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PREMIAÇÃO: Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo sob gestão do Instituto Diretrizes está entre os melhores hospitais públicos do Brasil

Pacientes curados de câncer recebem alta e retomam projetos interrompidos ainda na adolescência

Evento de premiação nacional realizado nesta terça-feira, 8 de novembro, em Brasília (DF), revelou os 40 melhores hospitais públicos do Brasil

A iniciativa do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a OPAS/OMS (Organização Pan-Americana da Saúde), Instituto Ética Saúde (IES) e ONA (Organização Nacional de Acreditação), reconheceu as instituições hospitalares do SUS (Sistema Único de Saúde) consideradas mais eficientes, bem avaliadas pelos usuários e que se destacam pela qualidade e pela segurança proporcionada aos pacientes.  

O Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, no Pará, foi selecionado na 17ª posição, agraciado com o “Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil”, a premiação foi entregue nas mãos do secretário de Estado de Saúde Pública do Pará, Rômulo Rodovalho e da Dra. Ana Paula Borges, diretora-geral do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, que está sob a gestão da Organização Social de Saúde Instituto Diretrizes. 

“A intenção com esse reconhecimento inédito é estimular ainda mais que os hospitais públicos brasileiros busquem cada vez mais aperfeiçoar seus serviços e mecanismos de gestão, ganhando em eficiência, resolutividade e qualidade à população usuária do SUS”, afirmou o presidente do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), Flávio Deulefeu. 

No Brasil, hoje, são 200 hospitais “Acreditados ONA 3” (nível de excelência). Apenas 34 são hospitais públicos e mantêm esse último nível de Acreditação. Em relação à distribuição geográfica, observa-se maior concentração desses hospitais “Acreditados ONA 3”, em São Paulo, 18 dos 34 (53%). Os demais estão assim distribuídos: três no Pará (9%), três em Goiás (9%), três no Ceará (9%), dois em Minas Gerais (6%), um na Bahia (3%) e um em Santa Catarina (3%). 

O “Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil”, reconheceu as instituições hospitalares do SUS (Sistema Único de Saúde) tendo como base critérios como infraestrutura, controle de patologias e infecções, internação, higienização, entre outros aspectos relacionados à saúde e cuidado com o paciente, consideradas mais eficientes, bem avaliadas pelos usuários e que se destacam pela qualidade e pela segurança proporcionada aos usuários.  

Participaram da seleção os hospitais com Acreditação de nível 3 (excelência) emitido pela ONA (Organização Nacional de Acreditação) ou com certificação de qualidade plena internacional. No total, 136 hospitais públicos de todo o Brasil, foram avaliados pela comissão julgadora. 

No Pará, o destaque foi para o Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, gerenciado pela Organização Social de Saúde Instituto Diretrizes, que despontou como um dos melhores hospitais públicos de todo o Brasil, recebendo o reconhecimento e a premiação nacional e internacional. As três unidades paraenses ganhadoras foram: Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (HRBA) e a Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará.  

A Organização Social de Saúde Instituto Diretrizes, mantem a gestão de quatro unidades hospitalares no Pará: Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo, em Belém, Certificação ONA 3 (nível de excelência); Hospital Regional Público do Leste de Paragominas, em Paragominas, Certificação ONA 2 (nível de excelência); Hospital Regional do Baixo Tocantins Santa Rosa, em Abaetetuba, em tramitação para certificação ONA 2 (nível de excelência) e o Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT/Unacon. 

Estamos conseguindo aliar o bom atendimento com a qualidade, a expertise e um atendimento muito mais rápido e completo aos pacientes. Em breve, esperamos que os outros hospitais que estão sob a gestão do Instituto Diretrizes possam receber esse prêmio de reconhecimento nacional e internacional. “É muito gratificante para toda a equipe do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo essa premiação nacional. Isto foi possível graças a competente gestão do Instituto Diretrizes, possibilitando oferecer continuamente os serviços disponibilizados pela Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará, em uma estrutura física adequada à população paraense”, destacou a diretora-geral do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo e responsável pela Unidade de Alta Complexidade em Oncologia Dr. Vitor Moutinho (Unacon-Tucuruí), Dra. Ana Paula Borges. 

