Campanha destaca a importância de lavar as mãos para evitar infecções no Hospital Regional de Tucuruí

Campanha destaca a importância de lavar as mãos para evitar infecções no Hospital Regional de Tucuruí Atividades educativas foram realizadas durante três dias com colaboradores, pacientes e acompanhantes no Complexo Hospitalar Por Wellington Hugles 10/05/2026 10h59 Foto: Divulgação Para destacar a importância da correta higienização das mãos, o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT e a Unacon, por meio do Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS) e da Comissão de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (CCIRAS), realizaram uma série de atividades educativas entre os dias 05 e 07 de maio. Essas atividades foram destinadas a colaboradores, pacientes e acompanhantes. A ação teve como objetivo marcar o Dia Mundial da Higienização das Mãos, celebrado em 5 de maio, e também o Dia Nacional de Controle das Infecções Hospitalares, comemorado em 15 de maio. A iniciativa foi uma maneira prática e interativa de enfatizar como um gesto simples pode ser eficaz na prevenção de doenças. Foto: Divulgação Em uma programação elaborada pelas equipes do SCIRAS e da CCIRAS, foram organizadas diversas atividades no corredor central do hospital, como gincanas, pintura das mãos e provas de conhecimento sobre o tema, incluindo os cinco momentos da higienização das mãos, sempre com a finalidade de combater, prevenir e evitar infecções em pacientes internados. Os organizadores também prepararam um quadro em que os participantes puderam deixar suas digitais durante as atividades, utilizando as mãos antes da higienização.Prevenir doenças e manter-se saudável pode ser mais simples do que se imagina. Às vezes, o gesto mais simples também é o mais eficaz. A higienização das mãos é um desses casos: uma ação rápida, simples e fundamental para a proteção de pacientes, profissionais de saúde e de toda a comunidade. Foto: Divulgação Simples, acessível e rápida, a lavagem das mãos é considerada a medida mais importante para a prevenção de infecções associadas à assistência à saúde. Enquanto aguardavam atendimento para um exame de raio-X, Silvana Apolinario Dias Gomes e o marido receberam orientações sobre a forma correta de higienizar as mãos. De acordo com Silvana Apolinario, moradora do município de Goianésia do Pará, a experiência reforçou a importância da prática. “Sou merendeira e considero essas iniciativas essenciais. Lavar as mãos é um hábito que não pode faltar, mas muitas pessoas ainda não perceberam que, a todo momento, carregamos bactérias que podem prejudicar a nossa saúde e a de outras pessoas”, comentou. Mais do que uma simples semana de conscientização, a iniciativa reforça o compromisso com a qualidade do atendimento e o bem-estar de pacientes, visitantes e colaboradores. Foto: Divulgação A forma correta de lavar as mãos tornou-se um dos principais pilares para a transformação do ambiente hospitalar, pois reduz infecções, diminui o uso de antibióticos e fortalece a cultura de segurança no cuidado com o paciente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu os “5 momentos” para a higienização das mãos, considerados essenciais para garantir uma limpeza eficaz: antes de tocar o paciente; antes de realizar procedimentos limpos ou assépticos; após risco de contato com fluidos corporais; após tocar o paciente; e após contato com superfícies próximas ao paciente. A correta higienização das mãos continua sendo uma das melhores formas de prevenção de infecções relacionadas à assistência à saúde. Foi com esse intuito que o Hospital Regional de Tucuruí promoveu a Campanha de Higienização das Mãos deste ano, que teve como lema: “Cuidado seguro exige mãos limpas. Sempre”. A coordenadora da Comissão de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (CCIRAS), Thati Beliche, elogiou o êxito da campanha e destacou a importância do evento. Foto: Divulgação Segundo ela, a iniciativa proporciona a oportunidade de colocar em prática tudo o que é vivenciado no ambiente hospitalar, especialmente em relação ao protocolo de higienização das mãos, considerado um dos principais pilares da segurança do paciente. “Hoje, colocamos em prática tudo o que aprendemos ao longo dos anos e reforçamos a necessidade de higienizar as mãos antes e depois de qualquer procedimento e antes de qualquer contato com o paciente. Isso evita que o paciente permaneça internado além do necessário, promovendo uma alta segura e reduzindo os riscos de infecção”, destacou. Uma maneira simples e eficaz de evitar infecções — De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1 em cada 10 pacientes no mundo enfrenta eventos adversos, muitos dos quais podem ser evitados. A lavagem das mãos é a forma mais simples, acessível e eficaz de prevenir Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS). No entanto, a adesão a essa prática ainda é considerada baixa.“Para o Serviço de Controle de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde (SCIRAS), promover estratégias que ampliem a adesão à higienização das mãos é um compromisso permanente, pois se trata de uma medida essencial para a segurança do paciente”, ressaltou a equipe. Foto: Divulgação Segundo o diretor-geral do Complexo Hospitalar, Junior Souto, a semana foi marcada pelo reforço das ações educativas sobre a importância da lavagem das mãos. “O Hospital Regional de Tucuruí segue rigorosamente as metas internacionais de segurança, incluindo a higienização das mãos, considerada a principal forma de prevenir contaminações e infecções associadas à assistência à saúde. Com as ações desenvolvidas nesta programação, reafirmamos o compromisso da Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa) em fortalecer essa prática e garantir a continuidade dos treinamentos, orientações e da divulgação das metas internacionais de segurança”, afirmou. Ainda de acordo com Junior Souto, a campanha de higienização das mãos no HRT e na Unacon foi promovida junto aos colaboradores por meio de gincanas, atividades de pintura das mãos e provas de conhecimento sobre os cinco momentos da higienização, sempre com o objetivo de combater, prevenir e evitar infecções em pacientes hospitalizados. Foto: Divulgação “Com a graça de Deus e o empenho de todos os colaboradores, temos conseguido, ao longo dos últimos quatro anos, reduzir o número de infecções nos pacientes que necessitam ou vêm em busca de tratamento no Hospital Regional de Tucuruí”, destacou. Serviços – O Hospitalar Regional de Tucuruí e a Unidade de
Hospital Regional Santa Rosa celebra o Dia das Mães em programação especial

Hospital Regional Santa Rosa celebra o Dia das Mães em programação especial Para homenagear as mães que se dedicam ao trabalho na unidade, o setor de humanização organizou várias atividades nos dias 7 e 8 de maio Por Wellington Hugles 09/05/2026 11h44 Foto: Divulgação Em cada corredor do Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, existe algo que vai além do simples atendimento e cuidado: existe amor, especialmente aquele que é característico das mães. Durante esta semana, que celebra o Dia das Mães, foram realizadas homenagens a essas mulheres cuja entrega e incentivo vão além do hospital e da maternidade convencional, tornando-se uma parte fundamental na vida de seus filhos. Para homenagear as mães que se dedicam incansavelmente ao trabalho no Hospital Santa Rosa, o setor de humanização organizou várias atividades nos dias 7 e 8 de maio, em comemoração ao Dia das Mães. Foto: Divulgação O objetivo foi criar um momento de valorização e reconhecimento, bem como zelar pela saúde emocional das mães colaboradoras, estreitando vínculos, oferecendo acolhimento e promovendo o bem-estar físico e emocional por meio de atividades integrativas e humanizadas. No auditório do hospital, aconteceu uma programação cuidadosamente planejada para oferecer às mães que trabalham na instituição um momento de acolhimento, valorização e cuidado. Em meio à correria do hospital, o espaço começou a representar algo novo: leveza, escuta e acolhimento à maternidade em suas múltiplas formas, histórias e significados. Caixa de Sentimentos – Nos dois dias de ação, foi aplicada uma dinâmica chamada “Caixa de Sentimentos”, que continha palavras que simbolizavam a maternidade, como amor, força, coragem, cuidado, renúncia, proteção e esperança. As mães foram convidadas a compartilhar o que cada termo representava em suas experiências. Foi um momento de intensa emoção, empatia e acolhimento. O espaço se tornou um ambiente de escuta atenta e compartilhamento de carinho. Os acadêmicos de Fisioterapia que estão estagiando no hospital também se envolveram nas comemorações do Dia