Hospital Regional de Tucuruí promove o Dia D das campanhas Abril Azul e Verde

Hospital Regional de Tucuruí promove o Dia D das campanhas Abril Azul e Verde O assunto foi trabalhado com os colaboradores durante o mês de abril, por meio de ações que se concentraram na apresentação de dados alarmantes sobre o número de acidentes de trânsito Por Wellington Hugles 29/04/2026 14h44 Foto: Divulgação O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT e a Unacon realizaram, na manhã de terça-feira (28), um evento em homenagem ao Dia D das campanhas de conscientização Abril Azul, dedicado ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), e Abril Verde, que foca na Segurança e Saúde no Trabalho. A programação incluiu pacientes, acompanhantes e colaboradores que, além de ampliarem seus conhecimentos por meio de palestras, participaram também de uma sessão de alongamento como forma de cuidar da saúde e do bem-estar. Na cerimônia de abertura do Dia D das campanhas Abril Azul e Verde, realizada no corredor principal do HRT, houve um momento de oração e louvor. Durante a programação, a equipe do Centro Municipal de Atenção à Pessoa com Autismo (Cemapa) ministrou palestras sobre o autismo, e as equipes do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) conduziram palestra com o tema “Segurança não é sorte. É escolha”. O assunto foi trabalhado com os colaboradores durante o mês de abril, por meio de ações que se concentraram na apresentação de dados alarmantes sobre o número de acidentes de trânsito envolvendo colaboradores em 2025, no trajeto entre a residência e o trabalho. A equipe acredita que, por meio da conscientização, é possível reduzir a quantidade de acidentes, assegurando a saúde, a segurança e o bem-estar de todos os membros da equipe do Complexo Hospitalar de Tucuruí. Os participantes puderam desfrutar de um momento de descontração com alongamento, conduzido pela profissional residente Stefany Menezes, que promoveu uma oportunidade de união e interação entre todos, sempre visando à saúde e ao bem-estar no trabalho. Rubens Júnior, coordenador do Centro Municipal de Atenção à Pessoa com Autismo (Cemapa), celebrou a participação na programação do HRT: “O Cemapa vem desenvolvendo o acolhimento das pessoas com autismo e estaremos sempre de portas abertas para acolher, ajudar e orientar”, destacou. Foto: Divulgação A coordenadora técnica do Cemapa, a psicopedagoga Susana Sales, destacou, durante sua palestra, a importância do acesso aos serviços de atendimento voltados para crianças e adolescentes com diagnóstico, como TEA, TDAH e deficiência intelectual. O posto de saúde é a porta de entrada e o ponto inicial para a realização tanto do diagnóstico quanto do acompanhamento. Após a realização de exames, os médicos encaminham os pacientes para acompanhamento com neurologistas. Identificados os casos de TEA, TDAH e deficiência intelectual, o Cemapa dá início ao acolhimento e ao atendimento com equipe multidisciplinar, que conta com assistentes sociais e profissionais de enfermagem. A coordenação do centro mantém contato com toda a rede de atenção básica, o que assegura que os pacientes recebam um atendimento completo em diversas especialidades. Foto: Divulgação Segundo Susana Sales, é fundamental que a avaliação do autismo aconteça, pois muitos diagnósticos indevidos, como o mutismo seletivo, ocorrem devido à falta de comunicação verbal. “A ausência de formação de frases simples e a falta de resposta ao nome são indicativos para que as famílias busquem avaliação profissional”, disse. Segundo ela, a socialização é essencial e não é incomum que crianças autistas apresentem movimentos repetitivos. Esses sintomas podem persistir na idade adulta e muitos adultos não diagnosticados podem apresentar sinais de ansiedade ou depressão. “É essencial acompanhar, desde a infância, os comportamentos, pois o diagnóstico deve ser fundamentado em sinais presentes antes dos 12 anos, como a rigidez comportamental e a sensibilidade a estímulos sensoriais, características persistentes do autismo”, concluiu. Foto: Divulgação O diretor-geral do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí, Junior Souto, destacou a importância da programação: “Desde o ano passado, começamos a desenvolver um projeto voltado para a qualidade de vida dos trabalhadores, e agora ele está em pleno funcionamento, com o objetivo de ampliar as oportunidades de cuidado para nossos colaboradores. O projeto tem um nome que diz tudo: ‘Quem cuida precisa de cuidado’. Este ano, já conseguimos disponibilizar exames periódicos de saúde para nossos servidores, além de firmar parcerias que garantem descontos em academias. Também contamos com um serviço de apoio nutricional, que inclui a implementação de uma balança de bioimpedância, na qual cada colaborador é avaliado. Estamos oferecendo acompanhamento psicológico, conduzido pela psicóloga Tauane, e iniciando a oferta de apoio psiquiátrico.” Foto: Divulgação “Certamente, ao traçarmos o perfil da nossa equipe, temos identificado essas necessidades e proporcionado suporte aos nossos colaboradores. Ao mesmo tempo em que fortalecemos essas oportunidades, conseguimos cuidar ainda melhor de todos. Nosso time, atualmente, é formado por 912 servidores que atuam no complexo hospitalar e que, todos os dias, se empenham em cuidar da vida e da saúde das pessoas. Em nome do Complexo Hospitalar e da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), agradecemos, como sempre, o empenho e a dedicação de todos. Agradecemos também a presença de todos no evento. Que Deus nos conceda bênçãos e nos fortaleça nessa missão de cuidar das pessoas”, finalizou o diretor. Serviços – O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí compreende o Hospital Regional de Tucuruí (HRT) e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que oferece uma ampla variedade de serviços médicos, laboratoriais e multiprofissionais, garantindo à população acesso a atendimento integral e especializado, totalmente gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Foto: Divulgação
Tapa no Visual: Ação promove corte de cabelo para pacientes das Clínicas Médica e Traumatológica do Hospital Santa Rosa