 

Texto: Wellington Hugles 

Fotos: Divulgação IBROSS 

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Pacientes curados de câncer recebem alta e retomam projetos interrompidos ainda na adolescência

Pacientes curados de câncer recebem alta e retomam projetos interrompidos ainda na adolescência

Pacientes são exemplos para quem ainda enfrenta a doença nos leitos de um hospital. A alta definitiva enche outros pacientes de esperança

Após uma longa luta contra o câncer, os jovens Alex Santos, 21 anos, e Ana Cléia Reis, 25 anos, são exemplos para quem ainda enfrenta a doença nos leitos de um hospital. Os dois receberam alta definitiva nesta terça-feira (30) e, agora, poderão retomar projetos interrompidos ainda na adolescência.

Aos 16 anos, Alex foi diagnosticado com Linfoma de Hodgkin – tipo de câncer que se origina no sistema linfático. Ele contou que levava uma vida muito ativa, quando descobriu o câncer. “Estava jogando bola quando comecei a sentir um cansaço e decidi ir à UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Lá disseram que não era nada, mas no dia seguinte o meu pescoço começou a aumentar. Consegui ser atendido aqui no hospital. Fiquei um mês internado para investigação e fui diagnosticado com câncer. No começo, até fiquei tranquilo, mas depois de passar toda essa temporada aqui, comecei a ficar triste. Foi a vida de um jovem que se interrompeu. Tinha muita coisa que eu tinha planejado, e ficou para trás”, lembrou.

Ele passou sessões de quimioterapia e radioterapia até completar 17 anos. Fez controle da doença e recebeu alta definitiva na tarde desta terça-feira do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol).

Assim como Alex, Ana Reis era estudante do ensino médio, quando foi diagnosticada com um tumor na cabeça. “Eu sentia muita dor de cabeça. Pensava que era problema de vista. Fiz exame e nada foi encontrado. Com a medicação, a dor passava só por algumas horas e voltava novamente. Fiz uma tomografia no Pronto-Socorro, onde fiquei internada durante três dias, e já me encaminharam para cá. Durante todo esse tempo passei por cirurgia e radioterapia. Fiquei com algumas sequelas motoras por conta do tumor, mas consegui terminar o ensino médio e hoje voltei a sonhar. Quero fazer faculdade”, contou, ao lado da mãe, Maria Lourença, 52 anos.

Esta terça-feira foi o dia da última sessão de quimioterapia de Pietro, de apenas 5 anos. Ele foi diagnosticado com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) aos 2. Foram três anos de tratamento. Pietro passou por quimioterapia e várias internações, além de ser diagnosticado duas vezes com covid-19.

Para a assistente do Escritório de Experiência do Paciente do Hospital, Elizabeth Cabeça, a alta definitiva enche os demais pacientes e funcionários de esperança. “Tratamos dos processos para que o paciente receba o cuidado com a parte clínica, técnica, mas também que ele e sua família tenham a melhor experiência possível com o atendimento humanizado, desde a entrada na recepção até a alta médica”, ressaltou.

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Crianças em tratamento contra o câncer recebem visita de cão terapeuta em Belém

Crianças em tratamento contra o câncer recebem visita de cão terapeuta em Belém

O contato com o cão alivia o estresse, tensões e ansiedade em pacientes que passam por internações de longa permanência

Crianças em tratamento contra o câncer em Belém receberam nesta quarta-feira (31) a visita do pet terapeuta Alecrim, o cão policial que, desde um ano de vida, visita asilos, hospitais, creches. O contato com o cão alivia o estresse, tensões e ansiedade em pacientes que passam por internações de longa permanência. Alecrim, que reúne uma mistura das raças golden retriever com ​​border collie, estava acompanhado da tutora e médica veterinária do Batalhão de Ações com Cães (BAC),​ ​da Polícia Militar do Pará, tenente Marina.

O Alecrim morou na minha casa até os oito meses. Quando completou um ano de vida, começamos a fazer visitas em hospitais, creches, escolas. Ele foi adestrado para fazer esse tipo de terapia. A vontade em prestar trabalho voluntário surgiu com ele e a gente ganha muito nesse processo de valorização da vida”, disse a tenente.

“Ele é um cachorrinho muito adorável. Não é primeira vez que o Alecrim vem ao hospital, mas desta vez estamos acompanhando mais de perto, fizemos uma triagem maior dos pacientes que poderiam participar da ação. Priorizamos os que estão há mais tempo internados e em um grau de estresse e ansiedade maior. Fizemos uma triagem junto à equipe multi e à humanização”, explicou a terapeuta ocupacional Carla Lima, do Hospital Oncológico Infantil (Hoiol), onde ocorreu a visita.

