Hospital Octávio Lobo promove ação de conscientização pelo Maio Laranja

Hospital Octávio Lobo promove ação de conscientização pelo Maio Laranja Em parceria com o Parápaz, palestras educativas reforçaram o apoio à campanha nacional de prevenção e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes Por Leila Cruz21/05/2026 18h11 A assistente social, Vania Henriques, orientou sobre sinais de alerta e prevenção ao abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol No Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, a campanha nacional Maio Laranja ganhou espaço para diálogo, conscientização e proteção da infância. Nesta quarta-feira (21), colaboradores, acompanhantes e pacientes participaram de palestras educativas sobre o enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A ação reforçou o compromisso da unidade, especializada no atendimento oncológico pediátrico infantojuvenil, com a promoção do cuidado integral e da defesa dos direitos das crianças e adolescentes. A coordenadora do Centro Integrado de Atendimento à Criança e Adolescente Vítima e Testemunha de Violência, da Polícia Científica, e assistente social, Vânia Henriques, destacou os sinais de alerta. “Os sinais são muito abrangentes. As crianças, por exemplo, se comportam de maneiras diversas. Algumas podem apresentar tristeza, enquanto outras demonstram sonolência durante o dia e tem uma queda no rendimento escolar. Isso porque a violência ocorre ou se concretiza durante a noite. Então, ela perde o sono e compensa dormindo de dia, na sala de aula. Tanto os profissionais que fazem parte da rede de proteção quanto os familiares devem ficar atentos a essas alterações de rotina e de humor”, enfatizou. “A criança pode apresentar irritabilidade e demonstrar que não quer se aproximar de certos familiares. Não a force a interagir, abraçar, sentar no colo ou ir à casa de parentes se ela não quiser. Muitas vezes, ela sinaliza que rejeita a aproximação de um avô, um tio ou uma tia e, por isso, não se deve obrigá-la. Respeite-a; não a exponha a riscos ou a situações de desconforto. Ouça a criança e dialogue sobre as partes íntimas e a prevenção, para que ela se conheça e, em uma eventual situação de risco ou tensão, consiga falar a respeito e pedir socorro”, completou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A programação utilizou elementos lúdicos, como o uso de bonecos e dinâmicas interativas para deixar a mensagem mais leve. O “Semáfaro do Toque” ajudou a sinalizar onde pode, não pode tocar e as áreas que requerem atenção, educando a família para o cuidado com os filhos. Outro tema discutido foi a atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que trouxe recomendações sobre uso de tecnologias como inteligência artificial, aplicativos que mudam a voz, e fazem parte do cotidiano do público-alvo da campanha. Uma das recomendações é que as redes sociais de crianças e adolescentes estejam vinculadas às contas dos respectivos responsáveis para mitigar os riscos. Já para os colaboradores, o foco esteve voltado às políticas públicas de proteção e aos fluxos de encaminhamento e denúncia. “Conscientizar também é um dever nosso enquanto instituição de saúde. Não podemos fechar os olhos para um tema tão importante. Quanto mais informação e identificação de sinais de risco, maiores são as chances de proteger nossas crianças e adolescentes”, concluiu a coordenadora de Humanização do Hoiol, Natacha Cardoso. Ela destacou ainda que abordar o tema dentro da unidade é um compromisso com a proteção da infância. Segundo a pedagoga, o debate precisa acontecer de forma aberta e responsável para fortalecer ações preventivas e ampliar a conscientização da sociedade. “Só conseguimos evitar situações de risco quando damos nome ao problema e entendemos como ele acontece. Falar sobre abuso e exploração sexual é de suma importância, principalmente em um hospital que atende exclusivamente o público infantojuvenil”, afirmou. Para Natacha, promover debates sobre proteção infantil também faz parte da política de humanização hospitalar, que busca enxergar o paciente além do tratamento clínico. “Quando falamos de humanização, falamos também de contexto social, de garantia de direitos e de proteção integral. O abuso pode acontecer em qualquer lugar e, muitas vezes, dentro do próprio ambiente familiar, por isso, precisamos enfrentar essa realidade com informação e conscientização”, explicou. Equipe multidisciplinar do Hoiol foi orientada sobre políticas públicas de proteção e aos fluxos de encaminhamento e denúncia. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Rede de proteção garante sigilo e acolhimento às vítimas Para combater o medo e a dificuldade de denunciar casos de violência contra crianças e adolescentes, a sociedade e os profissionais contam com canais seguros e anônimos. O “Disque 100” atende em âmbito nacional, enquanto o “181” é o canal específico para o estado do Pará. Ambos garantem o sigilo absoluto de quem denuncia. Já para situações de flagrante, em que a violência está acontecendo no exato momento, o número indicado é o 190. Além disso, toda a rede de serviços, que engloba os setores de saúde, educação, assistência social e segurança, deve estar preparada para acolher as vítimas e registrar as denúncias. Quando o caso chega ao Centro Integrado Parápaz, o atendimento ocorre de forma integrada e humanizada em um único espaço, conforme determina a Lei nº 13.431. “A vítima e a família recebem acolhimento psicossocial, passam por escuta especializada com profissionais capacitados e contam com a Delegacia Especializada no Atendimento à Criança e ao Adolescente (DEACA) para o registro do boletim de ocorrência. O Centro também oferece exames com médicas peritas e ginecologistas da Polícia Científica, além de pediatras, garantindo que as famílias saiam com encaminhamentos e consultas agendadas para acompanhamento psicológico contínuo”, destacou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A salgadeira Adriana Soares, de 43 anos, acompanha o filho em tratamento no Hoiol e destacou a importância do diálogo entre pais e filhos sobre proteção, limites do corpo e segurança desde a infância. Para ela, a orientação familiar é fundamental para prevenir situações de violência e ajudar as crianças a reconhecerem comportamentos inadequados. “Hoje em dia, a violência é muito grande, então é importante passar segurança para nossas crianças e ensinar o que é certo e o que é errado, o que pode e o que não pode. Quando a
Hospital Santa Rosa transforma alta hospitalar em momento de celebração da vida

Hospital Santa Rosa transforma alta hospitalar em momento de celebração da vida Projeto “Tô de Alta!” acolheu mais quatro pacientes, que receberam alta em um ambiente repleto de emoção e carinho Por Wellington Hugles 20/05/2026 18h30 Projeto “Tô de Alta” celebra alta do paciente Rodrigo Moreira. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa (HRBTSR), em Abaetetuba, nordeste paraense, promoveu durante o mês de maio momentos marcados por emoção, acolhimento e celebração com o projeto “Tô de Alta!”. A iniciativa busca tornar o processo de alta hospitalar mais humanizado para pacientes e familiares, especialmente aqueles que passaram por longos períodos de internação. Ao longo das despedidas, quatro pacientes receberam homenagens da equipe multiprofissional da unidade, com corredor humano, balões, aplausos e mensagens de incentivo, simbolizando a superação e o início de uma nova etapa após o tratamento. Após 125 dias internado na Clínica Médica, Luiz Carlos recebeu alta hospitalar depois de conseguir vaga para tratamento de hemodiálise no Centro de Hemodiálise do Hospital Santa Rosa. Com isso, pôde retornar para sua residência em Vila dos Cabanos, no município de Barcarena. Projeto “Tô de Alta” celebra alta do paciente Amilton Passos. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Outro momento de emoção foi a alta de Amilton Passos, que permaneceu internado por 81 dias. Ele retornou para casa, em Abaetetuba, após garantir continuidade ao tratamento de hemodiálise. A paciente Darialva Diniz também celebrou a recuperação depois de 134 dias de internação. Ela voltou para a Ilha de Trambioca, em Barcarena, onde seguirá recebendo cuidados paliativos acompanhada pela equipe do programa Melhor em Casa. Já Rodrigo Moreira, morador de Castanhal, recebeu alta após 74 dias internado em decorrência de um grave acidente de trânsito que resultou em Traumatismo Cranioencefálico (TCE). A recuperação do paciente emocionou colaboradores da unidade, que acompanharam de perto sua evolução clínica. Projeto “Tô de Alta” celebra alta do paciente Luiz Carlos. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Humanização e acolhimento – Além das tradicionais plaquinhas do projeto “Tô de Alta!”, os pacientes receberam girassóis, símbolo de esperança, força, renovação e novos começos. O projeto tem como objetivo fortalecer o acolhimento e a humanização durante o processo de alta hospitalar, promovendo vínculos emocionais entre pacientes, familiares e equipes assistenciais. A ação reforça que o cuidado vai além da assistência técnica, abrangendo também suporte emocional, psicológico e social. Todo o planejamento foi desenvolvido pela Comissão de Humanização do hospital, em parceria com equipes multiprofissionais da unidade, reunindo colaboradores que acompanharam de perto a trajetória dos pacientes durante a internação. Segundo a técnica de enfermagem Ana Paula Mascarenhas, acompanhar a recuperação dos pacientes é motivo de grande emoção para os profissionais. “Amilton sempre foi um paciente resiliente e cheio de fé. Mesmo diante das dificuldades, encontrava forças para conversar com outros pacientes, incentivar e levar palavras de esperança. Ver esse momento da alta acontecendo é emocionante para todos nós, porque acompanhamos diariamente sua luta e perseverança”, destacou. Projeto “Tô de Alta” celebra alta da paciente Darialva Diniz, que voltou para casa e seguirá recebendo cuidados paliativos acompanhada pela equipe do programa Melhor em Casa. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR O técnico de enfermagem Reinaldo Ribeiro também ressaltou a trajetória de superação de Rodrigo Moreira. “O Rodrigo nos ensinou muito sobre superação. Desde o início, percebíamos o quanto ele queria vencer e voltar para casa para reencontrar os filhos. Foram dias difíceis, mas ele nunca desistiu. Hoje, ver esse sonho se concretizando é motivo de muita alegria e gratidão para toda a equipe”, afirmou. Foto: Divulgação Gratidão e recomeço – Emocionado, Amilton Passos agradeceu o acolhimento recebido ao longo dos 81 dias de internação. “Agradeço por todo o cuidado e carinho que recebi aqui. Cada um de vocês ficará guardado no meu coração. Agora todos estão convidados para visitar minha casa, tomar um café, saborear um picolé e conversar. Estou ansioso para recebê-los com muita alegria”, declarou. Rodrigo Moreira também celebrou a nova oportunidade após superar as consequências do acidente. “Só tenho gratidão por tudo que fizeram por mim. Passei por momentos extremamente difíceis, mas nunca estive sozinho. Cada palavra, cada gesto de atenção e cada cuidado contribuíram para minha recuperação. Hoje volto para casa com uma nova chance de viver, graças também a essa equipe extraordinária”, disse. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR Serviço: O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa integra a rede de saúde do Governo do Pará. Todos os serviços são ofertados gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), a unidade está localizada na Rua Joaquim Mendes Contente, nº 1360, bairro Santa Rosa, em Abaetetuba. Foto: Divulgação/Ascom HRBTSR
HRPL fortalece saúde em Paragominas com mais de 86 mil atendimentos em 2026

Hospital Público do Leste fortalece saúde em Paragominas com mais de 86 mil atendimentos em 2026 Hospital segue com compromisso com a qualidade e a humanização na assistência prestada Por Pedro Amorim20/05/2026 17h15 Foto: Divulgação O Hospital Regional Público do Leste (HRPL), localizado em Paragominas, segue consolidado como referência em atendimentos de média e alta complexidade para 23 municípios da região. Entre janeiro e abril deste ano, a unidade realizou mais de 86 mil atendimentos e procedimentos, além de alcançar um índice de aprovação de 97,83% entre os usuários, reforçando o compromisso com a qualidade e a humanização da assistência prestada. Nos primeiros quatro meses de 2026, o HRPL registrou um total de 86.139 atendimentos e procedimentos. Entre os principais números estão 1.117 internações, 16 mil atendimentos ambulatoriais e de pronto atendimento, 1.442 cirurgias realizadas, 49.682 exames gerais, 219 transfusões de sangue, 692 sessões de fonoaudiologia, 6.863 atendimentos de fisioterapia, 343 sessões de terapia ocupacional, 3.203 atendimentos de nutrição clínica, 1.940 atendimentos psicológicos e 5.638 atendimentos no Serviço Social. Para o diretor-geral do hospital, André Bordallo, “alcançar mais de 86 mil atendimentos em apenas quatro meses, mantendo um índice de aprovação que beira os 98%, é o reflexo direto da dedicação incansável de toda a nossa equipe. Esses números não são apenas estatísticas; eles representam vidas da nossa região que receberam um acolhimento digno, seguro e de alta qualidade”. Ele acrescenta que a equipe do HRPL segue com o compromisso de continuar aprimorando a gestão e os processos para que a unidade continue como um farol de excelência e humanização na saúde pública do Pará, garantindo uma jornada assistencial fluida, segura e genuinamente centrada no paciente. O HRPL oferece uma ampla gama de especialidades médicas, entre as quais se destacam Neurologia, Traumatologia, Cirurgia Geral, Cardiologia, Urologia e Ginecologia. A unidade também é referência no atendimento a casos de AVC, com equipe e estrutura especializadas, além de contar com profissionais capacitados para assistência às comunidades indígenas, promovendo um cuidado inclusivo e de qualidade. Com 70 leitos disponíveis, o hospital se destaca ainda pelo atendimento em oncologia, sendo habilitado para realização de cirurgias oncológicas, o que contribui significativamente para a descentralização dos tratamentos oncológicos no Estado. Qualidade certificada – A excelência dos serviços prestados pelo HRPL é reconhecida por meio da certificação Acreditado Pleno – Nível II, concedida pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG). Esse resultado reafirma o compromisso do hospital com a segurança, eficiência e humanização no atendimento à população paraense, fortalecendo sua posição como um dos principais centros de saúde da região. Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do governo do Pará e fica localizado na rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
HRPL reforça importância da higiene das mãos para a segurança do paciente