Ação promove corte de cabelo para pacientes das Clínicas Médica e Traumatológica do Hospital Santa Rosa A proposta nasceu da vivência do barbeiro Guilherme Costa, que acompanhou o pai durante internação e percebeu como um corte de cabelo pode fazer falta nesse período Por Wellington Hugles 29/04/2026 13h24 Foto: Divulgação Nesta terça-feira (28), o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, ofereceu cortes de cabelo aos pacientes internados nas clínicas médica e de traumatologia. A ação coordenada pela Comissão de Humanização tem como objetivo oferecer aos pacientes internados uma experiência que favoreça o bem-estar emocional e a autoestima, por meio de cuidados pessoais, reforçando a humanização do atendimento e melhorando a experiência durante a internação. Parceria – A iniciativa beneficiou pacientes internados na Clínica Médica e na Traumatologia, contando com a colaboração voluntária da barbearia Bravus. A equipe de barbeiros realizou os atendimentos na área de recepção da Tomografia, que foi adaptada para garantir que os pacientes fossem recebidos com segurança e conforto. Os profissionais da tesoura, Guilherme Costa e Iuri Oliveira, se empenharam em cada atendimento, proporcionando aos pacientes não apenas um corte de cabelo, mas uma real melhoria na aparência. A cooperação possibilitou que, mesmo no ambiente hospitalar, houvesse momentos de acolhimento, conforto e humanização. A Comissão de Humanização contou com o suporte do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) para garantir que a ação fosse realizada em conformidade com os padrões e protocolos de limpeza e segurança. Fotos: Divulgação Vivência Hospitalar – A ideia surgiu a partir da experiência pessoal do barbeiro Guilherme Costa, que esteve ao lado de seu pai durante sua internação no Hospital Santa Rosa e percebeu que muitos homens, assim como seu pai, precisavam de cuidados com a aparência e a autoestima, mesmo lidando com a doença. Nesse sentido, os voluntários Guilherme e Iuri ofereceram atendimentos individualizados, respeitando as condições clínicas e emocionais de cada paciente, e possibilitando um momento de escuta, interação e cuidado. Do ponto de vista psicopedagógico, a intervenção valorizou o cuidado integral, entendendo o paciente além de sua patologia. O resultado da ação repercutiu de forma positiva na autoestima e no bem-estar dos pacientes, que se mostraram felizes, gratos e emocionados ao serem atendidos. A simples prática de cuidar da estética trouxe leveza, bem-estar emocional e uma nova perspectiva sobre o ambiente hospitalar, ajudando a reduzir o estresse, a ansiedade e a fragilidade normalmente associadas à internação. Momentos como esse ressaltam a importância de um cuidado humanizado, que foge à rotina do hospital e que proporciona um atendimento mais integral. Foto: Divulgação “Essa ação nasceu de uma experiência pessoal. Quando estive aqui com meu pai, notei que vários pacientes tinham cabelos longos e, frequentemente, sem poder cuidar disso. Isso me comoveu profundamente e despertou em mim a vontade de ajudar de alguma maneira. Atualmente, poder oferecer esse cuidado e observar o sorriso em seus rostos é uma experiência extremamente gratificante, a ponto de não haver nenhum valor financeiro que pague”, disse Guilherme. O paciente Dionísio Góes foi um dos que teve o cabelo cortado. “Gostei muito da ação. Obrigada a todos os integrantes da equipe por tanta atenção e por me proporcionarem este momento especial. Isso nos proporciona uma sensação de bem-estar e uma beleza completa.” Morador de Abaetetuba, Sérgio Luiz agradeceu a ação. “Estar internado é muito difícil, atravessamos a distância da família, mas hoje foi um momento muito bom, que fez diferença no meu dia. Às vezes, nos preocupamos tanto com a doença que esquecemos de cuidar de nós mesmos. Esse gesto proporcionou uma sensação de leveza, elevou minha autoestima e me fez sentir mais confiante na minha cura”, afirmou. Antonilda Pinheiro, que lidera a Comissão de Humanização, celebrou o sucesso da ação. “A ação reforça o compromisso da unidade com a humanização do cuidado, evidenciando que iniciativas simples, quando realizadas com sensibilidade e empatia, têm grande impacto na experiência do paciente. Promover o cuidado que integra corpo, mente e emoções é essencial para uma assistência mais acolhedora, digna e centrada na pessoa.” Serviço – O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa integra a rede de saúde do Governo do Pará com serviços 100% gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID) unidade é referência na região e está localizada na Rua Joaquim Mendes Contente, 1360 – Bairro Santa Rosa, em Abaetetuba (PA). Foto: Divulgação
HRT e Unacon promovem blitz educativa no Abril Azul em Tucuruí

HRT e Unacon promovem blitz educativa no Abril Azul em Tucuruí A ação incentivou a disseminação de informações, a empatia e o respeito à neurodiversidade Por Wellington Hugles 24/04/2026 21h24 Foto: Divulgação O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT) e a Unacon realizaram, na tarde desta sexta-feira (24), uma blitz educativa em frente à unidade, no município de Tucuruí, como parte da programação do “Abril Azul”, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ação contou com o apoio da Companhia de Trânsito de Tucuruí (CTTUC) e teve como objetivo disseminar informação, empatia e respeito à neurodiversidade. Durante todo o mês de abril, diversas atividades vêm sendo desenvolvidas pelo hospital com foco na inclusão, no combate ao preconceito e na valorização da diversidade. Foto: Divulgação De acordo com o diretor-geral do HRT e da Unacon, Júnior Souto, a proposta é ampliar o debate e fortalecer as políticas públicas voltadas à inclusão. “Precisamos ampliar o diálogo sobre o TEA para romper, de forma definitiva, as barreiras do preconceito. Levar ações para além do ambiente hospitalar faz diferença na vida das pessoas, pois amplia o acesso à informação sobre um tema tão importante. A iniciativa busca sensibilizar a população para que tenhamos uma sociedade mais informada e respeitosa em relação à neurodiversidade”, destacou o gestor. Foto: Divulgação Orientação à população Durante a blitz, motoristas e pedestres receberam panfletos informativos sobre o Transtorno do Espectro Autista e a importância de uma convivência mais acolhedora e inclusiva. A condutora Suely Caldas Leitão, que participou da ação, ressaltou a relevância da iniciativa. “Tenho uma filha autista e achei excelente a proposta. É fundamental que mais pessoas compreendam e respeitem”, afirmou. Foto: Divulgação O mototaxista Roberto Sena também destacou o caráter educativo da ação. “É uma iniciativa muito importante. O autismo não é uma doença, mas uma forma diferente de perceber o mundo. Precisamos aprender mais e desenvolver empatia, e isso começa com informação”, comentou. Foto: Divulgação
‘Dia Nacional do Livro Infantil’ é celebrado no Hospital Regional Santa Rosa com contos e fábulas