Cinoterapia​​

Conhecida por cinoterapia, a Terapia Facilitada por Cães preza pela atuação canina no processo terapêutico. A técnica de intervenção busca benefícios como o estímulo à sensação de relaxamento do convívio com cães em visitas monitoradas. A educadora Kelle Gomes, de 29 anos, prestigiou a visita do cão, ao lado do filho Carlos Daniel, de 3 anos, que segue em tratamento contra a Leucemia Linfoide Aguda (LLA). “Foi a primeira vez que vi um cachorro num hospital e gostei muito, o meu filho está encantado”, afirmou a professora.

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Organização nacional mantém certificação para Hospital Regional, em Paragominas

Organização nacional mantém certificação para Hospital Regional, em Paragominas

Entidade reconheceu o cumprimento de padrões na assistência aos usuários na unidade hospitalar do sudeste paraense

O Hospital Regional Público do Leste, no município de Paragominas, no sudeste do Pará, manteve em agosto a certificação de manutenção de Acreditação Plena nível 2, emitida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA), em reconhecimento à continuidade dos padrões de qualidade e segurança assistencial aos usuários, e ao desenvolvimento dos processos assistenciais de forma integrada.

A certificação ONA II ou Acreditado Pleno, como é chamado tecnicamente, é atribuída às instituições de saúde que cumprem minimamente 80% dos padrões de qualidade e segurança do paciente e 70% dos padrões ONA de gestão integrada. O HRPL foi submetido ao processo de recertificação, por meio da metodologia utilizada pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

A melhoria contínua do atendimento seguro, humanizado e de qualidade beneficia uma população de aproximadamente 800 mil habitantes, de 23 municípios, usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

De acordo com o diretor Assistencial do HRPL, Clóvis Guse, vários desafios foram superados para manter o Hospital acreditado em nível II, como interação entre os processos, efetiva comunicação entre os profissionais de saúde e gestão integrada.

“A manutenção do certificado de Qualidade ONA II só foi possível graças ao empenho e à dedicação da equipe multidisciplinar em dar continuidade aos processos de melhoria, resultando na tão esperada conquista, que reflete sobremaneira na qualidade da assistência à saúde disponível na unidade. A manutenção do HRPL como Hospital Acreditado Pleno assegura que os nossos processos são seguros, com qualidade e investimentos na melhoria contínua dos serviços disponíveis”, declarou o gestor.

Valorização – Para o secretário Rômulo Rodovalho, a certificação ratifica o empenho da Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública) com a rede de saúde no território paraense. “É importante valorizar todo o esforço realizado pela equipe do Hospital pela conquista da reacreditação. A Sespa preza pelo cuidado com a segurança do paciente e a qualidade dos serviços de saúde prestados à população”, disse o secretário.

Sérgio Raimundo Duarte da Fonseca, 35 anos, morador de Castanhal, está internado  no HRPL, vítima de acidente de trânsito, que o deixou com uma fratura exposta no fêmur. Ele foi submetido a duas cirurgias. Segundo a esposa de Sérgio, Andriele Daiane Teixeira Duarte, “o atendimento de todos é muito bom. Os médicos atendem super bem; nunca ficou nada pendente. O pessoal da enfermagem é muito atento. A alimentação é boa. A nota que dou ao HRPL é 10”.

Em evento comemorativo pela conquista da manutenção certificação ONA 2 e pelo aniversário do HRPL, o diretor-geral Mailson Peixoto agradeceu o empenho de todos os envolvidos na conquista. “Agradeço imensamente a oportunidade de fazer parte deste grandioso projeto. E ainda agradeço a todos os colaboradores e demais profissionais que fazem parte do HRPL. Agradeço a confiança, o apoio, o suporte e a oportunidade de aprender e crescer sempre. O Instituto Diretrizes comemora em Paragominas o primeiro Certificado de Acreditação para um projeto administrado”, ressaltou o diretor-geral.

HRPL – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão do Governo do Pará, administrado pelo Instituto Diretrizes, em parceria com a Secretaria de Estado de  Saúde Pública (Sespa).

O Hospital presta assistência de média e alta complexidade para uma população de cerca de 800 mil habitantes de 23 municípios da região nordeste estadual. 

SERVIÇO

O Hospital Regional Público do Leste (HRPL) fica na Rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelos telefones: (91) 3739.1046 / 3739.1253 / 3739.1102.

