluição, promovendo consciência ambiental e responsabilidade com a floresta”, acrescentou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A coordenadora do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Hoiol, Natacha Cardoso, destacou que a ação está alinhada à Política Nacional de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS), que propõe uma atenção integral ao paciente, considerando também os aspectos sociais e culturais. “Atividades fora do hospital permitem consolidar o que é aprendido em sala por meio da transversalidade. O conteúdo teórico se transforma em prática e contribui para a formação integral dos alunos como cidadãos”, afirmou. Ainda de acordo com Natacha, o NEP tem como missão garantir o direito à educação de crianças e adolescentes em tratamento de saúde, assegurando a continuidade do processo de aprendizagem e facilitando sua reinserção escolar e social. Ela destaca que desde 2015, ano em que o Hoiol foi fundado, a Classe Hospitalar Professor Roberto França é referência em educação inclusiva. O serviço é resultado da cooperação técnica da unidade com a Coordenadoria de Educação Especial (Coes), da Seduc. “Nosso maior desafio é promover o cuidado individualizado e manter viva a motivação pelo aprendizado, mesmo diante das adversidades”, concluiu a coordenadora. A coordenadora do Núcleo de Educação Permanente do Hoiol, Natacha Cardoso, e a professora da Classe Hospitalar Prof. Roberto França, Ana Elvira Santos. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob o contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O Museu das Amazônias (MAZ) está situado no Armazém 4A do Complexo Porto Futuro II (Av. Marechal Hermes, 14, bairro do Reduto, Belém – PA). A entrada é gratuita até fevereiro de 2026, e os ingressos podem ser retirados no site sympla.com.br ou na bilheteria do museu.

Equipe do HOIOL aborda sobre segurança transfusional durante congresso em São Paulo

Equipe do HOIOL aborda sobre segurança transfusional durante congresso em São Paulo Estudo apresentado no HEMO 2025 evidencia redução expressiva no número de transfusões e reforça o protagonismo do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo em práticas seguras e sustentáveis de hemoterapia pediátrica Por Leila Cruz03/11/2025  16h37 Foto: Divulgação O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) marcou presença no Congresso Brasileiro de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular – HEMO 2025, realizado de 29 de outubro a 1º de novembro, em São Paulo (SP). A diretora técnica, Alayde Vieira, a hematologista Iê Fernandez e o biomédico Matheus Bernardes apresentaram o estudo “Estratégias Eficazes Para o Uso Racional de Hemocomponentes no Maior Hospital Oncológico Infantil do Brasil”, e destacaram a contribuição à segurança transfusional e ao uso responsável dos hemocomponentes em pacientes pediátricos com câncer. Para a diretora técnica, Alayde Vieira, a participação do hospital no Congresso é o reflexo do trabalho construído ao longo dos anos dentro da unidade, sempre pautado na segurança do paciente e na consolidação da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia e da oncologia pediátrica do Hospital Oncológico Infantil como referências na região, mesmo diante de tantos desafios. “Conseguimos identificar e implementar oportunidades de melhoria contínua mesmo dentro das nossas limitações. Apesar dos obstáculos que ainda existem na região Norte, quando temos uma equipe engajada, com senso de pertencimento e disposta a buscar o melhor dentro das possibilidades, conseguimos entregar resultados de excelência, que se refletem no melhor atendimento aos nossos pacientes oncológicos”, afirmou. O trabalho científico evidencia resultados expressivos obtidos com a adoção de protocolos clínicos rigorosos, auditorias internas e capacitação permanente das equipes multiprofissionais. De acordo com os dados apresentados, o Hoiol realiza atualmente média de 270 transfusões mensais, uma redução significativa em relação a anos anteriores, quando eram realizadas cerca de 400 transfusões por mês. Esse é um reflexo da implementação de estratégias baseadas em evidências e na cultura de segurança do paciente.  A diretora técnica do Hoiol, Alayde Vieira.Foto: Divulgação “A transfusão salva quando é bem indicada. Quando não é, pode trazer riscos ao paciente por várias razões. Por isso, quanto menos transfundir, melhor. Essa é a verdadeira segurança do paciente”, destaca o biomédico Matheus Bernardes. As ações descritas no estudo refletem o compromisso do Hospital Oncológico Infantil com a qualidade assistencial, a sustentabilidade e a segurança transfusional. A instituição investe continuamente em educação permanente, integração multiprofissional e auditoria clínica, assegurando que cada transfusão seja realizada de forma criteriosa, segura e baseada em evidências. A participação da equipe no HEMO 2025 reafirma o protagonismo científico do Hoiol e o papel estratégico na disseminação de boas práticas em saúde, reforçando o compromisso com a gestão responsável dos recursos hemoterápicos e a excelência no cuidado ofertado às crianças e adolescentes com câncer. A hematologista Iê Fernandez e o biomédico Matheus Bernardes compõem a equipe da Agência Transfusional do Hoiol. Foto: Divulgação “Desde o início do Oncológico Infantil em 2015, focamos em educação continuada para as equipes sobre o uso racional dos hemocomponentes, tanto de dentro da Agência Transfusional formada por biomédicos, farmacêuticos, enfermeiros e técnicos de laboratório quanto para os colegas médicos (prescritores), trazendo sempre as atualizações no contexto da hemoterapia com aplicação ao nosso perfil de atendimento”, informou Iê Fernandes. Segundo a hematologista, foram definidos protocolos de atendimento que subsidiam os dados estatísticos para avaliação de indicadores de qualidade e segurança transfusional. “Nós avaliamos 100% das solicitações de hemocomponentes e, sempre que detectamos alguma quebra de protocolo, contactamos o médico para discutir o caso e consensuar o melhor atendimento ao paciente, seja transfundido ou suspendendo a transfusão, desde que bem subsidiada a opção”, destacou. Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob o contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