das Mães, oferecendo às colaboradoras uma chance de relaxar e cuidar de si mesmas, contribuindo para o seu bem-estar físico e emocional. Foto: Divulgação Karaokê – Rolou um momento de ‘karaokê’ bem descontraído, que divertiu o grupo e ajudou a aumentar a interação entre as participantes, gerando muitos sorrisos e um clima leve. Para finalizar as comemorações em grande estilo, foi servido um coffee break especial, elaborado com muito carinho para este momento de homenagem e reconhecimento. Igualmente, como um gesto simbólico de apreço e reconhecimento, foram oferecidos às mães colaboradoras pequenos mimos personalizados, cuidadosamente confeccionados para a ocasião, ressaltando a consideração, o reconhecimento e a gratidão por cada trajetória materna que integra a instituição. Foto: Divulgação Segundo Antonilda Pinheiro, que coordena a Comissão de Humanização: “A maternidade transforma profundamente a forma como enxergamos o mundo e também a maneira como cuidamos do outro. Ser mãe é aprender diariamente sobre amor, força, renúncia e acolhimento. Poder proporcionar um momento como esse para nossas colaboradoras é reconhecer a importância de cada mulher que, mesmo diante das demandas da vida e do trabalho, continua oferecendo cuidado, carinho e dedicação. A humanização também passa por olhar para quem cuida e permitir que essas mulheres se sintam acolhidas, valorizadas e lembradas”. Foto: Divulgação “Certamente, ao traçarmos o perfil da nossa equipe, temos identificado essas necessidades e proporcionado suporte aos nossos colaboradores. Ao mesmo tempo em que fortalecemos essas oportunidades, conseguimos cuidar ainda melhor de todos. Nosso time, atualmente, é formado por 912 servidores que atuam no complexo hospitalar e que, todos os dias, se empenham em cuidar da vida e da saúde das pessoas. Em nome do Complexo Hospitalar e da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), agradecemos, como sempre, o empenho e a dedicação de todos. Agradecemos também a presença de todos no evento. Que Deus nos conceda bênçãos e nos fortaleça nessa missão de cuidar das pessoas”, finalizou o diretor. Serviços – O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí compreende o Hospital Regional de Tucuruí (HRT) e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que oferece uma ampla variedade de serviços médicos, laboratoriais e multiprofissionais, garantindo à população acesso a atendimento integral e especializado, totalmente gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Foto: Divulgação
Dia das Mães no Hospital Octávio Lobo emociona famílias e leva acolhimento a mães de crianças com câncer

Dia das Mães no Hospital Octávio Lobo emociona famílias e leva acolhimento a mães de crianças com câncer Com ensaio fotográfico, dia de beleza, música e ações de humanização, o Hospital promoveu momentos de afeto, autoestima e acolhimento para mães de pacientes em tratamento contra o câncer e colaboradoras Por Leila Cruz06/05/2026 20h07 Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Entre sorrisos, abraços apertados e emoções compartilhadas, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, celebrou o Dia das Mães nesta sexta-feira (08). A programação “Ser mãe é um presente, por isso merece ser celebrado” contou com uma diversidade de atividades, como Dia da Beleza, ensaio fotográfico, atrações musicais e entrega de brindes para as mães de pacientes e colaboradoras. Mais do que homenagear, a iniciativa buscou fortalecer vínculos emocionais e proporcionar memórias afetivas às famílias atendidas pela unidade hospitalar, criando um ambiente de leveza e conexão em meio à rotina de tratamentos. Janaína Miranda, 32 anos, está em Belém para acompanhar o tratamento da filha Ágata Talita, de 9 anos, contra a Leucemia Linfóide Aguda. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A santarena Janaína Miranda, de 32 anos, está em Belém acompanhando o tratamento da filha, Ágata Talita, de 9 anos, que luta contra a Leucemia Linfóide Aguda (LLA). Há 7 anos, mãe e filha enfrentam juntas as mudanças na rotina impostas pela doença,em uma rotina marcada por consultas, internações, exames e longos períodos longe de casa. Enquanto aguarda pela cura, Janaína se divide entre o trabalho autônomo e os cuidados da menina, com a esperança de vencer os desafios causados pelo enfrentamento do câncer. Quando chegou ao hospital, Janaína foi convidada a participar de um ensaio fotográfico com a fotógrafa Carol Marques, uma das voluntárias da instituição de saúde. “Hoje, quando cheguei ao hospital, fui recepcionada de uma forma muito carinhosa. Isso foi muito bom, porque a data deixa a gente mais emotiva, e é bom ser lembrada. e vou guardar essa lembrança com muito amor, carinho e gratidão”, disse a genitora. Carol espera ajudar a fortalecer a autoestima e criar memórias afetivas para as famílias. “Espero que as mãezinhas sintam calor humano, sintam-se abraçadas. Sabemos a importância de cuidar dos nossos filhos, mas temos a necessidade de sermos cuidadas e lembradas!A fotografia revela o que há de mais bonito, a essência da alma, a essência do afeto e é o que perpetua aquele momento tão singelo. É uma lembrança eternizada. De alguma forma, espero ajudá-las a se fortalecerem durante esse caminho árduo que percorrem com os filhos.” Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Segundo a Coordenadora de Humanização, Natacha Cardoso, é necessário ter sensibilidade e compreensão do contexto de vulnerabilidade em que essas mulheres se encontram. “O amor da vida delas está sendo tratado de uma doença complexa em um ambiente hospitalar, longe de casa. É como se fosse o coração, fora do corpo. Certamente, gostariam de estar junto à família, celebrando a data com saúde. Por isso, nos esforçamos enquanto equipe multidisciplinar para ofertar uma assistência segura e de qualidade,mas também ações que venham honrá-las e valorizá-las”, afirmou. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Cada detalhe foi pensado com carinho, com a participação dos cantores, Fábio Maia Geovany Monteiro e Bruno Maia, da banda FB Mania, que trouxeram tanto músicas acolhedoras,quanto alegres, trazendo a promoção do bem-estar, com o objetivo de tirar um pouco a tensão do tratamento. Os brindes foram doados por Carol Marques, Pamela Brito, grupo “Laços de Amor” e Igreja Angelim, assim como foi disponibilizado um café da manhã especial e estrutura sonora por Sávio Coelho. Também foi realizada uma edição especial do projeto “Pequenos Chefs, conduzida pelas enfermeiras do Hoiol, Katia Vitoriano e Márcia Regina. Cuidado integral – Natacha destaca que muitas mães acabam dedicando a maior parte do tempo ao cuidado dos filhos e esquecem de si. “Com a maternidade, as mulheres focam mais nos filhos e, com o adoecimento dos mesmos, essa atenção é redobrada. Então, pensamos em momentos de bem-estar, relaxamento e cuidado da autoestima com o apoio da voluntária Darlene e equipe. Isso é humanização, é clínica ampliada, estamos olhando para o ser humano em sua totalidade, incluindo a necessidade social, emocional, importantes para que possamos ter pessoas saudáveis de forma integral”, ressaltou. Katrine Santos, de 35 anos, acompanha a filha, Maria Carla dos Santos, durante o tratamento de osteossarcoma. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol Katrine Santos, de 35 anos, acompanha a filha, Maria Carla dos Santos, durante o tratamento de osteossarcoma (câncer ósseo) realizado há sete meses no hospital. Sem tempo para cuidar de si diante da rotina intensa de acompanhamento e dedicação à filha, ela destacou a importância de momentos voltados ao autocuidado e à valorização das mães atendidas pela instituição. “É ótimo. A gente não tem muito tempo para cuidar da beleza, da pele ou da gente mesma. Então, receber esse cuidado é maravilhoso. O hospital ofereceu esse momento para nós sem atrapalhar a rotina do tratamento, e isso faz toda a diferença. Eu amei”, afirmou. Suzana Lemos, 43 anos, também participou das ações de cuidado e bem-estar promovidas pela instituição. Foto: Jaíne Oliveira/Ascom Hoiol A auxiliar administrativa, Suzana Lemos, 43 anos, também participou das ações de cuidado e bem-estar promovidas pela instituição e aprovou a iniciativa. Durante a programação, ela aproveitou serviços como massagem e cuidados estéticos, preparados especialmente para colaboradoras e mães de pacientes. “Estou adorando. Já fiz massagem nos pés, cuidados no rosto e maquiagem. Estou amando o dia de hoje. Isso mostra o cuidado e a valorização que o hospital tem tanto com as colaboradoras quanto com as mães dos pacientes. Essas ações ajudam a gente a ficar mais alegre, mais leve e com a autoestima renovada”, afirmou.