Texto de Joelza Silva

Para agir rapidamente frente os quadros de deterioração (piora) de condições clínicas em Enfermaria, o Hospital Regional Público do Leste do Pará (HRPL), em Paragominas, por meio da diretoria Técnica, elaborou e gerencia o Protocolo do Time de Resposta Rápida – TRR, visando a assegurar que qualquer paciente seja devidamente identificado e tratado na vigência de emergência, urgência ou demais intercorrências médicas, mesmo na ausência do médico titular, sem a anuência prévia do mesmo.

O Time de Resposta Rápida (TRR) surgiu nos anos 1990, na Austrália, com o objetivo principal de evitar a deterioração clínica do paciente. A intenção é atuar de forma a intervir de modo ativo em conjunto com a equipe multiprofissional no atendimento clínico ao paciente e, desta forma, contribuir na implementação e nas melhorias na qualidade e segurança nas Unidades.

Esse método utiliza sistema de códigos para acionamento do TRR, sendo eles o Código Azul, Atendimento de PCR – Fluxo de Atendimento Código Azul, e o Código Amarelo relacionado às Emergências e Urgências – Fluxo de Atendimento Código Amarelo. O Protocolo TRR tem como objetivos, difundir conhecimento; padronizar atendimento; identificar precocemente a necessidade do TRR; tratar precocemente o paciente que necessita dessa estratégia; diminuir morbidade e mortalidade e racionalizar recursos diagnósticos e terapêuticos.

O TRR visa a identificar e tratar precocemente os pacientes que apresentam deterioração clínica (piora do estado de saúde) ou estão em risco de morte fora do ambiente da UTI. O intensivista reforça que a segurança do paciente tornou-se indispensável para o sistema de saúde, portanto iniciativas vêm sendo implantadas, no decorrer dos anos, com vistas a reduzir os eventos adversos.

“A atuação TRR consolida-se como estratégia para prover atendimento ao paciente que apresente sinais de deterioração clínica no setor de Internação Geral em hospitais. Esse protocolo é aplicado nos setores abertos tais como Clinica Cirúrgica, Clinica Médica, Centro Cirúrgico, Tomografia, Ambulatório e Pronto Atendimento do HRPL”, destaca Lelyson Maciel.

Ainda segundo o médico, estudos evidenciaram que a PCR é precedida de deterioração clínica, em média de 6 a 8 horas antes do evento, por isso, diversos fatores clínicos como, por exemplo, classificação de mews, que é um conjunto de orientações sobre risco clínico do usuário, de acordo com o local onde ele está internado, norteiam a atuação da equipe multiprofissional do TRR.

O operador de trator de Paragominas, Matheus Rodrigues da Silva, foi admitido no HRPL com politraumatismo proveniente de acidente de moto, que o levou a  internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital, onde foi submetido à traqueostomia para melhora do padrão respiratório do usuário.
 
A atuação da equipe do TRR aconteceu nesse período de internação do usuário nesse setor, quando a cânula colocada durante o procedimento começou a  externalizar e, nesse momento, o usuário começou a ter dificuldades respiratórias. Por conta do quadro Clínico apresentado naquele momento, a equipe multiprofissional que compõe o TRR foi acionada. 

Entre os profissionais que assistiram o usuário, estavam as equipes de Cirurgia Geral, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, para atender o usuário verificar sobre qual seria o melhor tratamento referente à decanulação.

Segundo o usuário, a assistência prestada pelo TRR o ajudou muito, pois todos os profissionais lhe atenderam muito bem.

“Nesse momento que passei na UTI, depois do atendimento que recebi da equipe Multiprofissional, me senti muito bem e mais confortável. Estive no Porto Atendimento, Centro Cirúrgico, Clínica Cirúrgica e na UTI, onde fiquei mais tempo, e a assistência rápida desses profissionais com relação à decanulação contribuiu muito com a melhora do meu estado de Saúde”, reconhece o usuário.
 
Mateus informou que no momento do processo de teve alta da Clínica Cirúrgica, foi atendido novamente pela equipe multiprofissional pelo TRR, formada, nesse caso, por fonoaudiólogo, fisioterapeuta e equipe médica, que a oportunidade orientou usuário e cuidador sobre como proceder em casa, no pós-alta. A diretoria do HRPL também esteve presente nesse momento tão esperado pelo usuário e seus familiares.