HRPL reforça importância da higiene das mãos para a segurança do paciente Ação na unidade destacou a importância da prática como uma das principais medidas para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde Por Pedro Amorim20/05/2026 17h15 Foto: Divulgação No intuito de fortalecer, cada vez mais, a segurança do paciente, a gestão do Hospital Regional Público do Leste (HRPL) realizou, nos dias 18 e 19 de maio, a Campanha de Higiene das Mãos, em alusão ao mês temático, reforçando a importância da prática como uma das principais medidas para a prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde. A programação contou com atividades educativas e dinâmicas voltadas aos colaboradores e terceiros da instituição, abordando os “5 Momentos da Higiene das Mãos”, estratégia fundamental para reduzir a disseminação de microrganismos. Entre as ações realizadas estiveram o teste da prática correta com luz negra, jogo da memória e perguntas e respostas, promovendo aprendizado interativo e maior conscientização sobre a adesão adequada à higienização das mãos no ambiente hospitalar. Foto: Divulgação Para Ana Beatriz Leonidas, enfermeira do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), “a iniciativa reforçou o compromisso a segurança do paciente e a promoção de boas práticas assistenciais, incentivando todos os profissionais a manterem a higiene das mãos como uma medida essencial para uma assistência segura e de qualidade”. A iniciativa foi organizada por Ana Beatriz Leonidas (Enfermeira SCIH), Ludimila Fernandes (Técnica de Enfermagem SCIH), Gisele Borges (Enfermeira NHE) e Juliana Cunha (Auxiliar Administrativo). Aprovação – Para Cheila Regina de Menezes, de 55 anos, a campanha reforçou conhecimentos importantes para a rotina dentro do ambiente hospitalar. “Essa campanha foi muito maravilhosa, porque nos mantém informados e ajuda bastante na prevenção por meio da higiene das mãos. É algo muito positivo, pois nos mantém protegidos e também ajuda a assistência na segurança do paciente”, destacou a auxiliar de higiene e limpeza. Foto: Divulgação Saúde em Nossas Mãos – O HRPL vem se destacando no projeto “Saúde em Nossas Mãos”, iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com o Proadi-SUS e hospitais de referência nacional, voltada à redução das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS) e ao fortalecimento da segurança do paciente. Entre os resultados alcançados pela unidade estão a redução de 78% nas infecções de corrente sanguínea e a eliminação total das infecções do trato urinário (ITU), além do reconhecimento nacional pela implementação do Kamishibai, metodologia de gestão visual que fortalece a adesão aos protocolos assistenciais e contribui para a melhoria contínua da qualidade do cuidado. O desempenho do hospital também garantiu ao HRPL a seleção para expansão das ações do projeto ao Pronto-Atendimento, reforçando o compromisso da unidade com uma assistência cada vez mais segura, eficiente e humanizada. Foto: Divulgação Serviço: O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes (ID), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRPL fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no Bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Campanha de higiene das mãos reforça a cultura de segurança no Hospital Octávio Lobo

Campanha de higiene das mãos reforça a cultura de segurança no Hospital Octávio Lobo Iniciativa promoveu atividades educativas e interativas para conscientizar sobre prevenção de infecções no ambiente hospitalar Por Ellyson Ramos19/05/2026 17h50 Campanha reforçou medidas de prevenção de infecções e segurança do paciente no ambiente hospitalar. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, promoveu, nesta segunda (18) e terça-feira (19), uma programação especial para reforçar a conscientização sobre a importância da higienização das mãos na prevenção de infecções hospitalares. Coordenada pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH), a campanha reuniu atividades educativas e dinâmicas destinadas a pacientes, acompanhantes e colaboradores da unidade. Com o tema “Higiene das mãos: ação que salva vidas”, a programação incluiu distribuição de materiais educativos, histórias em quadrinhos e jogos interativos. Entre as atividades realizadas, os profissionais da saúde orientaram sobre a estratégia “Siga e Pare”, em que crianças internadas utilizam plaquinhas para lembrar colaboradores, cuidadores e visitantes sobre a necessidade de higienizar as mãos antes de qualquer procedimento ou contato. A campanha também contou com brincadeiras educativas, como o “Big Phone” e o “Bilhete Dourado”, direcionadas aos colaboradores da unidade. Adrielle Monteiro faz uso da fonia para orientar sobre as boas práticas de higiene das mãos e elaborar perguntas respondidas durante a dinâmica ‘Big Fone’. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Segundo a coordenadora do SCIH do Hoiol, Adrielle Monteiro, a proposta fortalece a cultura de segurança do paciente. “A higiene das mãos é uma das medidas mais simples e eficazes para prevenir infecções. Em um hospital pediátrico oncológico, onde os pacientes possuem maior vulnerabilidade imunológica, esse cuidado se torna ainda mais essencial. Buscamos envolver profissionais, pacientes e cuidadores para que todos compreendam sua responsabilidade nesse processo”, destacou. A coordenadora explica que os principais erros observados em ambientes hospitalares estão relacionados à execução inadequada da técnica e à ausência da higienização nos momentos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). “As duas principais formas de realizar a higienização das mãos são com álcool ou água e sabão. As soluções alcoólicas, disponíveis em diversas apresentações, como gel, spray ou espuma, devem conter, no mínimo, 70% de álcool e podem incluir emolientes hidratantes em sua composição. Cada produto possui uma função específica. O álcool é indicado para situações em que as mãos não apresentam sujeira visível, devido à sua ação rápida e antisséptica. Contudo, esse produto não substitui a necessidade de lavar as mãos com sabão em situações em que há sujeira visível, como poeira ou resíduos de luvas”, explicou Adrielle. Pacientes e acompanhantes receberam orientações sobre a importância da higienização correta das mãos. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A especialista destacou ainda que a conscientização é um dos pilares para prevenir Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). “Mesmo em rotinas intensas, é fundamental que todos reconheçam a importância desse cuidado para a segurança do paciente. A higienização com água e sabão leva, em média, 60 segundos, enquanto o uso da preparação alcoólica requer cerca de 30 segundos. É um tempo curto, mas capaz de salvar vidas e prevenir infecções. Por isso, abordamos esse tema de forma leve e acessível, utilizando brincadeiras e recursos lúdicos para reforçar a importância da higiene das mãos. Essa é uma responsabilidade coletiva, que depende do comprometimento dos profissionais de saúde, pacientes e cuidadores.” A campanha também mobilizou quem acompanha de perto a rotina hospitalar. A auxiliar administrativa do Núcleo Interno de Regulação (NIR) do Hoiol, Renata Bilby, relatou que as atividades ajudam a reforçar práticas fundamentais no dia a dia. “A higiene das mãos é essencial para proteger pacientes, acompanhantes e profissionais, reduzindo os riscos de infecções. Mesmo na correria da rotina, buscamos manter esse cuidado constante, seja com água e sabão ou com álcool em gel, sempre nos momentos adequados. Também orientamos os acompanhantes e visitantes sobre a importância da higienização das mãos e do uso de máscara para garantir um ambiente mais seguro para todos”, afirmou. Alunos da Classe Hospitalar também participaram da campanha. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A dona de casa Edinalva dos Santos, de 41 anos, acompanha a filha, Elayne, de 16, em tratamento contra a leucemia. Durante a internação da adolescente, ela conta que redobra a atenção aos cuidados com a higiene das mãos por parte dos profissionais de saúde. “Aqui no hospital, eles são muito cuidadosos e sempre orientam a gente a lavar as mãos. Também percebo que estão constantemente atentos, usando luvas ou álcool em gel. Em um momento tão delicado como a internação, esse cuidado traz mais tranquilidade para gente”, afirmou A estudante Renata Nunes, de 33 anos, acompanha o filho Miguel, de seis anos, em tratamento contra a Leucemia Linfoblástica Aguda do tipo B e afirma que, por já ter trabalhado em hospitais, conhece a importância das boas práticas. Para ela, as equipes do Hoiol orientam constantemente os familiares sobre os procedimentos necessários durante a internação, como os cuidados com o acesso venoso, a higienização diária dos pacientes e a troca frequente das roupas de cama. Cuidados que, segundo a genitora, mostram a dedicação dos profissionais envolvidos no tratamento do filho. “É muito gratificante ver o comprometimento de todos. Além de cuidar dos pacientes, eles também nos orientam sobre os cuidados que nós, como pais, precisamos ter com nossos filhos. Vejo que é um ato de cuidado e de amor”, concluiu. Pacientes e acompanhantes receberam orientações sobre a importância da higienização correta das mãos. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Serviço: Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hoiol é referência na região Amazônica no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária entre zero a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes, por meio de contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Cães terapeutas levam afeto e quebram rotina de crianças em tratamento do câncer