No Hospital Oncológico Infantil, campanha de doação de sangue mobiliza voluntários

No Hospital Oncológico Infantil, campanha de doação de sangue mobiliza voluntários Em Belém, ação reuniu doadores e atrações culturais para reforçar os estoques e apoiar o tratamento de crianças e adolescentes Por Ellyson Ramos30/04/2026 20h40 Participação dos voluntários incentiva doadores. Foto: Divulgação A campanha de doação de sangue com o tema “Quando Você Doa Sangue, a Brincadeira Continua”, promovida nesta quinta-feira (30) pelo Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em Belém, com a parceria da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa), mobilizou voluntários e doadores ao longo do dia. A ação teve como objetivo reforçar os estoques de sangue e contribuir para o atendimento de crianças e adolescentes em tratamento oncológico. Ao todo, 73 bolsas foram coletadas, que podem beneficiar até 292 pessoas, número considerado positivo diante da demanda contínua da unidade. A programação ocorreu das 8h às 17h, no hospital localizado no bairro de São Brás, com estrutura composta por unidade móvel do Hemopa e ponto fixo de coleta na recepção, o que garantiu fluidez no atendimento. Natacha Cardoso, coordenadora de Humanização do Hoiol, e Matheus Bernardes, biomédico da Agência Transfusional. Foto: Divulgação Segundo a coordenadora de Humanização do Hoiol, Natacha Cardoso, as campanhas integram uma estratégia permanente de reposição de volume utilizado na unidade. “Realizamos campanhas trimestrais, mas o voluntariado é mobilizado mensalmente para garantir a reposição de parte do que é utilizado e reforçar os estoques do Hemopa. É um compromisso de todos os profissionais, da assistência à alta gestão”, informou. Parcerias – Ainda de acordo com a coordenadora, a mobilização começa com planejamento antecipado. “Todo momento é uma oportunidade de sensibilizar a sociedade sobre a importância da doação. A organização das campanhas envolve planejamento coletivo, discutido com os membros da Comissão de Humanização e com parceiros institucionais e voluntários”, explicou. Entre os apoiadores estão instituições como Marinha e Exército, além de grupos que atuam na logística, no entretenimento e no acolhimento, fortalecendo a captação de doadores. Doação na unidade móvel do Hemopa. Foto: Divulgação O biomédico da Agência Transfusional do hospital, Matheus Bernardes, destacou que, apesar de os estoques se manterem estáveis, a alta demanda exige atenção constante. A unidade realiza, em média, cerca de 300 transfusões por mês. “Devido à grande demanda, precisamos manter esse fluxo contínuo de doações. O objetivo é captar sangue, mas também utilizá-lo com responsabilidade”, ressaltou. Além da presença da unidade móvel do Hemopa, que amplia o alcance das campanhas, a participação de agentes incentivadores é outro fator que contribui para o aumento das doações. “Junto às equipes do Hoiol, os pais e responsáveis se tornam parte essencial da captação, pois divulgam, mobilizam outras pessoas e fortalecem essa rede de solidariedade”, disse Matheus Bernardes. Para o biomédico, esse engajamento reflete a compreensão de que a doação é um gesto coletivo. “Muitos entendem que, assim como recebem ajuda em um momento difícil, também podem contribuir para salvar outras vidas”, acrescentou. Foto: Divulgação Captação – A assistente social da Fundação Hemopa, Camila Medina, disse que a estabilidade do estoque de sangue resulta de estratégias contínuas de captação. Segundo ela, esse equilíbrio é mantido por meio de campanhas realizadas com a unidade móvel, e também pelos pontos fixos de coleta, que funcionam de segunda a sábado. Apesar desse cenário positivo, a profissional alertou para desafios estruturais, como o envelhecimento dos doadores regulares, que podem deixar de contribuir em razão da idade limite, atualmente 69 anos. Diante disso, ela reforçou a importância da fidelização. “Incentivamos que quem doa pela primeira vez se torne um doador regular, para compensar essa perda natural ao longo dos anos”, informou Camila Medina. Segundo ela, o perfil predominante ainda é de homens acima de 35 anos, embora a participação de jovens esteja em crescimento, devido às ações que despertam a empatia e conexão com a causa. “A expectativa para as campanhas é sempre muito positiva e, aqui no Hoiol, o ambiente acolhedor e o envolvimento entusiasmado das equipes tornam ainda mais significativo esse trabalho”, reiterou. O paciente Luiz Miguel Santana soltou a voz durante apresentação musical. Foto: Divulgação Mobilização – Thais Cunha, 24 anos, madrasta do paciente Luiz Miguel, 9 anos, acompanha a rotina do enteado na unidade hospitalar. Segundo ela, o processo tem sido marcado por aprendizado e dedicação. “Ele é uma criança muito especial e, graças a Deus, está bem”, disse Thais, ressaltando a importância da doação para o tratamento da criança. “Ele precisou de muitas transfusões. Quando sabemos que vai precisar novamente, a família se mobiliza para ajudar e levar pessoas para doar. É essencial, porque ajuda não só o Miguel, mas muitas outras crianças”, acrescentou. Durante a programação, Miguel também participou das atrações do evento, cantando louvores. “Eu amo cantar. É algo que me inspira. Foi a forma que encontrei de agradecer primeiro a Deus, e também a todos os doadores de sangue”, disse o menino. Foto: Divulgação Natural do município de Oriximiná (no Oeste paraense), Juliana Carvalho, 31 anos, acompanha a filha, Camila, 3 anos, em tratamento contra um sarcoma de partes moles, um tipo raro e agressivo de câncer. Ela contou que a menina, de sangue tipo A positivo, precisou de transfusão pela primeira vez na semana passada. “Por estar em um hospital de referência, não tive receio de faltar sangue, mas é fundamental mobilizar familiares e amigos”, garantiu. Segundo Juliana Carvalho, o marido decidiu se tornar doador regular após participar da campanha. “Quando vimos toda essa festa e o ônibus do Hemopa, meu esposo decidiu doar e disse que, a partir de agora, será um doador regular. Assim como ele, peço que todos que puderem façam o mesmo. Doar sangue é dar vida aos nossos pequenos e a todos que precisam”, completou. Programação musical – Além da coleta de sangue, a programação incluiu apresentações culturais, música ao vivo e atividades lúdicas, envolvendo voluntários e artistas locais. Com o cerimonial conduzido pelo voluntário Elton Monteiro, diversas atrações contribuíram para manter o fluxo de doadores. Entre os destaques estiveram o Grupo Ananin Dance, com danças populares de temática indígena, DJ Ruano, Grupo Sorria, Paulo Kamelo,
Pequenos cientistas transformam aprendizado em cuidado no Hospital Oncológico Infantil