HRPL – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão do Governo do Pará, no município de Paragominas. A unidade é administrada pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (Indsh), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

O Hospital presta assistência de média e alta complexidades para uma população de cerca de 800 mil habitantes de 23 municípios da região nordeste estadual.

SERVIÇO

O Hospital Regional Público do Leste (HRPL) fica na rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelos telefones: (91) 3739.1046 / 3739.1253 / 3739.1102.

Texto de Joelza Silva / Ascom HRPL

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Regional de Paragominas aplica Protocolo de Resposta Rápida para maior segurança de usuários

Regional de Paragominas aplica Protocolo de Resposta Rápida para maior segurança de usuários

Criado nos anos 90, o protocolo se volta a evitar a deterioração clínica do paciente, intervindo de forma ativa em conjunto a partir de uma equipe multiprofissional

Para agir rapidamente frente os quadros de deterioração (piora) de condições clínicas em Enfermaria, o Hospital Regional Público do Leste do Pará (HRPL), em Paragominas, por meio da diretoria Técnica, elaborou e gerencia o Protocolo do Time de Resposta Rápida – TRR, visando a assegurar que qualquer paciente seja devidamente identificado e tratado na vigência de emergência, urgência ou demais intercorrências médicas, mesmo na ausência do médico titular, sem a anuência prévia do mesmo.

O Time de Resposta Rápida (TRR) surgiu nos anos 1990, na Austrália, com o objetivo principal de evitar a deterioração clínica do paciente. A intenção é atuar de forma a intervir de modo ativo em conjunto com a equipe multiprofissional no atendimento clínico ao paciente e, desta forma, contribuir na implementação e nas melhorias na qualidade e segurança nas Unidades.

Esse método utiliza sistema de códigos para acionamento do TRR, sendo eles o Código Azul, Atendimento de PCR – Fluxo de Atendimento Código Azul, e o Código Amarelo relacionado às Emergências e Urgências – Fluxo de Atendimento Código Amarelo. O Protocolo TRR tem como objetivos, difundir conhecimento; padronizar atendimento; identificar precocemente a necessidade do TRR; tratar precocemente o paciente que necessita dessa estratégia; diminuir morbidade e mortalidade e racionalizar recursos diagnósticos e terapêuticos.

Para agir rapidamente frente os quadros de deterioração (piora) de condições clínicas em Enfermaria, o Hospital Regional Público do Leste do Pará (HRPL), em Paragominas, por meio da diretoria Técnica, elaborou e gerencia o Protocolo do Time de Resposta Rápida – TRR, visando a assegurar que qualquer paciente seja devidamente identificado e tratado na vigência de emergência, urgência ou demais intercorrências médicas, mesmo na ausência do médico titular, sem a anuência prévia do mesmo.

O Time de Resposta Rápida (TRR) surgiu nos anos 1990, na Austrália, com o objetivo principal de evitar a deterioração clínica do paciente. A intenção é atuar de forma a intervir de modo ativo em conjunto com a equipe multiprofissional no atendimento clínico ao paciente e, desta forma, contribuir na implementação e nas melhorias na qualidade e segurança nas Unidades.

Esse método utiliza sistema de códigos para acionamento do TRR, sendo eles o Código Azul, Atendimento de PCR – Fluxo de Atendimento Código Azul, e o Código Amarelo relacionado às Emergências e Urgências – Fluxo de Atendimento Código Amarelo. O Protocolo TRR tem como objetivos, difundir conhecimento; padronizar atendimento; identificar precocemente a necessidade do TRR; tratar precocemente o paciente que necessita dessa estratégia; diminuir morbidade e mortalidade e racionalizar recursos diagnósticos e terapêuticos.

O TRR visa a identificar e tratar precocemente os pacientes que apresentam deterioração clínica (piora do estado de saúde) ou estão em risco de morte fora do ambiente da UTI. O intensivista reforça que a segurança do paciente tornou-se indispensável para o sistema de saúde, portanto iniciativas vêm sendo implantadas, no decorrer dos anos, com vistas a reduzir os eventos adversos.

“A atuação TRR consolida-se como estratégia para prover atendimento ao paciente que apresente sinais de deterioração clínica no setor de Internação Geral em hospitais. Esse protocolo é aplicado nos setores abertos tais como Clinica Cirúrgica, Clinica Médica, Centro Cirúrgico, Tomografia, Ambulatório e Pronto Atendimento do HRPL”, destaca Lelyson Maciel.