Ação no Hospital Santa Rosa cria carimbo emocional para recordar o parto

Ação no Hospital Santa Rosa cria carimbo emocional para recordar o parto O projeto “Arte da Placenta como Carimbo do Amor” transforma a placenta em obras de arte e cria um carimbo afetivo para marcar o momento do parto Por Wellington Hugles 01/11/2025  14h18 Foto: divulgação Três dias depois de dar à luz sua primogênita, Aylla, no Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, unidade da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) localizada em Abaetetuba, Lueli Gonçalves Martins, uma jovem de 26 anos residente no município, recebeu um carimbo feito com sua própria placenta como um símbolo tocante de sua gestação. “É como uma árvore-da-vida, uma experiência gratificante”, celebrou ela, que teve a filha por meio de um parto normal.  Durante a gestação, a placenta se forma no útero e é considerada um órgão temporário. Ela é fundamental para a sobrevivência e crescimento do feto. Ela desempenha funções respiratórias, endócrinas, imunológicas e nutritivas, além de ser o meio pelo qual ocorrem as trocas fisiológicas entre mãe e bebê durante a gestação. Ela é eliminada pelo corpo imediatamente após o parto. Foto: Divulgação Para eternizar esse momento, é possível aplicar tinta na placenta e, em seguida, fazer uma impressão em papel. O objetivo é transformar o parto em uma obra de arte que simbolize o começo da vida. Segundo a coordenadora do Eixo Obstétrico do Hospital, Patrícia Muniz, o projeto intitulado ‘Arte da Placenta como Carimbo do Amor’ tem como principal finalidade eternizar a experiência da maternidade, “celebrando a nova vida por meio de uma recordação afetiva e visual que conecta mãe e bebê, uma vez que a placenta é responsável por nutrir e proteger o feto durante a gestação, sendo vista como o símbolo do milagre da vida”. O projeto “Arte da Placenta como Carimbo do Amor” propõe que, em vez de ser tratado como descarte hospitalar, o órgão seja convertido em recordações afetivas por meio da criação de quadros que evocam o nascimento, a maternidade e a força do corpo feminino. Essa iniciativa, embora inovadora, já conta com a colaboração de toda a equipe. “É algo tão bonito e cativante quando as mães estão pintando e registrando esse momento tão significativo de suas vidas”, completa a coordenadora. Foto: Divulgação Mayane dos Santos Lima, de 23 anos, foi uma das mulheres cujo momento foi registrado. Ela celebra o nascimento da pequena Maria Júlia, que veio ao mundo no dia 3 de outubro. “Para várias mães, o carimbo da placenta tornou-se um gesto encantador que não só exibe sua beleza, mas também representa uma jornada de amor e cuidado entre mãe e filho. Essa pintura representa a fase mais importante da minha vida e possui um significado profundo. Ao contemplar aquela bela obra de arte, fui tocada por perceber que toda a minha vida estava representada na árvore da vida.  É a lembrança mais linda que tenho sobre a maternidade”, destacou em um depoimento marcante. “É uma maneira muito especial que o hospital criou para tornar nosso momento ainda mais memorável e para preservar essa recordação conosco”, completou a jovem mãe, que reside em Abaetetuba (PA).