Pequenos cientistas transformam aprendizado em cuidado no Hospital Oncológico Infantil Projeto une alunos de biomedicina e pacientes em atividades lúdicas para ensinar higiene, segurança e prevenção de forma acessível e humanizada Por Leila Cruz30/04/2026 13h25 Crianças aprendem sobre temas complexos do cotidiano de forma lúdica. Foto: Divulgação Nesta quinta-feira (30), o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol) promoveu a terceira edição do projeto “Pequeno Cientista”, em parceria com o curso de biomedicina do Centro Universitário Unifamaz. A iniciativa destacou o desenvolvimento de tecnologias educativas voltadas à promoção da saúde e à prevenção de riscos no ambiente hospitalar. Durante o evento, os alunos apresentam soluções criativas que aliam conhecimento científico e linguagem acessível, reforçando a importância da educação como ferramenta de cuidado e conscientização. Com foco em práticas simples, lúdicas e eficazes, as apresentações demonstraram como recursos pedagógicos inovadores podem orientar crianças sobre temas essenciais, como higiene, prevenção da transmissão de microrganismos, segurança e comportamento em hospitais. “Nesta abordagem, buscou-se evidenciar que, mesmo com ferramentas simples e acessíveis, é possível gerar impacto positivo na experiência infantil em ambientes de saúde, contribuindo para um atendimento mais humanizado e seguro”, explicou o biomédico do Hoiol, Matheus Bernardes, idealizador do projeto. As pacientes Emanuele Nogueira, de 10 anos, e Juliana Rodrigues, de 9, foram duas pequenas cientistas dentre o público infantil. Atentas, elas participaram das atividades de forma lúdica, aprendendo enquanto brincavam sobre situações complexas do cotidiano hospitalar e cuidados essenciais com a saúde. “Eu aprendi sobre as bactérias, elas podem deixar a gente doente, por isso é importante limpar tudo”, contou Emanuele. Já Juliana destacou a importância dos hábitos de higiene. “Tem que passar álcool na mão e limpar os brinquedos quando terminar de brincar”, explicou, reforçando, com simplicidade, lições fundamentais de cuidado e prevenção. As pacientes Emanuele Nogueira, de 10 anos, e Juliana Rodrigues, de 9, foram duas pequenas cientistas dentre o público infantil. Foto: Divulgação A professora da Unifamaz, Laíne Celestino, explica que as tecnologias são trazidas pelos acadêmicos, como materiais educativos, jogos, livretos, manuais, com a finalidade de promover a conscientização sobre temas que são importantes para a realidade desses pacientes. “Um desses jogos tem o estilo RPG (Role-Playing Game), em que é simulado o cenário do ambiente hospitalar para ser abordado práticas de higiene, uso do álcool em gel, as etapas da lavagem das mãos, para que interajam e possam aprender todo o passo a passo.” “A atividade tem relevância tanto para os pacientes quanto para os estudantes, ao promover uma troca de conhecimentos que contribui para o cuidado e, ao mesmo tempo, fortalece o desenvolvimento de competências essenciais à formação profissional dos alunos, de forma supervisionada”, disse a docente. Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID), sob contrato de gestão com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). Projeto “Pequeno Cientista” é uma parceria do Hoiol e da Unifamaz. Foto: Divulgação
Dinâmica lúdica estimula reconhecimento das emoções no Hospital Octávio Lobo

Dinâmica lúdica estimula reconhecimento das emoções no Hospital Octávio Lobo Atividade com crianças da classe hospitalar da unidade reforça acolhimento e desenvolvimento emocional durante o tratamento oncológico Por Ellyson Ramos29/05/2026 15h32 Crianças da classe hospitalar: dinâmica lúdica estimula o reconhecimento das emoções durante o tratamento Foto: Ascom Hoiol. Foto: Divulgação Uma ação extensionista realizada no Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), em parceria com acadêmicos voluntários do curso de Psicologia da Faculdade Estácio, promoveu uma experiência de acolhimento e aprendizado na Classe Hospitalar Professor Roberto França, na tarde da última terça-feira (28). A iniciativa utilizou o “Jogo das Emoções”, para estimular, de forma leve e educativa, o reconhecimento e a expressão de sentimentos como alegria, tristeza, raiva e ansiedade. O psicólogo do Hospital Octávio Lobo, Thiago Pinheiro, acompanhou toda a ação e destaca que o reconhecimento das emoções é fundamental para o desenvolvimento infantil, especialmente no contexto hospitalar. Segundo ele, a infância é um período marcado por mudanças e descobertas, e a capacidade de identificar sentimentos como raiva, medo ou tristeza contribui para a adesão ao plano terapêutico. “No ambiente hospitalar, isso é ainda mais importante, porque há alterações na rotina e no corpo que podem confundir a criança e impactar o tratamento. Quando o paciente reconhece o que sente, ele consegue lidar melhor com o tratamento e criar vínculos com a equipe de saúde”, explicou. Entender emoções em busca de saúde Dividida em etapas, a ação incluiu apresentação lúdica, exercícios com estímulos visuais e expressões faciais, além de dinâmicas interativas com cartões ilustrativos, mímicas e situações do cotidiano. A proposta utilizou princípios de aprendizagem ativa e reforço positivo, com elogios e recompensas simbólicas, para incentivar a participação das crianças. Além de contribuir para o desenvolvimento emocional, a ação reforça a importância da humanização no ambiente hospitalar. Para a coordenadora do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Hoiol, Natacha Cardoso, iniciativas como essa estão alinhadas à Política Nacional de Humanização (PNH) e ao direito à continuidade do processo de escolarização durante o tratamento. “A humanização está em adaptar o cuidado às necessidades de cada criança, considerando aspectos biológicos, emocionais e sociais”, afirmou. Dinâmica promoveu acolhimento e fortalecimento do desenvolvimento emocional de pacientes em tratamento oncológico. Foto: Divulgação A atividade ofereceu um espaço seguro para que as crianças compreendam melhor os sentimentos, especialmente em um contexto delicado como o da hospitalização. A acadêmica de psicologia Carla Santana explica que a proposta surgiu a partir de uma disciplina que incentiva intervenções em comunidades. “A ideia foi proporcionar acolhimento e ajudar as crianças a entender melhor o que sentem, já que emoções como ansiedade e tristeza podem ser difíceis de identificar nessa fase”, destacou. Carla destaca que o “Jogo das Emoções” proposto superou as expectativas da equipe, permitindo que as crianças expressassem suas vivências de forma significativa. O que mais chamou atenção foi a receptividade da criançada. “Foi muito benéfico, a gente conseguiu conduzir a atividade e o olhar e a alegria com que eles nos receberam foram marcantes”, disse. Para a futura psicóloga, a experiência foi transformadora e contribui diretamente para a qualificação profissional. “É uma experiência única, que vai ficar eternizada na nossa formação e na nossa vida”, concluiu. Ao final, os participantes compartilharam experiências e percepções, em um momento marcado por interação, leveza e acolhimento. Wanderley Couto, de 8 anos, em tratamento contra leucemia tipo B, participou da atividade de forma entusiasmada. Entre as emoções trabalhadas, encantou-se pela alegria. O menino destacou que achou divertido brincar com expressões e mímicas e afirmou ter aprendido os nomes das emoções apresentadas durante a atividade. “Eu gostei mais da alegria, até falei que queria ser esse sentimento. Foi muito divertido brincar assim. Aprendi os nomes das emoções e ainda ganhei um cartão da alegria e bombom”, contou. Atividade conduzida com acadêmicos de Psicologia utiliza jogos e mímicas para trabalhar sentimentos no ambiente hospitalar. Foto: Divulgação Já o estudante da classe Adrian Lima, 11 anos, em tratamento contra a leucemia, disse que gostou de entender mais sobre o tédio. “Foi divertido brincar, aprender com os cartões e entender