Ainda segundo o médico, estudos evidenciaram que a PCR é precedida de deterioração clínica, em média de 6 a 8 horas antes do evento, por isso, diversos fatores clínicos como, por exemplo, classificação de mews, que é um conjunto de orientações sobre risco clínico do usuário, de acordo com o local onde ele está internado, norteiam a atuação da equipe multiprofissional do TRR.

O operador de trator de Paragominas, Matheus Rodrigues da Silva, foi admitido no HRPL com politraumatismo proveniente de acidente de moto, que o levou a  internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital, onde foi submetido à traqueostomia para melhora do padrão respiratório do usuário.
 
A atuação da equipe do TRR aconteceu nesse período de internação do usuário nesse setor, quando a cânula colocada durante o procedimento começou a  externalizar e, nesse momento, o usuário começou a ter dificuldades respiratórias. Por conta do quadro Clínico apresentado naquele momento, a equipe multiprofissional que compõe o TRR foi acionada. 

Entre os profissionais que assistiram o usuário, estavam as equipes de Cirurgia Geral, Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, para atender o usuário verificar sobre qual seria o melhor tratamento referente à decanulação.

Segundo o usuário, a assistência prestada pelo TRR o ajudou muito, pois todos os profissionais lhe atenderam muito bem.

“Nesse momento que passei na UTI, depois do atendimento que recebi da equipe Multiprofissional, me senti muito bem e mais confortável. Estive no Porto Atendimento, Centro Cirúrgico, Clínica Cirúrgica e na UTI, onde fiquei mais tempo, e a assistência rápida desses profissionais com relação à decanulação contribuiu muito com a melhora do meu estado de Saúde”, reconhece o usuário.
 
Mateus informou que no momento do processo de teve alta da Clínica Cirúrgica, foi atendido novamente pela equipe multiprofissional pelo TRR, formada, nesse caso, por fonoaudiólogo, fisioterapeuta e equipe médica, que a oportunidade orientou usuário e cuidador sobre como proceder em casa, no pós-alta. A diretoria do HRPL também esteve presente nesse momento tão esperado pelo usuário e seus familiares.

HRPL – O Hospital Regional Público do Leste é um órgão do Governo do Pará, no município de Paragominas. A unidade é administrada pelo Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano (Indsh), em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa).

O Hospital presta assistência de média e alta complexidades para uma população de cerca de 800 mil habitantes de 23 municípios da região nordeste estadual.

SERVIÇO

O Hospital Regional Público do Leste (HRPL) fica na rua Adelaide Bernardes, s/n, no bairro Nova Conquista, em Paragominas. Mais informações pelos telefones: (91) 3739.1046 / 3739.1253 / 3739.1102.

Texto de Joelza Silva / Ascom HRPL

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Reino Encantado do Hospital Oncológico Infantil celebra 7 º aniversário

Reino Encantado do Hospital Oncológico Infantil celebra 7 º aniversário

A ação de humanização, organizada com apoio de voluntários,  integrou os diferentes públicos do hospital público estadual, e contou com a participação da Banda Pop Show, Vingadores do Brega e do cantor Guto Risuenho

Em continuidade à Semana da Criança e ao sétimo aniversário do Hospital Oncológico Infantil Octávio Lobo (Hoiol), foi realizada, nesta quinta-feira (13), uma programação lúdica com a temática “O Reino Encantado do HOIOL”. O evento reuniu princesas, príncipes e diferentes personagens para alegrar o ambiente hospitalar. A ação de humanização, organizada com apoio de voluntários,  integrou os diferentes públicos do hospital público estadual, e contou com a participação da Banda Pop Show, Vingadores do Brega e do cantor Guto Risuenho.

Diretor regional do Instituto Diretrizes – Organização Social, sem fins lucrativos, que atua na gestão da unidade de saúde –  Carlos Tabosa ressaltou a relevância do hospital e do corpo técnico qualificado no atendimento da oncologia.

“O Hospital Oncológico Infantil assume um papel importante, oferece uma assistência integral e especializada, ao paciente infantojuvenil, não só do Estado do Pará, mas de estados vizinhos. Não somente o paciente é acolhido, mas a família dessa criança.  Enquanto Unidade de Alta Complexidade de Oncologia,  vinculada à Sespa,  presta uma assistência especializada para diagnóstico e tratamento dos cânceres que acometem a população de 0 a 19 anos”, frisou Tabosa.  