‘Dia Nacional do Livro Infantil’ é celebrado no Hospital Regional Santa Rosa com contos e fábulas Unidade de saúde ofereceu uma programação especial que encantou pacientes internados, acompanhantes e colaboradores Por Wellington Hugles23/04/2026 10h32 Foto: Divulgação Na tarde da última segunda-feira (20), o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, celebrou o ‘Dia Nacional do Livro Infantil’, comemorado em 18 de abril. A Comissão de Humanização, em parceria com o Comitê Interno de Comunicação, organizou uma ação especial de contação de histórias. Ela valorizou a cultura paraense em um ambiente em que o cuidado vai além do tratamento clínico e se torna, de forma extraordinária, uma fonte de diversão e inspiração para todos os envolvidos. A programação abordou histórias que nasceram da experiência ribeirinha, da força da Amazônia e das raízes culturais regionais, oferecendo um momento de acolhimento, fantasia e afeto entre pacientes, acompanhantes e profissionais. A leitura, nesse contexto, foi apresentada como uma ferramenta terapêutica, que acalma, consola e leva o paciente para fora do ambiente hospitalar, funcionando como um verdadeiro “abraço invisível” em momentos de fragilidade. O Dia Nacional do Livro Infantil no Hospital Santa Rosa não foi apenas uma festa do livro; foi uma demonstração poderosa de que o amor, a solidariedade e a compaixão têm o poder de transformar a vida das pessoas. Entre os desafios da vida no hospital, o encanto dos contos e o calor humano ofereceram esperança e um sorriso para quem mais necessita. De acordo com os organizadores, a ação teve como objetivo proporcionar o bem-estar emocional dos pacientes por meio da leitura e da arte. Ela favoreceu o resgate de memórias afetivas, o fortalecimento da identidade cultural e a humanização do ambiente hospitalar, em consonância com os preceitos da Política Nacional de Humanização. Foto: Divulgação Participação – Artistas convidados participaram da ação, mediando momentos de contação de histórias e música, o que favoreceu uma experiência sensorial e afetiva. O ambiente foi criado para recepcioná-los de maneira descontraída e interativa, promovendo a escuta, a imaginação e a expressão dos sentimentos. A proposta pedagógica da atividade esteve alicerçada na valorização do brincar como estratégia de cuidado, possibilitando relaxamento, diminuição da ansiedade e bem-estar. Os convidados se mostraram muito engajados durante as apresentações, participando ativamente da ação, comovendo-se, identificando-se com as histórias e reavivando memórias importantes. A ocasião trouxe acolhimento, leveza e bem-estar emocional, favorecendo a humanização do atendimento e o aprimoramento da vivência do paciente durante sua internação. Foto: Divulgação Áurea Santana foi uma das convidadas a se apresentar, contando contos e histórias. “Ver o sorriso no rosto dessas crianças é algo que nos faz sentir com o coração repleto de amor e nos leva a pensar sobre o verdadeiro poder da empatia e da generosidade. Quando recebi o convite, pensei que não viria sozinha. Trouxe comigo pessoas que compartilham da mesma linguagem e do mesmo amor pela arte. A arteterapia se conecta profundamente com esse momento. As histórias que contamos nascem das vivências, das beiras de rio, das estradas, da nossa cultura. São histórias que ouvi da minha mãe e que se conectam com tantas outras. Contar essas histórias aqui é manter viva a nossa identidade e permitir que cada pessoa se reconheça nelas.” Com seu acorde musical, o convidado Ney Viola tocou o coração dos presentes: “A música tem um papel muito importante no cuidado, pois ela atua diretamente nos estímulos do nosso corpo e da nossa mente. Existem sons que emocionam, que despertam, que fazem refletir. A música é matéria, é vibração, é movimento, e ela influencia diretamente o nosso comportamento e a nossa cognição. Trazer esse tipo de estímulo para o ambiente hospitalar contribui para o bem-estar e para o processo de recuperação dos pacientes.” Foto: Divulgação Outra convidada para o evento, Ellen Gordo, também se emocionou ao levar todos a uma viagem ao encantador mundo dos livros. “A leitura é uma abertura para o mundo. Ela mexe com as emoções, com os sentimentos e se torna uma companhia, especialmente nos momentos em que estamos mais fragilizados. O livro nos permite fazer trocas, aprender e nos transformar por dentro. Somos feitos de histórias e, quando nos conectamos com outras histórias, nos fortalecemos. A leitura traz luz, acolhe e contribui para o nosso processo de cura.” Os artistas convidados ficaram profundamente tocados pela calorosa recepção que receberam dos pacientes. Eles puderam testemunhar como o ambiente do hospital se transformou e expressaram gratidão por serem parte de algo tão especial. De acordo com a psicóloga Elizabeth Silva, esse movimento permite uma combinação de humanização e terapia para nossos pacientes. “Trazer a contação de histórias para o ambiente hospitalar, em alusão ao Dia Nacional do Livro Infantil, é uma forma de integrar a humanização com a prática terapêutica. A arteterapia e o lúdico são ferramentas importantes para aliviar o sofrimento, promover relaxamento e oferecer aos pacientes um espaço de expressão. Em momentos de dor ou internação prolongada, atividades como essa contribuem significativamente para o bem-estar emocional e psicológico.” Foto: Divulgação Antonilda Pinheiro, que preside a Comissão de Humanização, fez questão de enfatizar o acolhimento humanizado. “As ações desenvolvidas pela Comissão de Humanização são cuidadosamente planejadas, alinhadas aos princípios e dispositivos da Política Nacional de Humanização. Projetos como a arteterapia e a musicoterapia buscam trazer leveza, conforto e acolhimento aos pacientes, auxiliando na redução da ansiedade e tornando o ambiente hospitalar mais humano. Entendemos que o cuidado vai além do físico, alcançando também o emocional e o social, e é nesse sentido que trabalhamos para promover uma assistência mais sensível e integral.” A paciente Izolina Pires, 60 anos, residente no município de Moju, ficou maravilhada com as belas palavras dos artistas locais: “Esse momento me fez lembrar da minha infância, quando eu ia com a minha mãe para o mato tirar o látex da seringueira, para fazer borracha. Meu pai vendia, comprava as coisas para casa e me dava uma parte do dinheiro para comprar as minhas coisas. Foi uma recordação adorável que encheu meu coração de felicidade. Senti-me leve
HRPL reforça assistência oncológica com mais de 1,6 mil atendimentos e procedimentos

HRPL reforça assistência oncológica com mais de 1,6 mil atendimentos e procedimentos O hospital tem se descatado com a atuação da ginecologia oncológica, área essencial na prevenção, diagnóstico e tratamento de cânceres que acometem o público feminino Por Pedro Amorim22/04/2026 10h17 Foto: Divulgação Em alusão ao “Dia Mundial do Câncer”, celebrado neste mês, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL) destaca a atuação do seu serviço de oncologia, que soma 1.644 atendimentos e procedimentos, entre consultas e cirurgias realizadas em 2025 e no início de 2026. Os números evidenciam o compromisso da unidade com o diagnóstico, tratamento e acompanhamento integral dos pacientes oncológicos. O HRPL desempenha um papel fundamental na descentralização do serviço de oncologia do Estado do Pará. O hospital se destaca, ainda, com a atuação da ginecologia oncológica, área essencial na prevenção, diagnóstico e tratamento de cânceres que acometem o público feminino. Somando os dados de 2025 e de 2026 (até março), o serviço contabiliza 232 consultas em ginecologia oncológica, sendo 197 