mais sobre os sentimentos, como o tédio e a sensação de preguiça. Quando eu fico internado, ou não tenho nada para fazer, eu sinto isso, mas não sabia o nome”, relatou. Parceria A Classe Hospitalar Professor Roberto França é resultado da cooperação técnica do Hoiol com a Coordenadoria de Educação Especial (Coes), da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O ambiente assegura um atendimento pedagógico individualizado e, para a professora da classe, Elvira dos Santos, a atividade proposta teve grande adesão, principalmente por dialogar com o universo infantil. “As crianças se envolveram facilmente, porque o tema faz parte do imaginário delas. Isso facilita a compreensão e o aprendizado sobre as emoções”, afirmou. “É nosso dever garantir que as políticas públicas que norteiam os direitos das crianças e adolescentes, como a Lei de Educação Básica (LDB) e as Leis de Assistência Oncológica, sejam aplicadas. E o brincar tem grande importância no desenvolvimento cognitivo. Muitas vezes, o que a criança não consegue expressar com palavras, ela expressa brincando”, completou Natacha Cardoso. Atividade é conduzida em parceria com acadêmicos de Psicologia no ambiente hospitalar. Foto: Divulgação Serviço – Credenciado como Unidade de Alta Complexidade em Oncologia, o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo é referência na região Norte no diagnóstico e tratamento especializado do câncer infantojuvenil, na faixa etária de 0 a 19 anos. A unidade é gerenciada pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).
Hospital Regional de Tucuruí promove o Dia D das campanhas Abril Azul e Verde

Hospital Regional de Tucuruí promove o Dia D das campanhas Abril Azul e Verde O assunto foi trabalhado com os colaboradores durante o mês de abril, por meio de ações que se concentraram na apresentação de dados alarmantes sobre o número de acidentes de trânsito Por Wellington Hugles 29/04/2026 14h44 Foto: Divulgação O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT e a Unacon realizaram, na manhã de terça-feira (28), um evento em homenagem ao Dia D das campanhas de conscientização Abril Azul, dedicado ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), e Abril Verde, que foca na Segurança e Saúde no Trabalho. A programação incluiu pacientes, acompanhantes e colaboradores que, além de ampliarem seus conhecimentos por meio de palestras, participaram também de uma sessão de alongamento como forma de cuidar da saúde e do bem-estar. Na cerimônia de abertura do Dia D das campanhas Abril Azul e Verde, realizada no corredor principal do HRT, houve um momento de oração e louvor. Durante a programação, a equipe do Centro Municipal de Atenção à Pessoa com Autismo (Cemapa) ministrou palestras sobre o autismo, e as equipes do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (Cipa) conduziram palestra com o tema “Segurança não é sorte. É escolha”. O assunto foi trabalhado com os colaboradores durante o mês de abril, por meio de ações que se concentraram na apresentação de dados alarmantes sobre o número de acidentes de trânsito envolvendo colaboradores em 2025, no trajeto entre a residência e o trabalho. A equipe acredita que, por meio da conscientização, é possível reduzir a quantidade de acidentes, assegurando a saúde, a segurança e o bem-estar de todos os membros da equipe do Complexo Hospitalar de Tucuruí. Os participantes puderam desfrutar de um momento de descontração com alongamento, conduzido pela profissional residente Stefany Menezes, que promoveu uma oportunidade de união e interação entre todos, sempre visando à saúde e ao bem-estar no trabalho. Rubens Júnior, coordenador do Centro Municipal de Atenção à Pessoa com Autismo (Cemapa), celebrou a participação na programação do HRT: “O Cemapa vem desenvolvendo o acolhimento das pessoas com autismo e estaremos sempre de portas abertas para acolher, ajudar e orientar”, destacou. Foto: Divulgação A coordenadora técnica do Cemapa, a psicopedagoga Susana Sales, destacou, durante sua palestra, a importância do acesso aos serviços de atendimento voltados para crianças e adolescentes com diagnóstico, como TEA, TDAH e deficiência intelectual. O posto de saúde é a porta de entrada e o ponto inicial para a realização tanto do diagnóstico quanto do acompanhamento. Após a realização de exames, os médicos encaminham os pacientes para acompanhamento com neurologistas. Identificados os casos de TEA, TDAH e deficiência intelectual, o Cemapa dá início ao acolhimento e ao atendimento com equipe multidisciplinar, que conta com assistentes sociais e profissionais de enfermagem. A coordenação do centro mantém contato com toda a rede de atenção básica, o que assegura que os pacientes recebam um atendimento completo em diversas especialidades. Foto: Divulgação Segundo Susana Sales, é fundamental que a avaliação do autismo aconteça, pois muitos diagnósticos indevidos, como o mutismo seletivo, ocorrem devido à falta de comunicação verbal. “A ausência de formação de frases simples e a falta de resposta ao nome são indicativos para que as famílias busquem avaliação profissional”, disse. Segundo ela, a socialização é essencial e não é incomum que crianças autistas apresentem movimentos repetitivos. Esses sintomas podem persistir na idade adulta e muitos adultos não diagnosticados podem apresentar sinais de ansiedade ou depressão. “É essencial acompanhar, desde a infância, os comportamentos, pois o diagnóstico deve ser fundamentado em sinais presentes antes dos 12 anos, como a rigidez comportamental e a sensibilidade a estímulos sensoriais, características persistentes do autismo”, concluiu. Foto: Divulgação O diretor-geral do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí, Junior Souto, destacou a importância da programação: “Desde o ano passado, começamos a desenvolver um projeto voltado para a qualidade de vida dos trabalhadores, e agora ele está em pleno funcionamento, com o objetivo de ampliar as oportunidades de cuidado para nossos colaboradores. O projeto tem um nome que diz tudo: ‘Quem cuida precisa de cuidado’. Este ano, já conseguimos disponibilizar exames periódicos de saúde para nossos servidores, além de firmar parcerias que garantem descontos em academias. Também contamos com um serviço de apoio nutricional, que inclui a implementação de uma balança de bioimpedância, na qual cada colaborador é avaliado. Estamos oferecendo acompanhamento psicológico, conduzido pela psicóloga Tauane, e iniciando a oferta de apoio psiquiátrico.” Foto: Divulgação “Certamente, ao traçarmos o perfil da nossa equipe, temos identificado essas necessidades e proporcionado suporte aos nossos colaboradores. Ao mesmo tempo em que fortalecemos essas oportunidades, conseguimos cuidar ainda melhor de todos. Nosso time, atualmente, é formado por 912 servidores que atuam no complexo hospitalar e que, todos os dias, se empenham em cuidar da vida e da saúde das pessoas. Em nome do Complexo Hospitalar e da Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa), agradecemos, como sempre, o empenho e a dedicação de todos. Agradecemos também a presença de todos no evento. Que Deus nos conceda bênçãos e nos fortaleça nessa missão de cuidar das pessoas”, finalizou o diretor. Serviços – O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí compreende o Hospital Regional de Tucuruí (HRT) e a Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), que oferece uma ampla variedade de serviços médicos, laboratoriais e multiprofissionais, garantindo à população acesso a atendimento integral e especializado, totalmente gratuito, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Foto: Divulgação