Hospital Regional, em Paragominas, faz ações pelo Outubro Rosa com educação em saúde

Hospital Regional, em Paragominas, faz ações pelo Outubro Rosa com educação em saúde Durante dois dias, unidade promoveu à prevenção e à conscientização sobre o câncer de mama e do colo do útero para usuários e acompanhantes Por Pedro Amorim 01/11/2025  09h00 Foto: divulgação Em alusão ao Outubro Rosa, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL), em Paragominas, realizou dois dias de atividades voltadas à prevenção e à conscientização sobre o câncer de mama e do colo do útero. As ações contaram com ações de educação em saúde, atendimentos clínicos e orientações de saúde voltadas a usuários, acompanhantes e colaboradores da unidade. No dia 29 de outubro, foram realizadas atividades educativas sobre câncer de mama. Já no dia 30, o tema abordado foi câncer do colo do útero. As ações envolveram mais de 100 usuários e acompanhantes. “Fazer Educação em Saúde é uma forma de alcançar as pessoas com informações e orientações que favoreçam o não adoecimento por causas preveníveis ou por tratamento em fase inicial da doença e tenham qualidade de vida”, pontuou a enfermeira do Núcleo de Educação Permanente (NEP), Érica Amador. Ação com colaboradoras – Além dos momentos educativos, houve coleta de exame preventivo (PCCU) e exame clínico das mamas com as colaboradoras da unidade, que foram realizados em parceria com a Prefeitura de Paragominas, por meio da enfermeira Laura Patriota, da Unidade Básica de Saúde do município. Foto: Divulgação. “No que diz respeito à saúde do trabalhador, essa prática torna-se ainda mais relevante. Como enfermeira do setor de Gestão de Pessoas do HRPL, acredito que incentivar ações voltadas ao acolhimento e ao cuidado dos nossos colaboradores é uma forma de retribuir a dedicação de quem serve, com tanto empenho, os mais de 23 municípios da nossa região”, enfatizou Érica Amador. Ela acrescenta que a parceria com o município de Paragominas e com a enfermeira Laura Patriota foi fundamental para concretizarmos à colaboradoras do hospital o tão almejado princípio da universalidade do acesso aos serviços de saúde, conforme preconiza o SUS. Ao todo, 30 colaboradoras do hospital participaram dos exames preventivos, sendo 16 delas submetidas à coleta de PCCU. As atividades reforçaram o compromisso do HRPL com a promoção da saúde e a prevenção do câncer entre mulheres, incentivando o autocuidado e o diagnóstico precoce. Aprovação – Maria Ana Cléa Barros Sousa, de 50 anos, que atua na área de serviços gerais, foi uma das participantes das ações educativas promovidas durante o Outubro Rosa no HRPL. Atenta à própria saúde, ela conta que costuma acompanhar campanhas de prevenção. Foto: Divulgação Eu cuido da minha saúde e sempre vou ao postinho, inclusive fiz o preventivo recentemente. Essa palestra me fez lembrar de continuar me cuidando”, afirmou Maria Ana, destacando que também incentiva a filha, de 30 anos, a manter os exames em dia. Para ela, as palestras e ações promovidas pelo hospital são fundamentais para fortalecer o autocuidado e ampliar o acesso à informação. “Essas palestras são importantes porque incentivam a população e alertam sobre a necessidade de se cuidar. Nem todo mundo tem acesso ou lembra de ir ao postinho”, observou. Dados – Entre janeiro e setembro de 2025, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL) realizou 164 consultas em ginecologia oncológica e 412 em mastologia. No mesmo período, foram contabilizadas 54 biópsias de mama, 58 biópsias de colo do útero e 157 colposcopias. A unidade também realizou 35 cirurgias na especialidade de ginecologia oncológica e 13 procedimentos cirúrgicos em mastologia. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.

No Oncológico Infantil, palestras conscientizam sobre sinais e sintomas do câncer de mama