atendimentos realizados em 2025 e 35 neste início de 2026. No âmbito cirúrgico, a ginecologia oncológica do HRPL também apresenta atuação relevante, com 43 cirurgias realizadas no período, sendo 42 procedimentos ao longo de 2025 e 1 cirurgia em 2026. Os dados demonstram a capacidade da unidade em ofertar tratamento resolutivo, garantindo assistência qualificada às pacientes. Foto: Divulgação Aprovação – Aos 43 anos, Solange de Jesus Gomes venceu o câncer de mama no HRPL. Ela relata que, desde o início, encontrou um ambiente acolhedor e seguro para seguir com o cuidado. “Me senti muito bem acolhida, bem assistida e tive um excelente atendimento. Com certeza me sinto segura durante as consultas e procedimentos”, afirma. Solange também destaca a atuação da equipe multiprofissional e a qualidade do serviço oferecido pela unidade. “Os profissionais são muito atenciosos, o médico foi bem positivo em relação ao tratamento e o atendimento de modo geral foi excelente”, concluiu a auxiliar de serviços gerais. “O serviço de cirurgia oncológica do HRPL, em Paragominas, representa um marco importante para a nossa região. Sua consolidação tem garantido que pacientes com câncer realizem tratamento cirúrgico especializado mais próximo de casa, reduzindo deslocamentos e tornando o cuidado mais ágil e humanizado”, frisou a diretora assistencial do HRPL, Karla Negrão. Ela explica que esse serviço fortalece a linha de cuidado oncológico, integra nossas equipes e contribui diretamente para melhores resultados assistenciais. “Seguimos comprometidos com a ampliação da qualidade, da segurança do paciente e do acesso a um cuidado cada vez mais resolutivo para a nossa população”, finalizou a gestora. Serviço – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do governo do Pará e fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Complexo Hospitalar de Tucuruí promove ações de prevenção a saúde e segurança no trabalho

Complexo Hospitalar de Tucuruí promove ações de prevenção a saúde e segurança no trabalho SESMT e CIPA desenvolveram ações voltadas à saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores do Complexo Hospitalar Por Wellington Hugles 20/04/2026 10h20 Foto: Divulgação No contexto da campanha “Abril Verde de 2026”, o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT) e a Unacon promovem mobilizações em torno da saúde e da segurança no trabalho. O ponto alto da programação ocorreu na última sexta-feira (17), com o encerramento da Semana de Segurança e Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). Com o lema “Segurança não é sorte. É escolha”, o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) conduziu uma série de iniciativas voltadas à promoção do bem-estar físico e emocional dos colaboradores. Logo na abertura da campanha, blitz setoriais percorreram os diversos ambientes do hospital para apresentar o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho “Quem cuida precisa de cuidado”. Estruturado em quatro pilares, o programa busca alcançar o trabalhador de forma integral. Em “Reinvente-se”, o foco esteve sobre o suporte psicológico e psiquiátrico, viabilizado por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, que garante atendimento na Unidade Básica de Saúde Santa Mônica em horário ampliado. Já o eixo “Movimente-se” incentivou a a prática de atividades físicas, aliando ginástica laboral, fisioterapia e convênios com academias e clínicas locais. O cuidado com a alimentação foi contemplado em “Nutrir-se”, que ofereceu avaliações nutricionais com tecnologia de bioimpedância, enquanto “Cuide-se” ampliou o olhar para a saúde integral, com orientações nas áreas oftalmológica, auditiva e bucal, além de parcerias que facilitam o acesso a serviços odontológicos. Paralelamente, são realizados exames de rotina para reforçar a prevenção como estratégia central de cuidado. Realizada entre os dias 13 e 17 de abril, A SIPAT foi organizada pela equipe do SESMT com a colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) do Complexo Hospitalar de Tucuruí. A escolha do tema deste ano foi motivada pelos acidentes de trânsito registrados em 2025, quando 26 colaboradores se envolveram em ocorrências, algumas delas classificadas como acidentes de trajeto. O cenário acendeu um alerta, sobretudo pela gravidade dos casos, que resultaram em amputações, incapacidades permanentes e afastamentos prolongados, além do risco de sequelas irreversíveis. Foto: Divulgação Blitz educativa – Nesse sentido, o SESMT e a CIPA realizaram blitz educativas em vários setores, alertando sobre a obrigatoriedade do uso do capacete e do cinto de segurança, a proibição de dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas e a não utilização do celular ao volante. Também foi exposta uma motocicleta com um boneco simulando um acidente de trânsito no corredor central do HRT. Na ação, foram apresentados aos profissionais da unidade os números de acidentes registrados, com o objetivo de informar e conscientizar sobre práticas seguras no trânsito, reduzindo a quantidade de acidentes e seus impactos físicos, emocionais e psicológicos sobre os colaboradores. Segundo o técnico de segurança do trabalho, Ítalo Henrique, que é membro da CIPA e do SESMT, a programação da SIPAT 2026 foi idealizada com o intuito de minimizar os alarmantes 26 acidentes de trânsito registrados envolvendo colaboradores, especialmente no trajeto entre a residência e o trabalho, e as graves consequências, como amputações, incapacidades permanentes, afastamentos longos e o risco de sequelas permanentes. De acordo com o relatório de atendimento do complexo hospitalar do ano de 2025, foram atendidos em média 4.200 pacientes dos municípios do entorno do lago: Tucuruí, Breu Branco, Goianésia do Pará, Jacundá, Novo Repartimento e Tailândia. “Esses dados foram fundamentais para estabelecer o tema da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho deste ano. Organizamos uma dramatização de um acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta no corredor do hospital. O objetivo foi alertar sobre os perigos cotidianos do trânsito na cidade, além de reforçar a obrigatoriedade do uso dos equipamentos de segurança necessários”, ressaltou Ítalo Henrique. Dia D do Abril Verde – Durante a agenda da Campanha Abril Verde no Complexo Hospitalar, nos próximos dias, ocorrerá uma ação de prevenção e combate a incêndios, com instruções teóricas e práticas. No dia 28 de abril, será realizado o encerramento da campanha com o Dia D da Saúde e Segurança no Trabalho. O evento incluirá atividades no corredor principal e uma gincana entre os colaboradores, abordando os temas trabalhados ao longo do mês. Serviço: O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT/Unacon integra a rede de saúde do Governo do Pará, vinculado a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRT e a Unacon estão localizados na Avenida dos Amazonidas, s/n, no bairro Vila Permanente, em Tucuruí.