Tapa no Visual: Ação promove corte de cabelo para pacientes das Clínicas Médica e Traumatológica do Hospital Santa Rosa

Ação promove corte de cabelo para pacientes das Clínicas Médica e Traumatológica do Hospital Santa Rosa A proposta nasceu da vivência do barbeiro Guilherme Costa, que acompanhou o pai durante internação e percebeu como um corte de cabelo pode fazer falta nesse período Por Wellington Hugles 29/04/2026 13h24 Foto: Divulgação Nesta terça-feira (28), o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, ofereceu cortes de cabelo aos pacientes internados nas clínicas médica e de traumatologia. A ação coordenada pela Comissão de Humanização tem como objetivo oferecer aos pacientes internados uma experiência que favoreça o bem-estar emocional e a autoestima, por meio de cuidados pessoais, reforçando a humanização do atendimento e melhorando a experiência durante a internação. Parceria – A iniciativa beneficiou pacientes internados na Clínica Médica e na Traumatologia, contando com a colaboração voluntária da barbearia Bravus. A equipe de barbeiros realizou os atendimentos na área de recepção da Tomografia, que foi adaptada para garantir que os pacientes fossem recebidos com segurança e conforto. Os profissionais da tesoura, Guilherme Costa e Iuri Oliveira, se empenharam em cada atendimento, proporcionando aos pacientes não apenas um corte de cabelo, mas uma real melhoria na aparência. A cooperação possibilitou que, mesmo no ambiente hospitalar, houvesse momentos de acolhimento, conforto e humanização. A Comissão de Humanização contou com o suporte do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) para garantir que a ação fosse realizada em conformidade com os padrões e protocolos de limpeza e segurança. Fotos: Divulgação Vivência Hospitalar – A ideia surgiu a partir da experiência pessoal do barbeiro Guilherme Costa, que esteve ao lado de seu pai durante sua internação no Hospital Santa Rosa e percebeu que muitos homens, assim como seu pai, precisavam de cuidados com a aparência e a autoestima, mesmo lidando com a doença. Nesse sentido, os voluntários Guilherme e Iuri ofereceram atendimentos individualizados, respeitando as condições clínicas e emocionais de cada paciente, e possibilitando um momento de escuta, interação e cuidado. Do ponto de vista psicopedagógico, a intervenção valorizou o cuidado integral, entendendo o paciente além de sua patologia. O resultado da ação repercutiu de forma positiva na autoestima e no bem-estar dos pacientes, que se mostraram felizes, gratos e emocionados ao serem atendidos. A simples prática de cuidar da estética trouxe leveza, bem-estar emocional e uma nova perspectiva sobre o ambiente hospitalar, ajudando a reduzir o estresse, a ansiedade e a fragilidade normalmente associadas à internação. Momentos como esse ressaltam a importância de um cuidado humanizado, que foge à rotina do hospital e que proporciona um atendimento mais integral. Foto: Divulgação “Essa ação nasceu de uma experiência pessoal. Quando estive aqui com meu pai, notei que vários pacientes tinham cabelos longos e, frequentemente, sem poder cuidar disso. Isso me comoveu profundamente e despertou em mim a vontade de ajudar de alguma maneira. Atualmente, poder oferecer esse cuidado e observar o sorriso em seus rostos é uma experiência extremamente gratificante, a ponto de não haver nenhum valor financeiro que pague”, disse Guilherme. O paciente Dionísio Góes foi um dos que teve o cabelo cortado. “Gostei muito da ação. Obrigada a todos os integrantes da equipe por tanta atenção e por me proporcionarem este momento especial. Isso nos proporciona uma sensação de bem-estar e uma beleza completa.” Morador de Abaetetuba, Sérgio Luiz agradeceu a ação. “Estar internado é muito difícil, atravessamos a distância da família, mas hoje foi um momento muito bom, que fez diferença no meu dia. Às vezes, nos preocupamos tanto com a doença que esquecemos de cuidar de nós mesmos. Esse gesto proporcionou uma sensação de leveza, elevou minha autoestima e me fez sentir mais confiante na minha cura”, afirmou. Antonilda Pinheiro, que lidera a Comissão de Humanização, celebrou o sucesso da ação. “A ação reforça o compromisso da unidade com a humanização do cuidado, evidenciando que iniciativas simples, quando realizadas com sensibilidade e empatia, têm grande impacto na experiência do paciente. Promover o cuidado que integra corpo, mente e emoções é essencial para uma assistência mais acolhedora, digna e centrada na pessoa.” Serviço – O Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa integra a rede de saúde do Governo do Pará com serviços 100% gratuitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Gerenciada pelo Instituto Diretrizes (ID) unidade é referência na região e está localizada na Rua Joaquim Mendes Contente, 1360 – Bairro Santa Rosa, em Abaetetuba (PA). Foto: Divulgação
HRT e Unacon promovem blitz educativa no Abril Azul em Tucuruí

HRT e Unacon promovem blitz educativa no Abril Azul em Tucuruí A ação incentivou a disseminação de informações, a empatia e o respeito à neurodiversidade Por Wellington Hugles 24/04/2026 21h24 Foto: Divulgação O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT) e a Unacon realizaram, na tarde desta sexta-feira (24), uma blitz educativa em frente à unidade, no município de Tucuruí, como parte da programação do “Abril Azul”, mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ação contou com o apoio da Companhia de Trânsito de Tucuruí (CTTUC) e teve como objetivo disseminar informação, empatia e respeito à neurodiversidade. Durante todo o mês de abril, diversas atividades vêm sendo desenvolvidas pelo hospital com foco na inclusão, no combate ao preconceito e na valorização da diversidade. Foto: Divulgação De acordo com o diretor-geral do HRT e da Unacon, Júnior Souto, a proposta é ampliar o debate e fortalecer as políticas públicas voltadas à inclusão. “Precisamos ampliar o diálogo sobre o TEA para romper, de forma definitiva, as barreiras do preconceito. Levar ações para além do ambiente hospitalar faz diferença na vida das pessoas, pois amplia o acesso à informação sobre um tema tão importante. A iniciativa busca sensibilizar a população para que tenhamos uma sociedade mais informada e respeitosa em relação à neurodiversidade”, destacou o gestor. Foto: Divulgação Orientação à população Durante a blitz, motoristas e pedestres receberam panfletos informativos sobre o Transtorno do Espectro Autista e a importância de uma convivência mais acolhedora e inclusiva. A condutora Suely Caldas Leitão, que participou da ação, ressaltou a relevância da iniciativa. “Tenho uma filha autista e achei excelente a proposta. É fundamental que mais pessoas compreendam e respeitem”, afirmou. Foto: Divulgação O mototaxista Roberto Sena também destacou o caráter educativo da ação. “É uma iniciativa muito importante. O autismo não é uma doença, mas uma forma diferente de perceber o mundo. Precisamos aprender mais e desenvolver empatia, e isso começa com informação”, comentou. Foto: Divulgação