No Oncológico Infantil, palestras conscientizam sobre sinais e sintomas do câncer de mama Programação alusiva ao Outubro Rosa orientou colaboradores e responsáveis dos pacientes atendidos na unidade Por Ellyson Ramos30/10/2025  17h49 Palestras foram realizadas na recepção e no auditório da instituição. Foto: Jaíne Oliveira/AscomHoiol Temas voltados à prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer de mama foram abordados em palestras realizadas nesta quarta (29) e quinta-feira (30), no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém. As atividades ocorreram no auditório e na recepção da unidade, e promoveram a conscientização sobre a neoplasia que acomete majoritariamente mulheres adultas, perfil predominante entre colaboradoras, familiares de crianças e adolescentes em tratamento. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama continua sendo o tipo que mais causa mortes entre mulheres no Brasil. Para este ano, a estimativa é de 73.610 novos casos da doença. Em 2025, o Ministério da Saúde (MS) ampliou a faixa etária para o rastreamento ativo no Sistema Único de Saúde (SUS) e, atualmente, recomenda a mamografia para mulheres dos 40 até os 74 anos, mesmo sem sinais ou sintomas de neoplasia na mama. A enfermeira do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (Sesmt) do Hoiol, Rosinete Soares, destaca que o conhecimento e o autocuidado são fundamentais para identificar sinais da doença precocemente. “Em apoio à campanha Outubro Rosa, o Hoiol idealizou esses momentos para orientar tanto as colaboradoras quanto as acompanhantes dos usuários. O conhecimento ajuda na prevenção e na busca de um diagnóstico precoce. Além disso, a informação correta derruba mitos, ameniza os medos e vem para nos mostrar que o cuidado deve começar antes da doença”, disse. As palestras abordaram ainda fatores de risco, como o excesso de peso, o sedentarismo e o consumo de álcool. Vestindo um acessório de crochê que representava as mamas, a palestrante também demonstrou como deve ser feito o autoexame e explicou quais sinais merecem atenção. “É preciso buscar orientação médica ao notar alterações na pele, nódulos, assimetria mamária, secreção e dor”, alertou Rosinete.  Colaboradoras do Hoiol integram série de palestras alusivas ao Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama. Foto: Jaíne Oliveira/AscomHoiol A equipe da unidade também apresentou uma dança educativa, que ilustrou o passo a passo do autoexame das mamas, e ajudou a fixar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce. “A apresentação lúdica facilita a memorização do que a mulher precisa observar e palpar para identificar alterações. Os passos e a batida da música são tão simples quanto o exame”, acrescentou a palestrante. Entre as participantes, a colaboradora Joyce Wanzeler, 43 anos, líder do Serviço de Atendimento ao Usuário do Hoiol, compartilhou uma experiência pessoal. “Certa vez, bati acidentalmente a mama esquerda e notei alterações no tamanho, vermelhidão e dor. Eu fiquei bastante apreensiva, assim como minha família, que sofreu até eu decidir procurar ajuda médica. A especialista me acalmou e orientou sobre os passos que deveria seguir. Fiz os exames e descobri que não eram tumores cancerígenos, mas cistos líquidos. Eram quatro em uma mama e três na outra, todos palpáveis. E apesar de conhecer o autoexame, eu, assim como muitas mulheres, não tinha o hábito de palpar as mamas ou buscar  atentamente alguma alteração”, contou. Para Joyce, campanhas como o Outubro Rosa incentivam o cuidado. “A campanha vem para nos mostrar que precisamos colocar em prática o que aprendemos. E essas palestras, com demonstração lúdica sobre como deve ser feito o autoexame, são muito esclarecedoras. Eu falo abertamente sobre a minha experiência para que outras mulheres olhem atentamente para si mesmas. Consulte um médico e faça os exames de rastreamento regularmente. A prevenção e o diagnóstico precoce salvam vidas”, afirmou Joyce. Natural do município de Augusto Corrêa, nordeste paraense, a dona de casa Mara Alves, de 38 anos, acompanha o filho, Murilo, de dois anos, no tratamento contra a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA). Ela conta que desde o diagnóstico da criança, ocorrido há quatro meses, se dedica exclusivamente ao cuidado do filho e se via sem tempo para cuidar da própria saúde. “Com a palestra falando sobre a importância da prevenção e do autocuidado, reconheço que é essencial prestar atenção aos sintomas do nosso corpo e que é importante se cuidar. O autocuidado também é uma prevenção. Embora tenha feito um ultrassom da mama antes do nascimento do Murilo, vou ficar mais atenta, planejar e fazer exames preventivos, pois já estou chegando aos 40 (anos)”, afirmou. Mãe do paciente Murilo Alves, de 2 anos, a dona de casa Mara Alves acompanhou palestra realizada na recepção da unidade. Foto: Jaíne Oliveira/AscomHoiol Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob o contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

Vacinação adequada é aliada na proteção de crianças em tratamento contra o câncer