Cães terapeutas levam afeto e quebram rotina de crianças em tratamento do câncer No Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, o projeto “Visita Pet” transforma o ambiente hospitalar com o uso da Terapia Assistida por Animais (TAA) Por Leila Cruz 19/05/2026 16h00 Chico e Thomas exercem um papel fundamental no suporte emocinal dos pacientes. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Com o rabo abanando, temperamento dócil e fantasiados de super-heróis, os cães terapeutas, Chico e Thomas, esbanjaram a gentileza e interação com os pacientes do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) nesta terça-feira (19). A visita dos “aumigos” é um sopro de leveza para as crianças e adolescentes que fazem tratamento na unidade. Entre carinhos, brincadeiras e “lambeijos”, os pets exercem um papel fundamental de suporte emocional desses pacientes. A pequena Juliana Rodrigues, de nove anos, interagiu com os animais e aproveitou para fazer um cafuné em Chico, um Golden Retriever de quatro anos, treinado para realizar visitas às instituições. A capa de Superman combinava perfeitamente com a missão de salvar o dia dos pacientes. “O pelo dele é bem macio. Ele gosta de ganhar carinho nas costas”, relatou Juliana, que fez o seu próprio diagnóstico sobre o comportamento do visitante. “O rabinho dele balançou, acho que isso significa que ele estava feliz”, completou. A paciente Juliana Rodrigues, à direita, interagiu com os animais. Foto: Jaine Oliveira/AscomHoiol A ação faz parte do projeto “Visita Pet”, iniciativa desenvolvida pelo Escritório de Experiência do Paciente (EEP) do hospital, que coloca em prática a Terapia Assistida por Animais (TAA). Muito além do entretenimento, a presença dos cães atua diretamente no bem-estar emocional e físico dos pacientes, reduzindo os níveis de estresse e ansiedade comuns durante a hospitalização prolongada. Conforme explica Elizabeth Cabeça, do EPP, a introdução dos animais em um ambiente de oncologia exige um protocolo rigoroso de segurança. “Antes de cada visita, o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) atua em conjunto com as equipes médica, de enfermagem e de humanização para avaliar quais pacientes estão clinicamente aptos a participar da interação na brinquedoteca. As crianças passam por triagem rigorosa e os cães devem estar higienizados, vermifugados e com o esquema vacinal em dia”, complementou. O impacto da humanização hospitalar ultrapassa os leitos e alcança também que se dedica diariamente ao cuidar. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol De acordo com a profissional, a mudança na atmosfera do Hoiol é imediata assim que as patinhas tocam o hospital. O impacto da humanização hospitalar ultrapassa os leitos e alcança também quem se dedica diariamente ao cuidar. “Os cães trazem alegria para os usuários, acompanhantes e colaboradores. Passando pelo ambulatório, pela classe hospitalar, setores de internação e brinquedotecas, a presença deles garante sempre um momento de muita descontração”, destacou. Referência em oncologia infantojuvenil Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região amazônica no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, atendendo pacientes de 0 a 19 anos. Fundada em 2015, a unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), por meio de contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa).
Hospital Regional de Tucuruí celebra o Dia das Mães com café especial para colaboradoras

Hospital Regional de Tucuruí celebra o Dia das Mães com café especial para colaboradoras A ação proporcionou um momento de acolhimento, reconhecimento e valorização às profissionais da unidade Por Wellington Hugles 11/05/2026 10h59 Foto: Divulgação Em celebração ao Dia das Mães, o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí promoveu, neste domingo (10), um café especial dedicado às colaboradoras da unidade. A ação, organizada pela equipe de Humanização, proporcionou um momento de acolhimento, reconhecimento e valorização às profissionais que, diariamente, dedicam cuidado, esperança e empatia aos pacientes e seus familiares. A programação contou com café da manhã, mensagens de homenagem, apresentações musicais, louvores, espaço para fotos, interação entre as equipes multiprofissionais e distribuição de brindes. O ambiente foi preparado especialmente para proporcionar às mães um momento de confraternização e carinho em meio à rotina hospitalar. Segundo a coordenadora de enfermagem da Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), Samara Nunes, iniciativas como essa reforçam a importância do acolhimento dentro do ambiente de trabalho. Foto: Divulgação “A intenção dessa homenagem é oferecer às nossas mães um sentimento de acolhimento e singularidade em meio à rotina de trabalho. Elas representam o amor incondicional e a força que nos inspira a enfrentar as adversidades da vida com coragem. Ser mãe vai muito além de gerar uma vida; é acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente”, destacou. A coordenadora de Humanização, Alexandra Alves, ressaltou que o cuidado hospitalar vai além da assistência técnica e dos protocolos médicos. “Os cuidados e os atendimentos no hospital também envolvem acolhimento humano, escuta e a construção de laços de solidariedade e esperança”, afirmou. Foto: Divulgação Mesmo sendo uma ação simples, o evento simbolizou um dos principais pilares do Instituto Diretrizes, responsável pela administração do Complexo Hospitalar: a valorização do cuidado humanizado. A iniciativa reforça não apenas a atenção aos pacientes, mas também o apoio às famílias e aos profissionais que atuam diariamente na assistência hospitalar. A colaboradora Maria das Graças Leite, uma das homenageadas, emocionou-se ao falar sobre o momento vivido. “Essa celebração é muito especial, porque passamos grande parte do nosso tempo aqui no hospital. Receber esse carinho faz toda a diferença. Só tenho gratidão”, disse. Para o diretor-geral do Complexo Hospitalar, Junior Souto, a homenagem representa reconhecimento e gratidão às mulheres que exercem diariamente o papel do cuidado. “Mais do que uma homenagem, este momento simboliza reconhecimento e carinho por todas as mulheres que carregam em si a essência do cuidado, da força e da dedicação. Ser mãe é acolher, proteger, educar, amar e transformar vidas todos os dias”, concluiu. Serviços – O Hospitalar Regional de Tucuruí e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) oferecem uma ampla variedade de serviços médicos, laboratoriais e multiprofissionais, garantindo à população acesso a atendimento integral e especializado, totalmente gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).