‘Dia Nacional do Livro Infantil’ é celebrado no Hospital Regional Santa Rosa com contos e fábulas

‘Dia Nacional do Livro Infantil’ é celebrado no Hospital Regional Santa Rosa com contos e fábulas Unidade de saúde ofereceu uma programação especial que encantou pacientes internados, acompanhantes e colaboradores Por Wellington Hugles23/04/2026 10h32 Foto: Divulgação Na tarde da última segunda-feira (20), o Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, celebrou o ‘Dia Nacional do Livro Infantil’, comemorado em 18 de abril. A Comissão de Humanização, em parceria com o Comitê Interno de Comunicação, organizou uma ação especial de contação de histórias. Ela valorizou a cultura paraense em um ambiente em que o cuidado vai além do tratamento clínico e se torna, de forma extraordinária, uma fonte de diversão e inspiração para todos os envolvidos. A programação abordou histórias que nasceram da experiência ribeirinha, da força da Amazônia e das raízes culturais regionais, oferecendo um momento de acolhimento, fantasia e afeto entre pacientes, acompanhantes e profissionais. A leitura, nesse contexto, foi apresentada como uma ferramenta terapêutica, que acalma, consola e leva o paciente para fora do ambiente hospitalar, funcionando como um verdadeiro “abraço invisível” em momentos de fragilidade. O Dia Nacional do Livro Infantil no Hospital Santa Rosa não foi apenas uma festa do livro; foi uma demonstração poderosa de que o amor, a solidariedade e a compaixão têm o poder de transformar a vida das pessoas. Entre os desafios da vida no hospital, o encanto dos contos e o calor humano ofereceram esperança e um sorriso para quem mais necessita. De acordo com os organizadores, a ação teve como objetivo proporcionar o bem-estar emocional dos pacientes por meio da leitura e da arte. Ela favoreceu o resgate de memórias afetivas, o fortalecimento da identidade cultural e a humanização do ambiente hospitalar, em consonância com os preceitos da Política Nacional de Humanização. Foto: Divulgação Participação – Artistas convidados participaram da ação, mediando momentos de contação de histórias e música, o que favoreceu uma experiência sensorial e afetiva. O ambiente foi criado para recepcioná-los de maneira descontraída e interativa, promovendo a escuta, a imaginação e a expressão dos sentimentos. A proposta pedagógica da atividade esteve alicerçada na valorização do brincar como estratégia de cuidado, possibilitando relaxamento, diminuição da ansiedade e bem-estar. Os convidados se mostraram muito engajados durante as apresentações, participando ativamente da ação, comovendo-se, identificando-se com as histórias e reavivando memórias importantes. A ocasião trouxe acolhimento, leveza e bem-estar emocional, favorecendo a humanização do atendimento e o aprimoramento da vivência do paciente durante sua internação. Foto: Divulgação Áurea Santana foi uma das convidadas a se apresentar, contando contos e histórias. “Ver o sorriso no rosto dessas crianças é algo que nos faz sentir com o coração repleto de amor e nos leva a pensar sobre o verdadeiro poder da empatia e da generosidade. Quando recebi o convite, pensei que não viria sozinha. Trouxe comigo pessoas que compartilham da mesma linguagem e do mesmo amor pela arte. A arteterapia se conecta profundamente com esse momento. As histórias que contamos nascem das vivências, das beiras de rio, das estradas, da nossa cultura. São histórias que ouvi da minha mãe e que se conectam com tantas outras. Contar essas histórias aqui é manter viva a nossa identidade e permitir que cada pessoa se reconheça nelas.” Com seu acorde musical, o convidado Ney Viola tocou o coração dos presentes: “A música tem um papel muito importante no cuidado, pois ela atua diretamente nos estímulos do nosso corpo e da nossa mente. Existem sons que emocionam, que despertam, que fazem refletir. A música é matéria, é vibração, é movimento, e ela influencia diretamente o nosso comportamento e a nossa cognição. Trazer esse tipo de estímulo para o ambiente hospitalar contribui para o bem-estar e para o processo de recuperação dos pacientes.” Foto: Divulgação Outra convidada para o evento, Ellen Gordo, também se emocionou ao levar todos a uma viagem ao encantador mundo dos livros. “A leitura é uma abertura para o mundo. Ela mexe com as emoções, com os sentimentos e se torna uma companhia, especialmente nos momentos em que estamos mais fragilizados. O livro nos permite fazer trocas, aprender e nos transformar por dentro. Somos feitos de histórias e, quando nos conectamos com outras histórias, nos fortalecemos. A leitura traz luz, acolhe e contribui para o nosso processo de cura.” Os artistas convidados ficaram profundamente tocados pela calorosa recepção que receberam dos pacientes. Eles puderam testemunhar como o ambiente do hospital se transformou e expressaram gratidão por serem parte de algo tão especial. De acordo com a psicóloga Elizabeth Silva, esse movimento permite uma combinação de humanização e terapia para nossos pacientes. “Trazer a contação de histórias para o ambiente hospitalar, em alusão ao Dia Nacional do Livro Infantil, é uma forma de integrar a humanização com a prática terapêutica. A arteterapia e o lúdico são ferramentas importantes para aliviar o sofrimento, promover relaxamento e oferecer aos pacientes um espaço de expressão. Em momentos de dor ou internação prolongada, atividades como essa contribuem significativamente para o bem-estar emocional e psicológico.” Foto: Divulgação Antonilda Pinheiro, que preside a Comissão de Humanização, fez questão de enfatizar o acolhimento humanizado. “As ações desenvolvidas pela Comissão de Humanização são cuidadosamente planejadas, alinhadas aos princípios e dispositivos da Política Nacional de Humanização. Projetos como a arteterapia e a musicoterapia buscam trazer leveza, conforto e acolhimento aos pacientes, auxiliando na redução da ansiedade e tornando o ambiente hospitalar mais humano. Entendemos que o cuidado vai além do físico, alcançando também o emocional e o social, e é nesse sentido que trabalhamos para promover uma assistência mais sensível e integral.” A paciente Izolina Pires, 60 anos, residente no município de Moju, ficou maravilhada com as belas palavras dos artistas locais: “Esse momento me fez lembrar da minha infância, quando eu ia com a minha mãe para o mato tirar o látex da seringueira, para fazer borracha. Meu pai vendia, comprava as coisas para casa e me dava uma parte do dinheiro para comprar as minhas coisas. Foi uma recordação adorável que encheu meu coração de felicidade. Senti-me leve
HRPL reforça assistência oncológica com mais de 1,6 mil atendimentos e procedimentos