‘Abril Verde’: Hospital Regional Santa Rosa promove saúde, segurança e prevenção de acidentes aos colaboradores

‘Abril Verde’: Hospital Regional Santa Rosa promove saúde, segurança e prevenção de acidentes aos colaboradores A programação elevou a conscientização sobre saúde e segurança no trabalho, com ênfase em práticas seguras, autocuidado, prevenção de acidentes e cuidado com a saúde física e mental dos colaboradores Por Wellington Hugles20/04/2026 10h00 Foto: Divulgação Durante o mês de abril, o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, promove uma série de atividades de conscientização e prevenção de acidentes e doenças do trabalho, durante a programação da campanha “Abril Verde”. Entre os dias 13 e 17 de abril, a unidade realizou atividades dedicadaa à Saúde e Segurança no Trabalho com a temática “Saúde, Segurança e Prevenção de Acidentes de Trabalho”. Na ocasião, foram realizadas ações voltadas à saúde e à integridade física, mental e social do trabalhador, à promoção de ambientes laborais saudáveis e ao aprimoramento das relações sociais. A finalidade foi promover mais qualidade de vida superior e a segurança na realização das atividades profissionais. A programação da Semana da Saúde e Segurança no Trabalho foi planejada pelo Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT), em parceria com os cipeiros da unidade. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com a valorização da vida e a promoção de ambientes laborais seguros, por meio da oferta de palestras, rodas de conversa e uma trilha de aprendizagem. As atividades foram organizadas com foco em temas essenciais ao cotidiano profissional e alinhados à campanha, como primeiros socorros, ergonomia, ginástica laboral e o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). As ações foram organizadas e conduzidas por uma equipe multiprofissional, formada pelas enfermeiras Letícia Gomes e Yonara Correia; o técnico de segurança do trabalho, Giovani Silva; Emanuelle Pantoja; Kassia Nunes, Keven Cardoso e Inácio Silva, além da fisioterapeuta Grazieli Pinheiro, com o apoio dos acadêmicos de fisioterapia. A programação teve início com a palestra “A importância do Abril Verde” ministrada pela enfermeira do trabalho, Ingridy Vilhena, que destacou a necessidade de prevenir acidentes e promover ambientes laborais seguros e saudáveis. Em seguida, a psicóloga convidada, Débora Maria, explorou a temática “A dupla jornada de trabalho e os impactos na saúde mental”, coordenando uma palestra que fomentou reflexões sobre a importância do cuidado com a saúde mental dos trabalhadores. As psicólogas da unidade Elizabeth Silva e Ronilde dos Prazeres foram as facilitadoras nas rodas de conversa sobre saúde mental, permitindo que os colaboradores se escutassem e se acolhessem mutuamente, além de compartilharem experiências. Foto: Divulgação Durante a programação, também foi abordado o tema “Higienização das mãos”, conduzido pelo enfermeiro Thiago Carvalho, que atua no Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH). O profissional destacou “a relevância dessa ação para evitar infecções e zelar pela saúde no local de trabalho, encerrando as atividades da Semana da Saúde e Segurança no Trabalho em 2026”. INTERAÇÃO – A ação envolveu colaboradores de diferentes áreas, demonstrando um grande engajamento nas atividades sugeridas. Os participantes mencionaram que esses momentos significaram aprendizado importante, reflexão sobre as práticas do dia a dia e fortalecimento do autocuidado, especialmente no que diz respeito à saúde mental e à prevenção de riscos no trabalho. As rodas de conversa possibilitaram uma escuta atenta, um acolhimento e uma troca de experiências, e a trilha de aprendizagem, por sua vez, proporcionou o aprimoramento técnico e prático dos profissionais. A ação evidenciou a necessidade de se ter uma cultura institucional que priorize a prevenção, a segurança e a valorização da vida. “O Abril Verde é um momento fundamental para reforçarmos a importância da prevenção e do cuidado com a saúde no ambiente de trabalho. Pequenas atitudes no dia a dia fazem toda a diferença para garantir segurança e qualidade de vida aos colaboradores”, afirmou De acordo com a enfermeira do trabalho Ingridy Vilhena. Foto: Divulgação A psicóloga e palestrante, Débora Maria, celebrou a união dos participantes. “As rodas de conversa são espaços importantes de escuta e acolhimento. Quando o colaborador se sente ouvido, fortalecemos vínculos e promovemos um ambiente mais saudável e humanizado.” A psicóloga Ronilde dos Prazeres afirmou que as rodas de conversa são espaços importantes de escuta e acolhimento. “Quando o colaborador se sente ouvido, fortalecemos vínculos e promovemos um ambiente mais saudável e humanizado”, disse. “A prevenção é o melhor caminho quando falamos em segurança do trabalho. A conscientização e o uso correto dos EPIs são fundamentais para evitar acidentes e preservar a vida”, destacou o técnico de segurança do trabalho, Giovani Silva. Segundo enfermeiro do Serviço de Controle de Infecções Hospitalares (SCIH), Thiago Carvalho, a higienização das mãos é uma prática simples, mas extremamente eficaz na prevenção de infecções. “Reforçar esse cuidado é essencial para a segurança de todos”, afirmou. A variedade de atividades para os colaboradores, osegundo o diretor-geral, Claudemir Guimarães, contribuiu para tornar o ambiente de trabalho mais prazeroso. “Estamos certos de que a programação intensificou a cultura que vem sendo desenvolvida em nossa unidade com a segurança e valorização dos nossos colaboradores”, concluiu o diretor.