Campanha destaca a importância de lavar as mãos para evitar infecções no Hospital Regional de Tucuruí

Campanha destaca a importância de lavar as mãos para evitar infecções no Hospital Regional de Tucuruí Atividades educativas foram realizadas durante três dias com colaboradores, pacientes e acompanhantes no Complexo Hospitalar Por Wellington Hugles 10/05/2026 10h59 Foto: Divulgação Para destacar a importância da correta higienização das mãos, o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT e a Unacon, por meio do Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS) e da Comissão de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (CCIRAS), realizaram uma série de atividades educativas entre os dias 05 e 07 de maio. Essas atividades foram destinadas a colaboradores, pacientes e acompanhantes. A ação teve como objetivo marcar o Dia Mundial da Higienização das Mãos, celebrado em 5 de maio, e também o Dia Nacional de Controle das Infecções Hospitalares, comemorado em 15 de maio. A iniciativa foi uma maneira prática e interativa de enfatizar como um gesto simples pode ser eficaz na prevenção de doenças. Foto: Divulgação Em uma programação elaborada pelas equipes do SCIRAS e da CCIRAS, foram organizadas diversas atividades no corredor central do hospital, como gincanas, pintura das mãos e provas de conhecimento sobre o tema, incluindo os cinco momentos da higienização das mãos, sempre com a finalidade de combater, prevenir e evitar infecções em pacientes internados. Os organizadores também prepararam um quadro em que os participantes puderam deixar suas digitais durante as atividades, utilizando as mãos antes da higienização.Prevenir doenças e manter-se saudável pode ser mais simples do que se imagina. Às vezes, o gesto mais simples também é o mais eficaz. A higienização das mãos é um desses casos: uma ação rápida, simples e fundamental para a proteção de pacientes, profissionais de saúde e de toda a comunidade. Foto: Divulgação Simples, acessível e rápida, a lavagem das mãos é considerada a medida mais importante para a prevenção de infecções associadas à assistência à saúde. Enquanto aguardavam atendimento para um exame de raio-X, Silvana Apolinario Dias Gomes e o marido receberam orientações sobre a forma correta de higienizar as mãos. De acordo com Silvana Apolinario, moradora do município de Goianésia do Pará, a experiência reforçou a importância da prática. “Sou merendeira e considero essas iniciativas essenciais. Lavar as mãos é um hábito que não pode faltar, mas muitas pessoas ainda não perceberam que, a todo momento, carregamos bactérias que podem prejudicar a nossa saúde e a de outras pessoas”, comentou. Mais do que uma simples semana de conscientização, a iniciativa reforça o compromisso com a qualidade do atendimento e o bem-estar de pacientes, visitantes e colaboradores. Foto: Divulgação A forma correta de lavar as mãos tornou-se um dos principais pilares para a transformação do ambiente hospitalar, pois reduz infecções, diminui o uso de antibióticos e fortalece a cultura de segurança no cuidado com o paciente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu os “5 momentos” para a higienização das mãos, considerados essenciais para garantir uma limpeza eficaz: antes de tocar o paciente; antes de realizar procedimentos limpos ou assépticos; após risco de contato com fluidos corporais; após tocar o paciente; e após contato com superfícies próximas ao paciente. A correta higienização das mãos continua sendo uma das melhores formas de prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde. Foi com esse intuito que o Hospital Regional de Tucuruí promoveu a Campanha de Higienização das Mãos deste ano, que teve como lema: “Cuidado seguro exige mãos limpas. Sempre”. A coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (CCIRAS), Thati Beliche, elogiou o êxito da campanha e destacou a importância do evento. Foto: Divulgação Segundo ela, a iniciativa proporciona a oportunidade de colocar em prática tudo o que é vivenciado no ambiente hospitalar, especialmente em relação ao protocolo de higienização das mãos, considerado um dos principais pilares da segurança do paciente. “Hoje, colocamos em prática tudo o que aprendemos ao longo dos anos e reforçamos a necessidade de higienizar as mãos antes e depois de qualquer procedimento e antes de qualquer contato com o paciente. Isso evita que o paciente permaneça internado além do necessário, promovendo uma alta segura e reduzindo os riscos de infecção”, destacou. Uma maneira simples e eficaz de evitar infecções — De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1 em cada 10 pacientes no mundo enfrenta eventos adversos, muitos dos quais podem ser evitados. A lavagem das mãos é a forma mais simples, acessível e eficaz de prevenir Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). No entanto, a adesão a essa prática ainda é considerada baixa.“Para o Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS), promover estratégias que ampliem a adesão à higienização das mãos é um compromisso permanente, pois se trata de uma medida essencial para a segurança do paciente”, ressaltou a equipe. Foto: Divulgação Segundo o diretor-geral do Complexo Hospitalar, Junior Souto, a semana foi marcada pelo reforço das ações educativas sobre a importância da lavagem das mãos. “O Hospital Regional de Tucuruí segue rigorosamente as metas internacionais de segurança, incluindo a higienização das mãos, considerada a principal forma de prevenir contaminações e infecções associadas à assistência à saúde. Com as ações desenvolvidas nesta programação, reafirmamos o compromisso da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) em fortalecer essa prática e garantir a continuidade dos treinamentos, orientações e da divulgação das metas internacionais de segurança”, afirmou. Ainda de acordo com Junior Souto, a campanha de higienização das mãos no HRT e na Unacon foi promovida junto aos colaboradores por meio de gincanas, atividades de pintura das mãos e provas de conhecimento sobre os cinco momentos da higienização, sempre com o objetivo de combater, prevenir e evitar infecções em pacientes hospitalizados. Foto: Divulgação “Com a graça de Deus e o empenho de todos os colaboradores, temos conseguido, ao longo dos últimos quatro anos, reduzir o número de infecções nos pacientes que necessitam ou vêm em busca de tratamento no Hospital Regional de Tucuruí”, destacou. Serviços – O Hospitalar Regional de Tucuruí e a Unidade de
Hospital Regional Santa Rosa celebra o Dia das Mães em programação especial