HRPL reforça assistência oncológica com mais de 1,6 mil atendimentos e procedimentos O hospital tem se descatado com a atuação da ginecologia oncológica, área essencial na prevenção, diagnóstico e tratamento de cânceres que acometem o público feminino Por Pedro Amorim22/04/2026 10h17 Foto: Divulgação Em alusão ao “Dia Mundial do Câncer”, celebrado neste mês, o Hospital Regional Público do Leste (HRPL) destaca a atuação do seu serviço de oncologia, que soma 1.644 atendimentos e procedimentos, entre consultas e cirurgias realizadas em 2025 e no início de 2026. Os números evidenciam o compromisso da unidade com o diagnóstico, tratamento e acompanhamento integral dos pacientes oncológicos. O HRPL desempenha um papel fundamental na descentralização do serviço de oncologia do Estado do Pará. O hospital se destaca, ainda, com a atuação da ginecologia oncológica, área essencial na prevenção, diagnóstico e tratamento de cânceres que acometem o público feminino. Somando os dados de 2025 e de 2026 (até março), o serviço contabiliza 232 consultas em ginecologia oncológica, sendo 197 atendimentos realizados em 2025 e 35 neste início de 2026. No âmbito cirúrgico, a ginecologia oncológica do HRPL também apresenta atuação relevante, com 43 cirurgias realizadas no período, sendo 42 procedimentos ao longo de 2025 e 1 cirurgia em 2026. Os dados demonstram a capacidade da unidade em ofertar tratamento resolutivo, garantindo assistência qualificada às pacientes. Foto: Divulgação Aprovação – Aos 43 anos, Solange de Jesus Gomes venceu o câncer de mama no HRPL. Ela relata que, desde o início, encontrou um ambiente acolhedor e seguro para seguir com o cuidado. “Me senti muito bem acolhida, bem assistida e tive um excelente atendimento. Com certeza me sinto segura durante as consultas e procedimentos”, afirma. Solange também destaca a atuação da equipe multiprofissional e a qualidade do serviço oferecido pela unidade. “Os profissionais são muito atenciosos, o médico foi bem positivo em relação ao tratamento e o atendimento de modo geral foi excelente”, concluiu a auxiliar de serviços gerais. “O serviço de cirurgia oncológica do HRPL, em Paragominas, representa um marco importante para a nossa região. Sua consolidação tem garantido que pacientes com câncer realizem tratamento cirúrgico especializado mais próximo de casa, reduzindo deslocamentos e tornando o cuidado mais ágil e humanizado”, frisou a diretora assistencial do HRPL, Karla Negrão. Ela explica que esse serviço fortalece a linha de cuidado oncológico, integra nossas equipes e contribui diretamente para melhores resultados assistenciais. “Seguimos comprometidos com a ampliação da qualidade, da segurança do paciente e do acesso a um cuidado cada vez mais resolutivo para a nossa população”, finalizou a gestora. Serviço – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão da rede de saúde do governo do Pará e fica localizado na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelo telefone: 0800 5803291.
Complexo Hospitalar de Tucuruí promove ações de prevenção a saúde e segurança no trabalho

Complexo Hospitalar de Tucuruí promove ações de prevenção a saúde e segurança no trabalho SESMT e CIPA desenvolveram ações voltadas à saúde, segurança e bem-estar dos colaboradores do Complexo Hospitalar Por Wellington Hugles 20/04/2026 10h20 Foto: Divulgação No contexto da campanha “Abril Verde de 2026”, o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT) e a Unacon promovem mobilizações em torno da saúde e da segurança no trabalho. O ponto alto da programação ocorreu na última sexta-feira (17), com o encerramento da Semana de Segurança e Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT). Com o lema “Segurança não é sorte. É escolha”, o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) conduziu uma série de iniciativas voltadas à promoção do bem-estar físico e emocional dos colaboradores. Logo na abertura da campanha, blitz setoriais percorreram os diversos ambientes do hospital para apresentar o Programa de Qualidade de Vida no Trabalho “Quem cuida precisa de cuidado”. Estruturado em quatro pilares, o programa busca alcançar o trabalhador de forma integral. Em “Reinvente-se”, o foco esteve sobre o suporte psicológico e psiquiátrico, viabilizado por meio de parceria com a Secretaria Municipal de Saúde, que garante atendimento na Unidade Básica de Saúde Santa Mônica em horário ampliado. Já o eixo “Movimente-se” incentivou a a prática de atividades físicas, aliando ginástica laboral, fisioterapia e convênios com academias e clínicas locais. O cuidado com a alimentação foi contemplado em “Nutrir-se”, que ofereceu avaliações nutricionais com tecnologia de bioimpedância, enquanto “Cuide-se” ampliou o olhar para a saúde integral, com orientações nas áreas oftalmológica, auditiva e bucal, além de parcerias que facilitam o acesso a serviços odontológicos. Paralelamente, são realizados exames de rotina para reforçar a prevenção como estratégia central de cuidado. Realizada entre os dias 13 e 17 de abril, A SIPAT foi organizada pela equipe do SESMT com a colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA) do Complexo Hospitalar de Tucuruí. A escolha do tema deste ano foi motivada pelos acidentes de trânsito registrados em 2025, quando 26 colaboradores se envolveram em ocorrências, algumas delas classificadas como acidentes de trajeto. O cenário acendeu um alerta, sobretudo pela gravidade dos casos, que resultaram em amputações, incapacidades permanentes e afastamentos prolongados, além do risco de sequelas irreversíveis. Foto: Divulgação Blitz educativa – Nesse sentido, o SESMT e a CIPA realizaram blitz educativas em vários setores, alertando sobre a obrigatoriedade do uso do capacete e do cinto de segurança, a proibição de dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas e a não utilização do celular ao volante. Também foi exposta uma motocicleta com um boneco simulando um acidente de trânsito no corredor central do HRT. Na ação, foram apresentados aos profissionais da unidade os números de acidentes registrados, com o objetivo de informar e conscientizar sobre práticas seguras no trânsito, reduzindo a quantidade de acidentes e seus impactos físicos, emocionais e psicológicos sobre os colaboradores. Segundo o técnico de segurança do trabalho, Ítalo Henrique, que é membro da CIPA e do SESMT, a programação da SIPAT 2026 foi idealizada com o intuito de minimizar os alarmantes 26 acidentes de trânsito registrados envolvendo colaboradores, especialmente no trajeto entre a residência e o trabalho, e as graves consequências, como amputações, incapacidades permanentes, afastamentos longos e o risco de sequelas permanentes. De acordo com o relatório de atendimento do complexo hospitalar do ano de 2025, foram atendidos em média 4.200 pacientes dos municípios do entorno do lago: Tucuruí, Breu Branco, Goianésia do Pará, Jacundá, Novo Repartimento e Tailândia. “Esses dados foram fundamentais para estabelecer o tema da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho deste ano. Organizamos uma dramatização de um acidente de trânsito envolvendo uma motocicleta no corredor do hospital. O objetivo foi alertar sobre os perigos cotidianos do trânsito na cidade, além de reforçar a obrigatoriedade do uso dos equipamentos de segurança necessários”, ressaltou Ítalo Henrique. Dia D do Abril Verde – Durante a agenda da Campanha Abril Verde no Complexo Hospitalar, nos próximos dias, ocorrerá uma ação de prevenção e combate a incêndios, com instruções teóricas e práticas. No dia 28 de abril, será realizado o encerramento da campanha com o Dia D da Saúde e Segurança no Trabalho. O evento incluirá atividades no corredor principal e uma gincana entre os colaboradores, abordando os temas trabalhados ao longo do mês. Serviço: O Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT/Unacon integra a rede de saúde do Governo do Pará, vinculado a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O HRT e a Unacon estão localizados na Avenida dos Amazonidas, s/n, no bairro Vila Permanente, em Tucuruí.