A diretora-geral, Ana Paula Borges, agradeceu aos profissionais por prestarem uma assistência humanizada e salvarem vidas. “O nosso Hoiol é reconhecido pela excelência no atendimento, mas, para nós, colaboradores, é o nosso segundo lar, onde crescemos a cada dia como profissionais da área de saúde e seres humanos.  Tenho a certeza que estar aqui representa uma conquista, não somente profissional, mas também de vida para muitos”, destacou.

“Agradeço a todos por cuidarem com carinho dos nossos pacientes que enfrentam uma doença tão complexa, o câncer. Reconheço em nome de toda a diretoria a dedicação em salvar as vidas dos pequeninos que são confiados a nós, e que são os amores de alguém, dos pais, das mães, dos tutores e da família que os amam. Juntos continuaremos realizando um excelente trabalho e evoluindo em prol da rede de atenção de alta complexidade paraense”, afirmou a gestora.

 

A coordenadora de Humanização, Natacha Cardoso, afirma que, “desde a inauguração, em 2015, a humanização foi inserida como um valor institucional, sempre presente entre as equipes assistenciais e colaboradores. Esse olhar diferenciado é desenvolvido nas relações interpessoais, nas conexões entre as equipes e pacientes, e, certamente, contribui para proporcionar bem-estar, alegria e para tornar a terapêutica mais leve”, ressaltou.

Durante a programação, as crianças da Classe Hospital Prof. Roberto França fizeram uma apresentação ao som da música “Dona Felicidade”, do grupo musical  Trem da Alegria. Em seguida, os profissionais da instituição de saúde deixaram as digitais na Árvore da Gratidão. 

“A ação é uma forma de agradecê-los por superarem os desafios e assumirem essa responsabilidade de cuidar dos pacientes com tanto carinho. A árvore representa a gratidão, o recomeço, a vida. Cada folhinha é feita da digital de um profissional que contribui para que o Hospital Octávio Lobo se tornasse o que é hoje, reconhecido pela excelência”, garantiu.

Um deles é o agente administrativo do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente (NQSP) , Vinícius  Caldas, de 24 anos. “Eu sou muito grato a este hospital, foi meu primeiro vínculo trabalhista. Eu me sinto  feliz por fazer parte da vida dessas crianças, comecei no setor de humanização, na brinquedoteca, e me apeguei muito a elas.  Sou muito grato por isso, por estar fazendo parte dessa história e de uma equipe que é fundamental para a manutenção da vida”, disse.

Após o parabéns, ocorreu um concurso para eleger as três melhores fantasias. Em sequência, os personagens visitaram as alas de internação para levar descontração e  reavivar o imaginário infantil.  Quem aprovou a brincadeira foi Juliana Monteiro, mãe da Agatha Monique, de 1 ano e 10 meses, que está em tratamento contra um tumor no cérebro. “As crianças ficam muito admiradas vendo as princesas, ganhando brinquedo. É algo com que se identificam, faz parte do mundo delas. Tudo isso contribui para amenizar a ansiedade que sentimos por estarmos tão longe de casa”, afirmou.  

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JORNADA DE SEGURANÇA: COMPLEXO HOSPITALAR REGIONAL DE TUCURUÍ – HRT/UNACON, REALIZOU ENTRE OS DIAS 15 A 21 DE SETEMBRO O “PROJETO DE SEGURANÇA DO PACIENTE” – “FAÇA A DIFERENÇA”.

JORNADA DE SEGURANÇA: COMPLEXO HOSPITALAR REGIONAL DE TUCURUÍ - HRT/UNACON, REALIZOU ENTRE OS DIAS 15 A 21 DE SETEMBRO O "PROJETO DE SEGURANÇA DO PACIENTE" - "FAÇA A DIFERENÇA".

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Jornada de Segurança: Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí – HRT/Unacon, realizou entre os dias 15 a 21 de setembro o “Projeto de Segurança do Paciente” – “Faça a Diferença”

Alusiva a Semana de Segurança do Paciente, e ao Dia Mundial de Segurança do Paciente, celebrado no último dia 17 de setembro. A equipe de Gestão da Qualidade, em parceria com o Núcleo de Segurança do Paciente do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí, promoveu a “Jornada de Segurança do Paciente”, que contou com a realização de cursos, conferências e palestras, entre os dias 15 a 21 de setembro no HRT e na Unacon.