Hospital Regional Santa Rosa celebra o Dia das Mães em programação especial Para homenagear as mães que se dedicam ao trabalho na unidade, o setor de humanização organizou várias atividades nos dias 7 e 8 de maio Por Wellington Hugles 09/05/2026 11h44 Foto: Divulgação Em cada corredor do Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, existe algo que vai além do simples atendimento e cuidado: existe amor, especialmente aquele que é característico das mães. Durante esta semana, que celebra o Dia das Mães, foram realizadas homenagens a essas mulheres cuja entrega e incentivo vão além do hospital e da maternidade convencional, tornando-se uma parte fundamental na vida de seus filhos. Para homenagear as mães que se dedicam incansavelmente ao trabalho no Hospital Santa Rosa, o setor de humanização organizou várias atividades nos dias 7 e 8 de maio, em comemoração ao Dia das Mães. Foto: Divulgação O objetivo foi criar um momento de valorização e reconhecimento, bem como zelar pela saúde emocional das mães colaboradoras, estreitando vínculos, oferecendo acolhimento e promovendo o bem-estar físico e emocional por meio de atividades integrativas e humanizadas. No auditório do hospital, aconteceu uma programação cuidadosamente planejada para oferecer às mães que trabalham na instituição um momento de acolhimento, valorização e cuidado. Em meio à correria do hospital, o espaço começou a representar algo novo: leveza, escuta e acolhimento à maternidade em suas múltiplas formas, histórias e significados. Caixa de Sentimentos – Nos dois dias de ação, foi aplicada uma dinâmica chamada “Caixa de Sentimentos”, que continha palavras que simbolizavam a maternidade, como amor, força, coragem, cuidado, renúncia, proteção e esperança. As mães foram convidadas a compartilhar o que cada termo representava em suas experiências. Foi um momento de intensa emoção, empatia e acolhimento. O espaço se tornou um ambiente de escuta atenta e compartilhamento de carinho. Os acadêmicos de Fisioterapia que estão estagiando no hospital também se envolveram nas comemorações do Dia das Mães, oferecendo às colaboradoras uma chance de relaxar e cuidar de si mesmas, contribuindo para o seu bem-estar físico e emocional. Foto: Divulgação Karaokê – Rolou um momento de ‘karaokê’ bem descontraído, que divertiu o grupo e ajudou a aumentar a interação entre as participantes, gerando muitos sorrisos e um clima leve. Para finalizar as comemorações em grande estilo, foi servido um coffee break especial, elaborado com muito carinho para este momento de homenagem e reconhecimento. Igualmente, como um gesto simbólico de apreço e reconhecimento, foram oferecidos às mães colaboradoras pequenos mimos personalizados, cuidadosamente confeccionados para a ocasião, ressaltando a consideração, o reconhecimento e a gratidão por cada trajetória materna que integra a instituição. Foto: Divulgação Segundo Antonilda Pinheiro, que coordena a Comissão de Humanização: “A maternidade transforma profundamente a forma como enxergamos o mundo e também a maneira como cuidamos do outro. Ser mãe é aprender diariamente sobre amor, força, renúncia e acolhimento. Poder proporcionar um momento como esse para nossas colaboradoras é reconhecer a importância de cada mulher que, mesmo diante das demandas da vida e do trabalho, continua oferecendo cuidado, carinho e dedicação. A humanização também passa por olhar para quem cuida e permitir que essas mulheres se sintam acolhidas, valorizadas e lembradas”. Foto: Divulgação “Certamente, ao traçarmos o perfil da nossa equipe, temos identificado essas necessidades e proporcionado suporte aos nossos colaboradores. Ao mesmo tempo em que fortalecemos essas oportunidades, conseguimos cuidar ainda melhor de todos. Nosso time, atualmente, é formado por 912 servidores que atuam no complexo hospitalar e que, todos os dias, se empenham em cuidar da vida e da saúde das pessoas. Em nome do Complexo Hospitalar e da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), agradecemos, como sempre, o empenho e a dedicação de todos. Agradecemos também a presença de todos no evento. Que Deus nos conceda bênçãos e nos fortaleça nessa missão de cuidar das pessoas”, finalizou o diretor. Serviços – O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí compreende o Hospital Regional de Tucuruí (HRT) e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que oferece uma ampla variedade de serviços médicos, laboratoriais e multiprofissionais, garantindo à população acesso a atendimento integral e especializado, totalmente gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Foto: Divulgação
Dia das Mães no Hospital Octávio Lobo emociona famílias e leva acolhimento a mães de crianças com câncer

Dia das Mães no Hospital Octávio Lobo emociona famílias e leva acolhimento a mães de crianças com câncer Com ensaio fotográfico, dia de beleza, música e ações de humanização, o Hospital promoveu momentos de afeto, autoestima e acolhimento para mães de pacientes em tratamento contra o câncer e colaboradoras Por Leila Cruz06/05/2026 20h07 Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Entre sorrisos, abraços apertados e emoções compartilhadas, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, celebrou o Dia das Mães nesta sexta-feira (08). A programação “Ser mãe é um presente, por isso merece ser celebrado” contou com uma diversidade de atividades, como Dia da Beleza, ensaio fotográfico, atrações musicais e entrega de brindes para as mães de pacientes e colaboradoras. Mais do que homenagear, a iniciativa buscou fortalecer vínculos emocionais e proporcionar memórias afetivas às famílias atendidas pela unidade hospitalar, criando um ambiente de leveza e conexão em meio à rotina de tratamentos. Janaína Miranda, 32 anos, está em Belém para acompanhar o tratamento da filha Ágata Talita, de 9 anos, contra a Leucemia Linfóide Aguda. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A santarena Janaína Miranda, de 32 anos, está em Belém acompanhando o tratamento da filha, Ágata Talita, de 9 anos, que luta contra a Leucemia Linfóide Aguda (LLA). Há 7 anos, mãe e filha enfrentam juntas as mudanças na rotina impostas pela doença,em uma rotina marcada por consultas, internações, exames e longos períodos longe de casa. Enquanto aguarda pela cura, Janaína se divide entre o trabalho autônomo e os cuidados da menina, com a esperança de vencer os desafios causados pelo enfrentamento do câncer. Quando chegou ao hospital, Janaína foi convidada a participar de um ensaio fotográfico com a fotógrafa Carol Marques, uma das voluntárias da instituição de saúde. “Hoje, quando cheguei ao hospital, fui recepcionada de uma forma muito carinhosa. Isso foi muito bom, porque a data deixa a gente mais emotiva, e é bom ser lembrada. e vou guardar essa lembrança com muito amor, carinho e gratidão”, disse a genitora. Carol espera ajudar a fortalecer a autoestima e criar memórias afetivas para as famílias. “Espero que as mãezinhas sintam calor humano, sintam-se abraçadas. Sabemos a importância de cuidar dos nossos filhos, mas temos a necessidade de sermos cuidadas e lembradas!A fotografia revela o que há de mais bonito, a essência da alma, a essência do afeto e é o que perpetua aquele momento tão singelo. É uma lembrança eternizada. De alguma forma, espero ajudá-las a se fortalecerem durante esse caminho árduo que percorrem com os filhos.” Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Segundo a Coordenadora de Humanização, Natacha Cardoso, é necessário ter sensibilidade e compreensão do contexto de vulnerabilidade em que essas mulheres se encontram. “O amor da vida delas está sendo tratado de uma doença complexa em um ambiente hospitalar, longe de casa. É como se fosse o coração, fora do corpo. Certamente, gostariam de estar junto à família, celebrando a data com saúde. Por isso, nos esforçamos enquanto equipe multidisciplinar para ofertar uma assistência segura e de qualidade,mas também ações que venham honrá-las e valorizá-las”, afirmou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Cada detalhe foi pensado com carinho, com a participação dos cantores, Fábio Maia Geovany Monteiro e Bruno Maia, da banda FB Mania, que trouxeram tanto músicas acolhedoras,quanto alegres, trazendo a promoção do bem-estar, com o objetivo de tirar um pouco a tensão do tratamento. Os brindes foram doados por Carol Marques, Pamela Brito, grupo “Laços de Amor” e Igreja Angelim, assim como foi disponibilizado um café da manhã especial e estrutura sonora por Sávio Coelho. Também foi realizada uma edição especial do projeto “Pequenos Chefs, conduzida pelas enfermeiras do Hoiol, Katia Vitoriano e Márcia Regina. Cuidado integral – Natacha destaca que muitas mães acabam dedicando a maior parte do tempo ao cuidado dos filhos e esquecem de si. “Com a maternidade, as mulheres focam mais nos filhos e, com o adoecimento dos mesmos, essa atenção é redobrada. Então, pensamos em momentos de bem-estar, relaxamento e cuidado da autoestima com o apoio da voluntária Darlene e equipe. Isso é humanização, é clínica ampliada, estamos olhando para o ser humano em sua totalidade, incluindo a necessidade social, emocional, importantes para que possamos ter pessoas saudáveis de forma integral”, ressaltou. Katrine Santos, de 35 anos, acompanha a filha, Maria Carla dos Santos, durante o tratamento de osteossarcoma. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Katrine Santos, de 35 anos, acompanha a filha, Maria Carla dos Santos, durante o tratamento de osteossarcoma (câncer ósseo) realizado há sete meses no hospital. Sem tempo para cuidar de si diante da rotina intensa de acompanhamento e dedicação à filha, ela destacou a importância de momentos voltados ao autocuidado e à valorização das mães atendidas pela instituição. “É ótimo. A gente não tem muito tempo para cuidar da beleza, da pele ou da gente mesma. Então, receber esse cuidado é maravilhoso. O hospital ofereceu esse momento para nós sem atrapalhar a rotina do tratamento, e isso faz toda a diferença. Eu amei”, afirmou. Suzana Lemos, 43 anos, também participou das ações de cuidado e bem-estar promovidas pela instituição. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A auxiliar administrativa, Suzana Lemos, 43 anos, também participou das ações de cuidado e bem-estar promovidas pela instituição e aprovou a iniciativa. Durante a programação, ela aproveitou serviços como massagem e cuidados estéticos, preparados especialmente para colaboradoras e mães de pacientes. “Estou adorando. Já fiz massagem nos pés, cuidados no rosto e maquiagem. Estou amando o dia de hoje. Isso mostra o cuidado e a valorização que o hospital tem tanto com as colaboradoras quanto com as mães dos pacientes. Essas ações ajudam a gente a ficar mais alegre, mais leve e com a autoestima renovada”, afirmou.
No Hospital Oncológico Infantil, campanha de doação de sangue mobiliza voluntários

No Hospital Oncológico Infantil, campanha de doação de sangue mobiliza voluntários Em Belém, ação reuniu doadores e atrações culturais para reforçar os estoques e apoiar o tratamento de crianças e adolescentes Por Ellyson Ramos30/04/2026 20h40 Participação dos voluntários incentiva doadores. Foto: Divulgação A campanha de doação de sangue com o tema “Quando Você Doa Sangue, a Brincadeira Continua”, promovida nesta quinta-feira (30) pelo Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, com a parceria da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), mobilizou voluntários e doadores ao longo do dia. A ação teve como objetivo reforçar os estoques de sangue e contribuir para o atendimento de crianças e adolescentes em tratamento oncológico. Ao todo, 73 bolsas foram coletadas, que podem beneficiar até 292 pessoas, número considerado positivo diante da demanda contínua da unidade. A programação ocorreu das 8h às 17h, no hospital localizado no bairro de São Brás, com estrutura composta por unidade móvel do Hemopa e ponto fixo de coleta na recepção, o que garantiu fluidez no atendimento. Natacha Cardoso, coordenadora de Humanização do Hoiol, e Matheus Bernardes, biomédico da Agência Transfusional. Foto: Divulgação Segundo a coordenadora de Humanização do Hoiol, Natacha Cardoso, as campanhas integram uma estratégia permanente de reposição de volume utilizado na unidade. “Realizamos campanhas trimestrais, mas o voluntariado é mobilizado mensalmente para garantir a reposição de parte do que é utilizado e reforçar os estoques do Hemopa. É um compromisso de todos os profissionais, da assistência à alta gestão”, informou. Parcerias – Ainda de acordo com a coordenadora, a mobilização começa com planejamento antecipado. “Todo momento é uma oportunidade de sensibilizar a sociedade sobre a importância da doação. A organização das campanhas envolve planejamento coletivo, discutido com os membros da Comissão de Humanização e com parceiros institucionais e voluntários”, explicou. Entre os apoiadores estão instituições como Marinha e Exército, além de grupos que atuam na logística, no entretenimento e no acolhimento, fortalecendo a captação de doadores. Doação na unidade móvel do Hemopa. Foto: Divulgação O biomédico da Agência Transfusional do hospital, Matheus Bernardes, destacou que, apesar de os estoques se manterem estáveis, a alta demanda exige atenção constante. A unidade realiza, em média, cerca de 300 transfusões por mês. “Devido à grande demanda, precisamos manter esse fluxo contínuo de doações. O objetivo é captar sangue, mas também utilizá-lo com responsabilidade”, ressaltou. Além da presença da unidade móvel do Hemopa, que amplia o alcance das campanhas, a participação de agentes incentivadores é outro fator que contribui para o aumento das doações. “Junto às equipes do Hoiol, os pais e responsáveis se tornam parte essencial da captação, pois divulgam, mobilizam outras pessoas e fortalecem essa rede de solidariedade”, disse Matheus Bernardes. Para o biomédico, esse