Vacinação adequada é aliada na proteção de crianças em tratamento contra o câncer A atualização da carteira vacinal deve ser planejada e acompanhada por oncologistas e pediatras, a fim de reduzir complicações graves Por Leila Cruz30/10/2025  17h30 Foto: Divulgação A vacinação é considerada uma das estratégias mais eficazes para a prevenção em saúde pública ao proteger contra doenças ocasionadas por vírus, bactérias e germes, que podem causar diversas doenças. Mas, quando se trata de crianças em tratamento oncológico, esse tema exige atenção redobrada para garantir a imunização adequada, reduzir complicações graves e preservar a vida dos pacientes. As vacinas inativadas, como a da gripe, Covid-19 e a do Papiloma vírus humano (HPV) são consideradas seguras para esse público, especialmente em fases de baixa dose de quimioterápico ou manutenção. Entretanto, devem ser suspensas durante o tratamento aquelas com vírus atenuado (como sarampo, caxumba, rubéola, catapora, febre amarela e rotavírus). São contraindicadas durante a imunossupressão, pois podem causar infecções graves. Conforme explica a oncologista pediátrica do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, Karoline Silva, durante o tratamento contra o câncer o sistema imunológico da criança fica comprometido. Segundo a especialista, “a vacinação deve ser realizada antes do início da intervenção terapêutica e ser suspensa, de forma temporária, durante os períodos de imunossupressão grave, com intervalos que podem variar de acordo com o tipo da vacina e do protocolo de tratamento.” Oncologista pediátrica Karoline Silva: vacinação planejada é ato de amor, proteção e responsabilidade. Foto: Jaíne Oliveira/AscomHoiol “A quimioterapia, a radioterapia e até o transplante de medula óssea reduzem a capacidade do organismo de responder às vacinas e de combater infecções. A imunossupressão pode diminuir a eficácia da imunização, porém isso não significa que as vacinas deixam de ser importantes. A vacinação é fundamental para prevenir quadro mais graves de doenças infecciosas, mas deve ser indicada e adaptada pelo oncologista, conforme a condição clínica de cada paciente”, esclareceu a especialista. Nos casos de transplante de medula, por exemplo, a vacinação costuma ser reiniciada cerca de seis meses após o procedimento ou após a suspensão do uso de imunossupressores. “O oncologista avalia parâmetros como a quantidade de linfócitos e a recuperação imunológica antes de liberar as doses”, explicou Karoline Silva. Planejamento – O cartão de vacinação atualizado é um grande aliado antes e durante o tratamento oncológico. “Quando a criança chega ao diagnóstico com todas as vacinas em dia, enfrentamos o tratamento com mais tranquilidade, pois sabemos que ela já tem uma proteção básica contra várias doenças. Não menos importante é realizar a atualização vacinal de todos os contatos próximos, tais como familiares e cuidadores”, ressaltou a oncologista pediátrica. Por isso, a avaliação com o pediatra antes do início do tratamento é decisiva para que a família saiba como a imunização deve ser realizada. Já o oncologista, durante ou após o tratamento, avalia quando a criança tem indicação a vacinas especiais e a encaminha para os Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie). Essas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) oferecem imunobiológicos especiais para pacientes imunossuprimidos. O acesso é feito mediante encaminhamento médico. Elizandra e Thayla: vacinas em dia. Foto: Jaíne Oliveira/AscomHoiol Imunização personalizada – Em alguns casos, há necessidade de doses de reforço ou monitoramento sorológico para avaliar a presença de anticorpos e garantir a eficácia da proteção. As recomendações seguem protocolos nacionais e internacionais, como o Guia de Imunização da Sociedade Brasileira de Imunologia, o protocolo da Sociedade Americana de Oncologia Clínica e as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), todos voltados à segurança e à personalização do cuidado vacinal. A dona de casa Elizandra Costa, 35 anos, mãe de Thayla Brito, 11 anos, contou que a vacinação da menina estava em dia antes do diagnóstico do câncer. “Quando descobrimos a doença, minha filha precisou dar uma pausa nas vacinas, exatamente até o momento onde parou, em razão da quimioterapia. Agora, já faz 11 meses que está fora de tratamento, somente em monitoramento. Vamos conversar com a oncologista sobre isso”, disse Elizandra. Entre dúvidas e receios, alguns pais sentem medo de vacinar os filhos durante o tratamento contra o câncer. No entanto, Karoline Silva reforçou que “quando a vacinação é planejada de forma adequada e segura representa um ato de amor, proteção e responsabilidade. É uma etapa essencial no cuidado integral da criança com câncer, fortalecendo não apenas o corpo, mas também a esperança de dias mais saudáveis.”