Hoiol reconhece profissionais que se destacam na promoção da segurança do paciente

Hoiol reconhece profissionais que se destacam na promoção da segurança do paciente Evento valoriza observadores de higiene das mãos capacitados e reforça a importância da prática para a segurança do paciente e a qualidade da assistência hospitalar Por Leila Cruz17/04/2026 15h00 Foto: Divulgação O Hospital Oncológico Infantil (Hoiol) realizou, nesta sexta-feira (17), um momento de reconhecimento ao empenho e à dedicação da equipe de “Observadores de Higiene das Mãos”. O encontro teve como objetivo valorizar os profissionais que participam do projeto institucional, voltado à segurança do paciente. Durante o evento, foi destacada a relevância do trabalho desenvolvido ao longo dos últimos meses, reforçando o compromisso coletivo com a qualidade da assistência prestada às crianças e adolescentes em tratamento. O projeto envolve um treinamento completo, que inclui etapas teóricas e práticas. Na fase teórica, os participantes são capacitados sobre a técnica correta de higienização, com foco nos cinco momentos essenciais para a prática, além da observação criteriosa dos profissionais de saúde. Também são abordados aspectos como o uso adequado de produtos e a utilização correta de luvas. Já na etapa prática, os observadores acompanham a rotina das unidades assistenciais, avaliando e registrando as condutas no dia a dia, contribuindo diretamente para a identificação de pontos de melhoria. Como forma de reconhecimento, os profissionais que se destacaram entre os meses de janeiro e março receberam certificados, considerando o número e a qualidade das observações realizadas. “Esses registros são fundamentais para orientar estratégias que aumentem a adesão à higiene das mãos dentro do hospital. A iniciativa busca não apenas identificar fragilidades, mas também fortalecer boas práticas, promovendo um ambiente mais seguro. Como resultado, espera-se reduzir o risco de infecções e garantir um cuidado cada vez mais qualificado aos pacientes, por meio da capacitação contínua das equipes que estão na linha de frente”, destacou a coordenadora do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar do Hoiol, Adrielle Monteiro. Foto: Divulgação Para o supervisor de hotelaria, Fagner Reis, o treinamento mudou a percepção sobre a segurança do paciente. “Passei a ter um olhar mais crítico e criterioso na observação das práticas, tanto da equipe de higienização quanto da equipe assistencial no cuidado com o paciente. Também compreendi melhor o conceito de ambiente do paciente; antes, eu entendia a enfermaria como um todo, sem considerar que existe um espaço específico onde o cuidado é prestado. Nesse contexto, reforça-se a importância de higienizar as mãos antes, durante e após os procedimentos realizados”, afirmou. Fagner destaca, ainda, como principal lição aprendida a importância de higienizar as mãos antes, durante e após qualquer atendimento ao paciente. “Procuro compartilhar esse conhecimento com toda a equipe sempre que tenho oportunidade, transmitindo não apenas a orientação técnica, mas também a experiência que adquiri ao longo do treinamento, reforçando a importância dessa prática para a segurança do paciente.”
Projeto “Tô de Alta!” Após 102 dias internada, paciente recebe alta e equipe do Hospital Regional Santa Rosa comemora

Após 102 dias internada, paciente comemora alta com a equipe do Hospital Santa Rosa Projeto “Tô de Alta”: A paciente de 15 anos, Grazieli Brabo Pereira, recebeu alta da unidade onde ficou internada por 102 dias Por Wellington Hugles07/04/2026 10h35 Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR A paciente de 15 anos, Grazieli Brabo Pereira, moradora de Barcarena (PA), recebeu alta do Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba (PA), onde ficou internada por 102 dias. Nesta última sexta-feira (11), ela teve uma linda despedida, organizada pelo projeto “Tô de Alta!”, que é coordenado pelo setor de Humanização da unidade. O projeto visa reconhecer a alta médica como um momento de conquista, oferecendo acolhimento e fortalecendo a relação entre paciente, familiares e profissionais de saúde. Ao sair do hospital, Grazieli Brabo Pereira foi acolhida com um corredor humano de colaboradores e enfermeiros, que aplaudiam sua recuperação com flores feitas à mão e declarações carinhosas. A ação foi carregada de emoção e simbolismo, ainda mais por ocorrer no aniversário de sua mãe, Cleidiane Gomes Brabo, que afirmou que o melhor presente que poderia ganhar seria a recuperação da filha e a continuidade de seu tratamento por meio da hemodiálise. Grazieli esperava a liberação de uma vaga para tratamento no Centro de Hemodiálise da unidade hospitalar, conquista que ocorreu, e a paciente recebeu alta da Clínica Médica dessa unidade. A ocasião fortaleceu a dedicação da equipe à humanização do atendimento, que vai além da cura clínica e inclui o apoio emocional e a conexão com o paciente e seus familiares. Na homenagem, a paciente ganhou um buquê de girassóis artesanais, que simbolizam esperança, luz e o início de um novo ciclo. A comemoração teve início na clínica médica onde esteve internada e foi repleta de agradecimentos por parte de toda a equipe diante da trajetória de superação enfrentada durante os três meses de tratamento. Emoção e gratidão A equipe aproveitou a ocasião para parabenizar a mãe, Cleidiane Gomes Brabo, cantando um feliz aniversário e celebrando seu natalício ao lado da sua filha, o que tornou o momento ainda mais especial, acolhedor e emocionante. Cleidiane Gomes Brabo, visivelmente emocionada, expressou sua gratidão pelo acolhimento que recebeu e destacou a relevância do hospital para a comunidade da região, além do que considera o maior presente: a alta da filha. “Hoje é um dia muito especial para mim. Eu disse que o presente mais precioso que eu poderia ganhar seria a alta da minha filha e a conquista da cadeira de hemodiálise e, graças a Deus, esse dia finalmente chegou. Fico imensamente feliz e agradecida a toda a equipe pelo zelo, pela atenção e pelo carinho dedicados à minha filha. Este instante será eternamente lembrado em nossas vidas”. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Grazieli Brabo Pereira expressou sua gratidão a todos pelos cuidados recebidos durante esses 102 dias, que resultaram em sua alta e na liberação do tratamento de hemodiálise. “Esses 102 dias de tratamento foram fundamentais para eu conhecer cada um desses competentes profissionais, que estão sempre prontos para ajudar e orientar, sempre com um sorriso no rosto e um abraço acolhedor. Hoje vou receber alta e retornar para casa, o que certamente criará um grande vazio em meu coração, uma vez que aqui eu aprendi a amar e a cuidar deles como se fossem da minha própria família. Obrigado a todos e ao Governo do Pará. Se este hospital não existisse, o que seria da nossa população. Assim, darei continuidade ao meu tratamento de hemodiálise com determinação, próximo aos meus familiares, aqui mesmo no Santa Rosa”, afirmou. A equipe de profissionais do hospital teve uma relação muito próxima com a paciente e todos desejavam muita prosperidade após esse longo período de internação. A enfermeira Paloma Cavalcante comemorou. “A Grazieli é um exemplo de força, coragem e superação. Ao longo desses 102 dias, acompanhamos de perto sua trajetória e vimos o quanto ela foi resiliente diante de cada desafio. Mesmo sendo tão jovem, nos ensinou muito