Telemedicina Tucuruí

TELEMEDICINA VAI AGILIZAR ATENDIMENTO A USUÁRIOS DO COMPLEXO HOSPITALAR REGIONAL DE TUCURUÍ

TELEMEDICIA VAI AGLIZAR ATENDIMENTO A USUÁRIOS DO COMPLEXO HOSPITALAR REGIONAL DE TUCURUÍ.

A capacitação aos profissionais de saúde do HRT/Unacon, no sudeste do Pará, é oferecida por equipe do Hospital Israelita Albert Einstein

Profissionais de saúde do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí (HRT)/Unacon iniciaram nesta segunda-feira (13) o treinamento em Telemedicina, ministrado por equipe do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo (SP), visando à capacitação para atendimento remoto. A equipe de treinamento responsável pelo Sistema de Telemedicina do “Albert Einstein” atua em parceria com a Coordenação Técnica, de Enfermagem, Multidisciplinar e do Núcleo de Educação Permanente do HRT/Unacon.

O Hospital Israelita Albert Einstein, pioneiro no desenvolvimento de Telemedicina no Brasil, possibilita aos profissionais do Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí o serviço de atendimento on-line. Tudo com a mesma qualidade e segurança oferecidas pela instituição em suas unidades físicas, além da comodidade e praticidade do modelo de atendimento remoto.

Segundo o diretor Técnico do HRT/Unacon, Zacarias Nogueira, “o atendimento é considerado remoto, com médicos especialistas em São Paulo, por exemplo, de forma virtual, e o paciente acompanhado de um médico clínico presencialmente em nossa unidade de saúde, sendo o profissional intermediário do especialista on-line, de modo a esclarecer e oferecer orientações ao paciente. A equipe de regulação ficará responsável pelo controle do fluxo de pacientes”, informou o médico.

O objetivo é otimizar o tratamento, aumentando a capacidade de atendimento e facilitando o deslocamento de médicos e pacientes, o que agiliza o diagnóstico. O teleatendimento proporciona modernização tecnológica associada aos atendimentos presencial e a distância, trazendo vários benefícios à população.

Fortalecimento do SUS – A capacitação em Telemedicina é voltada ao Sistema Único de Saúde (SUS) para especialidades médicas, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), do Ministério da Saúde, em parceria com o Hospital Albert Einstein, Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) e Complexo Hospitalar Regional de Tucuruí.

Para o diretor-geral do HRT/Unacon, enfermeiro Lucas Evangelista Urel, as recepções pelo sistema remoto de Telemedicina unem tecnologia e saúde. “Possibilita o atendimento com muita agilidade aos pacientes. Um ganho para a nossa população, pois passamos a contar com médicos renomados, especialistas em Neurologia e Cardiologia, como atendimento principal e suporte em outras especialidades, com atendimento de qualidade e segurança, sem o paciente precisar se deslocar. É uma iniciativa que moderniza a rede de saúde. Todos serão beneficiados com essas medidas”, ressaltou o gestor.

Texto: Wellington Hugles – Ascom/HRT

Por Governo do Pará (SECOM)
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CAMPANHA DE SEGURANÇAO DO PACIENTE É REALIZADA NO PSAFF

CAMPANHA DE SEGURANÇA DO PACIENTE É REALIZADA NO PSAFF

Em 1° de abril de 2013 foi marcada a criação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), um fato extremamente importante para saúde. Com isso, o Pronto Socorro Arnaldo de Figueiredo Freitas, iniciou na segunda-feira, 11 de abril de 2022, a Campanha de Segurança do Paciente.
Para reforçarmos os treinamentos de identificação correta, comunicação efetiva, medicação segura, higienização das mãos, risco de queda e lesão, foi criada uma dinâmica pelo setor de Humanização e Ed. Permanente, que consistiu em um jogo de verdadeiro ou falso, realizado in loco. O jogo possui 7 perguntas, onde cada participante pôde escolher uma meta para toda equipe responder, foram utilizadas placas para verdadeiro ou falso, sinalizando cada resposta.
Esta dinâmica permitiu salientar os treinamentos realizados durante todo o ano, onde cada meta internacional é discutida de modo minucioso. Assim obtivemos um dinamismo em relação ao conteúdo abordado, trazendo a interação da equipe e a reflexão nos hábitos de trabalho, considerando uma melhoria contínua nos processos assistenciais.