engajamento reflete a compreensão de que a doação é um gesto coletivo. “Muitos entendem que, assim como recebem ajuda em um momento difícil, também podem contribuir para salvar outras vidas”, acrescentou. Foto: Divulgação Captação – A assistente social da Fundação Hemopa, Camila Medina, disse que a estabilidade do estoque de sangue resulta de estratégias contínuas de captação. Segundo ela, esse equilíbrio é mantido por meio de campanhas realizadas com a unidade móvel, e também pelos pontos fixos de coleta, que funcionam de segunda a sábado. Apesar desse cenário positivo, a profissional alertou para desafios estruturais, como o envelhecimento dos doadores regulares, que podem deixar de contribuir em razão da idade limite, atualmente 69 anos. Diante disso, ela reforçou a importância da fidelização. “Incentivamos que quem doa pela primeira vez se torne um doador regular, para compensar essa perda natural ao longo dos anos”, informou Camila Medina. Segundo ela, o perfil predominante ainda é de homens acima de 35 anos, embora a participação de jovens esteja em crescimento, devido às ações que despertam a empatia e conexão com a causa. “A expectativa para as campanhas é sempre muito positiva e, aqui no Hoiol, o ambiente acolhedor e o envolvimento entusiasmado das equipes tornam ainda mais significativo esse trabalho”, reiterou. O paciente Luiz Miguel Santana soltou a voz durante apresentação musical. Foto: Divulgação Mobilização – Thais Cunha, 24 anos, madrasta do paciente Luiz Miguel, 9 anos, acompanha a rotina do enteado na unidade hospitalar. Segundo ela, o processo tem sido marcado por aprendizado e dedicação. “Ele é uma criança muito especial e, graças a Deus, está bem”, disse Thais, ressaltando a importância da doação para o tratamento da criança. “Ele precisou de muitas transfusões. Quando sabemos que vai precisar novamente, a família se mobiliza para ajudar e levar pessoas para doar. É essencial, porque ajuda não só o Miguel, mas muitas outras crianças”, acrescentou. Durante a programação, Miguel também participou das atrações do evento, cantando louvores. “Eu amo cantar. É algo que me inspira. Foi a forma que encontrei de agradecer primeiro a Deus, e também a todos os doadores de sangue”, disse o menino. Foto: Divulgação Natural do município de Oriximiná (no Oeste paraense), Juliana Carvalho, 31 anos, acompanha a filha, Camila, 3 anos, em tratamento contra um sarcoma de partes moles, um tipo raro e agressivo de câncer. Ela contou que a menina, de sangue tipo A positivo, precisou de transfusão pela primeira vez na semana passada. “Por estar em um hospital de referência, não tive receio de faltar sangue, mas é fundamental mobilizar familiares e amigos”, garantiu. Segundo Juliana Carvalho, o marido decidiu se tornar doador regular após participar da campanha. “Quando vimos toda essa festa e o ônibus do Hemopa, meu esposo decidiu doar e disse que, a partir de agora, será um doador regular. Assim como ele, peço que todos que puderem façam o mesmo. Doar sangue é dar vida aos nossos pequenos e a todos que precisam”, completou. Programação musical – Além da coleta de sangue, a programação incluiu apresentações culturais, música ao vivo e atividades lúdicas, envolvendo voluntários e artistas locais. Com o cerimonial conduzido pelo voluntário Elton Monteiro, diversas atrações contribuíram para manter o fluxo de doadores. Entre os destaques estiveram o Grupo Ananin Dance, com danças populares de temática indígena, DJ Ruano, Grupo Sorria, Paulo Kamelo,
Pequenos cientistas transformam aprendizado em cuidado no Hospital Oncológico Infantil

Pequenos cientistas transformam aprendizado em cuidado no Hospital Oncológico Infantil Projeto une alunos de biomedicina e pacientes em atividades lúdicas para ensinar higiene, segurança e prevenção de forma acessível e humanizada Por Leila Cruz30/04/2026 13h25 Crianças aprendem sobre temas complexos do cotidiano de forma lúdica. Foto: Divulgação Nesta quinta-feira (30), o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) promoveu a terceira edição do projeto “Pequeno Cientista”, em parceria com o curso de biomedicina do Centro Universitário Unifamaz. A iniciativa destacou o desenvolvimento de tecnologias educativas voltadas à promoção da saúde e à prevenção de riscos no ambiente hospitalar. Durante o evento, os alunos apresentam soluções criativas que aliam conhecimento científico e linguagem acessível, reforçando a importância da educação como ferramenta de cuidado e conscientização. Com foco em práticas simples, lúdicas e eficazes, as apresentações demonstraram como recursos pedagógicos inovadores podem orientar crianças sobre temas essenciais, como higiene, prevenção da transmissão de microrganismos, segurança e comportamento em hospitais. “Nesta abordagem, buscou-se evidenciar que, mesmo com ferramentas simples e acessíveis, é possível gerar impacto positivo na experiência infantil em ambientes de saúde, contribuindo para um atendimento mais humanizado e seguro”, explicou o biomédico do Hoiol, Matheus Bernardes, idealizador do projeto. As pacientes Emanuele Nogueira, de 10 anos, e Juliana Rodrigues, de 9, foram duas pequenas cientistas dentre o público infantil. Atentas, elas participaram das atividades de forma lúdica, aprendendo enquanto brincavam sobre situações complexas do cotidiano hospitalar e cuidados essenciais com a saúde. “Eu aprendi sobre as bactérias, elas podem deixar a gente doente, por isso é importante limpar tudo”, contou Emanuele. Já Juliana destacou a importância dos hábitos de higiene. “Tem que passar álcool na mão e limpar os brinquedos quando terminar de brincar”, explicou, reforçando, com simplicidade, lições fundamentais de cuidado e prevenção. As pacientes Emanuele Nogueira, de 10 anos, e Juliana Rodrigues, de 9, foram duas pequenas cientistas dentre o público infantil. Foto: Divulgação A professora da Unifamaz, Laíne Celestino, explica que as tecnologias são trazidas pelos acadêmicos, como materiais educativos, jogos, livretos, manuais, com a finalidade de promover a conscientização sobre temas que são importantes para a realidade desses pacientes. “Um desses jogos tem o estilo RPG (Role-Playing Game), em que é simulado o cenário do ambiente hospitalar para ser abordado práticas de higiene, uso do álcool em gel, as etapas da lavagem das mãos, para que interajam e possam aprender todo o passo a passo.” “A atividade tem relevância tanto para os pacientes quanto para os estudantes, ao promover uma troca de conhecimentos que contribui para o cuidado e, ao mesmo tempo, fortalece o desenvolvimento de competências essenciais à formação profissional dos alunos, de forma supervisionada”, disse a docente. Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Projeto “Pequeno Cientista” é uma parceria do Hoiol e da Unifamaz. Foto: Divulgação