sobre esperança e determinação. Hoje celebramos não apenas a sua alta, mas uma nova etapa da sua vida, com mais qualidade e dignidade no tratamento”. A técnica de enfermagem Marlice Fabiana afirmou que “o tempo que a Grazieli esteve conosco foi muito marcante para toda a equipe. Ela nos ensinou, diariamente, sobre fé, coragem e persistência. Mesmo nos dias mais difíceis, quando acordava mais triste, estávamos ali para acolher, conversar e tentar trazer um pouco de leveza. E, mesmo assim, muitas vezes era ela quem nos fortalecia com sua forma de enfrentar tudo. Foi uma troca muito especial”. “A partir de agora, a Grazieli dará continuidade ao seu tratamento conosco no Centro de Hemodiálise. Sabemos que não é um processo fácil, mas estaremos ao lado dela, oferecendo não apenas o suporte técnico necessário, mas também o acolhimento emocional e o acompanhamento contínuo. Nosso objetivo é garantir que ela se sinta segura, fortalecida e amparada em cada fase desse cuidado, respeitando sua história, seus sentimentos e suas necessidades. Seguiremos juntos, construindo esse cuidado com responsabilidade, empatia e humanização”, completou a psicóloga do Centro de Hemodiálise do Hospital Santa Rosa, Kamille Silva. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Projeto “Tô de Alta!” A iniciativa faz parte da política de humanização da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) e visa reconhecer a trajetória de pacientes que enfrentaram longos períodos de internação, celebrando não apenas a alta médica, mas também o cuidado integral que foi oferecido por toda a equipe multiprofissional. Para a coordenadora de Humanização, Antonilda Pinheiro, o Projeto “Tô de Alta!” representa muito mais do que a finalização de um período de internação. “É o reconhecimento da trajetória vivida por cada paciente dentro da unidade. Enquanto profissionais comprometidos com a humanização, compreendemos que o processo de quantos profissionais cuidado vai além do aspecto clínico, envolvendo também dimensões emocionais, afetivas e sociais. Celebrar a alta da Grazieli, após um período tão desafiador, é valorizar sua história, sua resiliência e todo o processo de superação construído ao longo desses dias. Esse momento fortalece vínculos, ressignifica
Hospital Oncológico Infantil oferece o sabor e a alegria da Páscoa a pacientes internados

Hospital Oncológico Infantil oferece o sabor e a alegria da Páscoa a pacientes internados Projeto ‘Pequenos Chefs’ reuniu crianças e acompanhantes em atividade culinária, contribuindo para suavizar a rotina de quem está em tratamento contra o câncer Por Ellyson Ramos08/04/2026 18h40 A programação na unidade de saúde reuniu pacientes e acompanhantes. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Pacientes em tratamento no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, participaram na tarde desta quarta-feira (8) de uma edição especial do Projeto “Pequenos Chefs”. A atividade, alusiva à Páscoa, reuniu crianças e acompanhantes em uma experiência culinária, com preparo de popcakes, bolinhos no formato de pirulitos, receita escolhida pelo chef voluntário para estimular a interação, a criatividade e o bem-estar dos pacientes internados. Voluntário do projeto do Hoiol, o chef Paulo de Freitas ensinou as crianças a fazerem popcakes. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A assistente do Escritório de Experiência do Paciente (EEP) do Hospital, Elizabeth Cabeça, explicou que o “Pequenos Chefs” foi criado em 2016 com o objetivo de tornar o período de internação mais leve para as crianças. Segundo ela, a iniciativa busca minimizar os impactos emocionais da hospitalização. “A proposta é incentivar a convivência, promover a interação entre as crianças e fortalecer os vínculos com os acompanhantes e a equipe assistencial”, disse a profissional. Ela reforçou que ações como essa têm impacto direto no processo de recuperação dos pacientes. “Percebemos que algumas crianças internadas apresentam sinais de desânimo. Mas, quando participam de atividades lúdicas como essa de Páscoa, há uma mudança significativa no comportamento. Elas se envolvem, se sentem acolhidas e demonstram mais alegria”, ressaltou. Páscoa doce em um dia diferente na rotina hospitala do Hoiol. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Sabor de brincadeira – Escolhidos para a atividade de Páscoa, os popcakes são bolinhos moldados em formato de pirulito, cobertos com chocolate e decorados com confeitos. Além de saborosos, se destacam pelo visual e pela facilidade de preparo, o que permite a participação ativa das crianças na produção. A paciente Ágatha Gabriely Costa, 6 anos, aprovou a experiência lúdica com a decoração de popcakes. “Foi legal. Eu gosto muito de brincar, e hoje eu brinquei com confeitos”, disse a menina. A criançada colocou a mão na massa durante atividade lúdica. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Compartilhar – Voluntário do projeto há três anos, o chef Paulo de Freitas, 35 anos, contou que se descobriu confeiteiro já na fase adulta, mas carrega uma forte herança familiar. “Eu descobri depois de mais velho que tinha essa vocação, que vem da minha avó, que foi confeiteira e sustentou a família com isso”, relembrou. Chef Paulo mostra o passo a passo da receita em mais uma edição do ‘Pequenos Chefs’ no Hoiol. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Para ele, participar da iniciativa no Hospital Oncológico é uma experiência transformadora. “Foi um dos melhores presentes que já recebi. Cada vez que venho, é uma renovação. Entendo que minha missão como confeiteiro também é ajudar o próximo com o que sei fazer”, disse o chef voluntário, para quem a confeitaria tem o poder de adoçar não apenas o paladar, mas também os sentimentos. “Estar aqui e viver o voluntariado é entender o valor do compartilhar. Eu aprendo muito com essas crianças e busco, sempre, tornar o dia delas um pouco melhor e mais leve”, afirmou Paulo. Chef Paulo orienta as crianças a fazerem popcakes. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Natural de Belém, Ana Almeida, 23 anos, é mãe de Davi Lourenço, 3 anos, em tratamento contra leucemia. Ana contou que a ação “Pequenos Chefs” melhorou o humor do filho. “Passamos a Páscoa no Hospital, e ele ficou muito estressado porque queria ter ido à festinha da escola. Mas, hoje, ele ficou muito animado por poder sair do quarto, ter essa experiência, e poder brincar com outras crianças. Acredito que o projeto trouxe o entretenimento e a alegria que ele precisava”, reforçou a mãe de Davi. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Serviço: Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hoiol é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob o contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol
Hospital Santa Rosa realiza ensaio fotográfico de recém-nascidos para celebrar a Páscoa

Hospital Santa Rosa realiza ensaio fotográfico de recém-nascidos para celebrar a Páscoa Ação buscou o fortalecimento dos laços afetivos entre a equipe de saúde, os bebês e familiares, no setor de Ginecologia e Obstetrícia da unidade Por Wellington Hugles07/04/2026 10h35 Profissionais de saúde e bebê no Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Na manhã desta segunda-feira, 6, a Comissão de Humanização preparou um ensaio fotográfico temático para a Páscoa dos recém-nascidos do setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba. Bebê sorri durante o sono e ato é registrado no ensaio fotográfico da Comissão de Humanização do Hospital em Abaetetuba. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR A atividade foi elaborada com atenção para proporcionar acolhimento, leveza e fortalecimento dos laços entre a equipe de saúde, os bebês e seus familiares, em um período tão delicado e importante como o puerpério. A equipe destaca que a Páscoa representa renovação, esperança e novos começos, e a intenção da ação foi ressignificar o ambiente hospitalar, tornando-o mais afetivo, humanizado e positivo do ponto de vista emocional. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Antonilda Pinheiro, que é a organizadora da ação e também dirigente da Comissão de Humanização da unidade hospitalar, enfatizou que humanizar o cuidado é, acima de tudo, reconhecer o outro em sua integralidade emocional, social e afetiva. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR “O ensaio fotográfico com temática pascal representa mais do que um registro simbólico: é uma estratégia de acolhimento que valoriza a vida em seu início, fortalece vínculos e proporciona às famílias um momento de sensibilidade e afeto dentro do ambiente hospitalar. Essas ações contribuem significativamente para a promoção do bem-estar, além de reforçarem o compromisso institucional com uma assistência mais empática e centrada no ser humano”, disse. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Dilmara Almeida, mãe da Eliza, uma das bebês que posou para o ensaio fotográfico de Páscoa, fez uma celebração. “Participar desse momento foi muito especial tanto para mim quanto para minha família. Em meio a tantas emoções que o nascimento traz, essa postura trouxe leveza, felicidade e um cuidado que vai além do clínico. Ver minha filha sendo acolhida com tanto carinho em um ambiente cuidadosamente preparado foi simplesmente maravilhoso. É uma lembrança que nos acompanhará eternamente”. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR O ensaio fotográfico potencializa os pilares da humanização em saúde, enriquecendo o atendimento, valorizando as vivências dos usuários e fortalecendo as práticas assistenciais em uma visão integral. Serviço: O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa integra a rede de saúde do Governo do Pará. Os serviços são 100% gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade é referência na região e está localizada na Rua Joaquim Mendes Contente, nº 1360, no bairro Santa Rosa, em Abaetetuba (PA).
Ação educativa no Hospital Santa Rosa utiliza sinais de trânsito para a prevenção e identificação de flebite

Ação educativa no Hospital Santa Rosa utiliza sinais de trânsito para a prevenção e identificação de flebite Flebite é uma inflamação na camada interna de uma veia, geralmente superficial e mais comum nas pernas. Caracteriza-se por dor, vermelhidão e inchaço. Por Wellington Hugles07/04/2026 10h02 Em Abaetetuba, Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa promove capacitação para assistência na terapia intravenosa. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR No Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, mantido pela Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa) em Abaetetuba, foi realizada uma ação educativa com o intuito de reforçar a segurança do paciente e melhorar a assistência em terapia intravenosa. O foco foi a identificação precoce da flebite – uma inflamação na camada interna de uma veia, geralmente superficial e mais comum nas pernas – promovendo uma vigilância ativa, a padronização na comunicação e a rápida tomada de decisões pela equipe de saúde. A coordenação de Obstetrícia – PPP (Pré-Parto, Parto e Pós-Parto) do Hospital Santa Rosa conduziu uma atividade educativa lúdica que utiliza um sistema de sinais de trânsito (verde, amarelo e vermelho) para ensinar a identificar a flebite. Profissionais de saúde do Hospital Santa Rosa participam de dinâmica lúdica com foco na prevenção e identificação da flebite. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Para facilitar o reconhecimento dos sinais clínicos da flebite pela equipe de assistência, os organizadores simplificaram a atividade educativa sobre a prevenção e identificação da flebite, caracterizada por dor, vermelhidão, calor local e endurecimento do trajeto venoso, sendo mais comum nos membros superiores e inferiores. A estratégia consistiu em usar uma linguagem visual clara e fácil de entender, o que ajuda a identificar mudanças no local da punção, tornando o processo mais ágil, seguro e eficiente. Para ajudar a memorizar os sinais clínicos da flebite, utilizou-se uma associação com as cores do semáforo: Verde: sem sinais ou condições para acesso venoso; Amarelo: primeiros indícios de preocupação, como uma leve vermelhidão ou desconforto; e Vermelho: sinais evidentes como dor severa, inchaço ou inflamação que requerem uma ação imediata. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Essa abordagem permitiu identificar precocemente alterações que muitas vezes são esquecidas na prática clínica, possibilitando intervenções nas fases iniciais do processo inflamatório. Além disso, possibilita uma comunicação mais eficiente entre os profissionais; padroniza a linguagem de atendimento; aumenta o engajamento da equipe nas rotinas de monitoramento contínuo e resulta em registros mais consistentes no prontuário. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR A ação educativa revelou-se uma ferramenta eficaz para fortalecer a cultura de segurança do paciente, elevando a conscientização sobre os sinais clínicos e promovendo a prevenção de eventos adversos. Os participantes mencionaram que agora identificam melhor os sinais de flebite, que se sentem mais confiantes ao avaliar o acesso venoso e que a abordagem lúdica favoreceu o aprendizado. A programação para os colaboradores impulsionou a educação permanente em saúde, resultando em uma prática assistencial mais segura, qualificada e centrada no cuidado aos usuários. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Segundo a enfermeira Werly, que atua no setor de Obstetrícia – PPP (Pré-Parto, Parto e Pós-Parto), a ação foi muito enriquecedora, pois trouxe de forma simples e prática um tema extremamente importante para a nossa rotina. “Aprendemos que cuidar do acesso venoso também é cuidar da segurança do paciente. A identificação precoce da flebite faz toda a diferença na prevenção de complicações. Estar atento aos sinais, como dor, vermelhidão e inchaço, e adotar medidas preventivas são atitudes essenciais no nosso dia a dia assistencial”, disse. Patrícia Muniz, organizadora da ação e coordenadora do Setor de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital Santa Rosa, destacou que utilizar uma abordagem lúdica como o sinal de trânsito facilita muito a compreensão e a aplicação prática do conhecimento pela equipe. “Essa estratégia fortalece a padronização da assistência, melhora a comunicação entre os profissionais e contribui diretamente para a segurança do paciente. A educação permanente é um dos pilares para a melhoria contínua da qualidade do cuidado”, afirmou. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Serviço: O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa integra a rede de saúde do Governo do Pará. Os serviços são 100% gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A unidade é referência na região e está localizada na Rua Joaquim Mendes Contente, 1360 – Bairro Santa Rosa, em Abaetetuba (PA).